sábado, 24 de setembro de 2011

Strato Candy Red II - o retorno.



        Geralmente as minhas guitarras postadas aqui são definitivas, ou seja, todas as alterações e upgrades já foram testados e aprovados.
Mas a strato Candy Apple Red desse post: Stratocaster Lipstick  foi mexida...
Conforme o post - e ainda é a minha opinião - o som dela com os captadores "Lipstick" GFS era muito bom. O problema é que eu praticamente não tocava com ela. Na hora "H", sempre pegava a Fender com os captadores CS 54 (também postada aqui: Fender American Standard 1997 ).

Resolvi colocar os Rosar Fullerton (baseados no próprio Fender 54), feitos com fio Formvar especialmente para mim pelo meu grande amigo Sérgio Rosar. Pra deixá-la com aspecto algo vintage, envelheci (amarelei :) ) os plásticos. Acho que finalmente encontrei a "manha" pra amarelar/envelhecer plásticos... Depois eu conto.
Observem o escudo. Ele era totalmente branco. Os botões foram envelhecidos hás uns 6 meses, mas através de outro processo, bem mais complicado.


O resultado final foi exatamente como eu imaginava: ela tem o som da 97 com um pouco mais de estalo e seco.
Ter duas guitarras quase com o mesmo timbre é meio redundante, mas eu sou particularmente fanático pelo som dos captadores Fender Custom Shop 54. Eles podem parecer um pouquinho exagerados nos médios, mas é justamente esse detalhe que gera o som deliciosamente percussivo e equilibradíssimo nos agudos.

Os Rosar Fullerton são um meio termo entre o Fender 54 e o 57. Resolvemos de comum acordo deixá-los assim, com um timbre um pouco mais macio e cristalino porque nem todo mundo é fã dos médios do 54 como eu... :)
Mas esse trio o Sérgio fez com fio Formvar, então eles estão extremamente próximos do 54. No gosto do freguês, hahahá! :)


Tá linda! As fotos não fazem jus à beleza dela ao vivo.

Especificações:
Corpo: Alder, "Candy Apple Red" (Fender, 1997, cavidade universal)
Braço: Maple, "cru", sem verniz, formato em "C" (Fender Squier)
Escala: 251/2", Maple, Raio: 9,5"
Tarraxas: Grover Mini Rotomatics.
Captador Ponte: Rosar Fullerton Custom 6,2k
Captador Meio:  Rosar Fullerton Custom 5,9k
Captador Braço: Rosar Fullerton Custom 5,9k
Ponte: Wilkinson WVP 2 pivôs (o bloco pesado faz toda a diferença...)
Pots e capacitor: Volume Alpha 250K, Tone: Fender "No Load" 250k, capacitor 0.022uF

E... os Lipstick? Antes que alguém pergunte, eles foram colocados numa outra strato, feita com um corpo de basswood (um dos mais pesados que já toquei) de uma Squier. A sonoridade não mudou muita coisa com a troca das madeiras porque os Lipstick não têm agudos tão complexos quanto os singles de pino.
Uma fotinho dela aqui (a cor é "Midnight Wine" - um tom de vinho com um toque metálico, difícil de ver bem nas fotos):


Ultimamente tenho me esforçado pra colocar samples e dessa vez consegui gravar alguma coisa (me considero um guitarrista base - solos não são o meu forte - dê um desconto, please :)

Obs: nessas demos, utilizei o Fullerton "oficial", com fio polysol.

A Red Candy tá na esquerda, solando. Na direita, a Fender 97, na base. Timbres captados do Tiny Terror microfonado com um SM57 e num split em linha, passando pelo Amplitube simulando o Fender Pro Jr. :

Aqui, somente as duas, sem acompanhamento:

O vídeo, gravado em 01/2012:



O som do captador Rosar Fullerton também pode ser checado nesse post (na AXL de alder):
Strato AXL/Fullerton

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Selo de Qualidade "Louco Por Guitarra"



        Antes que algum incauto vá pensando que isso é arrogância, explico: há alguns meses lancei no  fórum da Guitar Player a idéia de instituirmos um "certificado de qualidade" para alguns equipamentos com excelente relação custo-benefício. O objetivo seria de orientar, fornecer substrato às compras de guitarristas.
Claro que é um procedimento sujeito a problemas: opiniões podem variar, a qualidade do produto pode mudar, não sabíamos se seria possível usar o próprio nome "Fórum Guitar Player" por causa da revista... Enfim, tornou-se inviável lá no fórum, porém a idéia permaneceu e resolvi trazê-la pra cá.

Eu tô sempre comprando, usando e testando guitarras, captadores e hardware e de vez em quando me surpreendo com a qualidade e preço de alguns produtos. Quando me deparo com tal barganha, tenho vontade de dizer pra todo mundo: "olha, esse aqui tem a mesma qualidade e eficiência que aquele lá e custa a metade do preço!"

Então, a idéia é ressaltar - e com um selo espalhafatoso, hehehe - alguns produtos de excelente custo x benefício. E em se tratando de Brasil, onde os impostos são um tapa na cara, acho que a idéia procede. Não tenho absolutamente nenhum vínculo com ninguém e por isso posso citar marcas e até eventualmente as lojas onde comprei.

        Como o blog é meu e minhas premissas estão bem claras na apresentação, não preciso me justificar. É somente a minha opinião, que talvez não seja a melhor, a mais exata, a mais lógica e definitivamente, não é a única. Mas se de vez em quando ajudar alguém a economizar um dinheirinho, já valeu! :)

Criei um "Ouro" e um "Prata".


O ouro seria para coisas que  realmente me impressionaram, como, por exemplo, as pontes Wilkinson para strato e as tarraxas Planet Waves Auto Trim Lock... 
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E o primeiro Selo de Qualidade vai para:



Ponte Wilkinson WVPC de seis furos e WVP de dois pivôs - Selo Prata de Qualidade!
Construção e materiais excelentes, no nível das Fender americanas e Gotohs. Saddles de aço (não enferrujam), bloco pesado de zinco (as versões "SB" têm blocos de aço, mas são difíceis de encontrar no Brasil). Eu tenho 4 pontes dessas (e vou comprar mais uma :) ). Custam normalmente entre 150-200 reais.
Antes que alguém pergunte, o Zinco é um metal com densidade algo menor que o ferro e nessa ponte, tem uma sonoridade entre o aço/steel e o brass/latão. O latão é uma mistura de zinco e cobre.
Enfim, é uma ponte fantástica por um excelente preço, considerando que é importada.
Info sobre os diversos tipos de ponte Wilkinson: Clique Aqui


Adendo 04/03/2012: O selo da ponte Wilkinson foi alterado de ouro para prata porque o bloco de zinco realmente perde para o de aço. As versões "SB/SteelBlock" com bloco de aço, obviamente são "ouro" e eu recomendo veementemente que tentes conseguir a versão "SB" :)
Leia mais sobre isso aqui (CLIQUE).


Adendo 24/06/2013: ATENÇÃO***: Já temos disponível no Brasil um bloco de aço com a qualidade de um Callaham! Clique aqui para maiores detalhes.

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E em seguida, o segundo selo "ouro" vai para as tarraxas Auto Trim Lock da Planet Waves (a Planet Waves é uma linha de acessórios da D'Addario).
Patenteada pelo gênio do design Ned Steinberger, essa tarraxa possui um engenhoso sistema que além de travar, automaticamente corta o excesso de corda. É só passar a corda, travar e começar a afinar a guitarra. 
A relação de giro é de 18:1 (quanto maior a relação, mais precisa é a afinação - as Fender antigas tinham relação de giro de 14:1).
No Brasil, o jogo custa entre 190 e 235 reais. Geralmente é mais barata no ML.

É uma daquelas coisas que depois que usamos, o resto fica sem graça... :). E olha que eu tenho tarraxas Sperzel, Gotoh, Grover. A qualidade até que se equipara entre elas, mas nenhuma bate a Planet Waves em termos de praticidade.
Uma dica: mesmo não sendo necessário, deixe pelo menos uma volta da corda (trave-a com a corda bem solta e não esticada) - eu percebo que os bends ficam mais macios com esse procedimento.
O único senão é estético. Em todas as versões os botões da trava e o poste/eixo, são pretos - podem parecer exagerados para alguns puristas.


domingo, 11 de setembro de 2011

Braço de guitarra: formas/shapes

E eu falando de raio da escala sem antes falar do mais importante, do ponto de conexão entre o guitarrista e a guitarra: o braço!
Falei no post anterior sobre o formato naturalmente curvado da mão humana. Mas em relação às mãos, formato e tamanho variam muito. Exatamente por isso existem tantas variações de formato de braços.
Vamos ver alguns mais conhecidos:


Observem as variações. A profundidade e o desenho dos "ombros" é que determinam se a nossa mão vai ou não gostar de um determinado braço. O "ombro"/shoulder seria a curvatura lateral - quanto mais ampla, mais ombro. E mais aberta tem que ficar a mão, independente da profundidade. Veja:


O braço "D" é o que tem menos profundidade porém mais ombros. Já o "V" é exatamente o contrário.
O "D" (ou "C" achatado) é típico das Ibanez. Por ter menos profundidade, ele permite que os dedos avancem mais e tenham maior alcance na escala. Mas devido aos ombros, é um braço "largo" e nos obriga a manter a mão sempre aberta.
Os nomes e definição variam bastante e não existe uma regra formal: O "C gordo" pode ser chamado também de "U achatado". O "soft V", frequentemente é chamado de "oval". E por aí vai...

Fiz uma montagem dos tipos de braço da Warmoth. No esquema dá pra perceber bem a diferença entre eles. No centro, um braço "Standard Fino", que seria o braço "C Moderno" da Fender.


       Atualmente, todas as Gibson "Standard" têm braços assimétricos (como a Wolfgang, do esquema), com mais "ombro"/gordo na parte de cima (das cordas graves/pegada do polegar) e mais fino embaixo. As demais Gibsons mantém os braços no padrão 50's, mais gordo ou 60's, mais fino. (valeu o toque, Rodrigo).
   
       É isso aí... :) Cada um acaba descobrindo qual tipo de braço é o melhor pra si. Eventualmente o cara tem um braço tipo "C gordo" (quase todos os das SX são assim) e sente-se um pouco desconfortável com ele. É só pedir para o luthier (ou fazer em casa mesmo - um dia eu posto - * POSTADO: Clique) tirar um pouco dos ombros. Eu consegui transformar um desses braços SX - "C gordo" ou quase um "U" num ótimo e confortável "Soft V".

Mas gosto é gosto, mão é mão... :) Eu só conseguia tocar em braços Fender (um "C" um pouquinho mais gordo/cheio, de 1968), mas atualmente gosto muito dos braços em "U" Gibson (os "59"... :) ). Porém,  jamais me adaptei aos braços finos (e já sabemos, com muito ombro) tipo Ibanez. Nem pensar em tirar os ombros desses aí - não sobraria "massa" de madeira pra dar timbre! :)

Excelente site, com as medidas de inúmeros braços:
http://www.rocketmusiconline.com/necks.html

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Raio da Escala: que raio é isso?

Antes de começar a história devo dizer que, embora toque guitarra desde 1976, só comecei a entender o "instrumento guitarra" há uns 6 anos. Antes disso nem sabia o que era, onde estava e pra que servia o tensor, por exemplo. Pois bem:
         A minha Telecaster 68 tinha um raio de 7.25" (184.1 mm). Tinha, porque em 2004, depois de 15 anos sem manutenção, levei-a até um luthier (o 1º que conheci na vida) e ele deu uma "geral" nela. Trocou trastes e, se minha memória não falha, me ligou dizendo que iria aproveitar e "raiar" a escala pra 9,5". Não entendi porra nenhuma e disse pra fazer o que tivesse que ser feito pra voltar à tocabilidade que eu estava acostumado, mas sem mudar um pentelho a "pegada" do braço. Ele me garantiu que ficaria melhor e realmente, notei que os bends ficaram mais claros depois disso.

Hoje eu tenho um gabarito de escala (comprei na Music Tools, do Miguel Cardone). Agora sei porque me sentia tão desconfotável quando tocava com Jacksons ou Ibanez com raios de 14" pra cima. Não sou solista e muito menos fritador. Escala reta cansa demais a mão pra fazer acordes.

Raio (sou péssimo em matemática e geometria mas isso meus neurônios captaram): "O raio de uma circunferência (ou círculo) é definido com a distância do centro a um ponto qualquer da circunferência." Portanto, o raio é metade do diâmetro da circunferência.

Partindo disso, vamos pegar de exemplo o famoso raio de 7.25 polegadas das Fender antigas. 7.25 polegadas equivale a 184.1 milímetros. Vamos arredondar para 18,4 centímetros. Pegue uma régua, marque 18,4 cm, depois abra um compasso e faça um círculo usando esse raio (ou prenda um lápis na régua e gire-a - não precisamos ser exatos aqui). Observe a curvatura em qualquer ponto desse círculo: essa é a curvatura da escala.


A mão humana tem, mesmo na posição de descanso, uma curvatura natural, por isso quando fazemos acordes, percebemos que as escalas mais curvadas (de raios menores) são mais agradáveis/naturais:


 Escala reta exige uma abordagem diferente no manuseio do braço. Tem quem goste. Eu detesto! :)

Algumas escalas comuns:

Fender Stratocaster American (atuais):          9.5" (241 mm)
Vintage Fenders:                                                 7.25" (184.1 mm)
Gibson Les Paul:                                                 12" (305 mm)    
Ibanez (variam de 12" a 18"): RG e S:             14"(400-430)  Artcore:12" (305mm)
Jackson:                                                               16" (406 mm) ou composto, de 12" (nut) a 16" (heel).
PRS: a maioria é:                                                10" (254 mm). Santana e Custom 22/12: 11"
Guitarras (maioria) com LSR roller nuts:         9.5" a 10" (241 mm to 254 mm)
Guitarras (maioria) com Floyd Rose bridge:    10" (254 mm)
Violões Clássicos:                                                flat (reto, sem raio)

        O problema de escalas com raios menores que 9.5", ou seja, muito curvadas, é que quando damos um "bend", ppte nas duas primeiras cordas, às vezes ocorre um travamento da nota. Para minimizar esse problema, a ponte, aliás, os carrinhos/saddles da ponte devem ser alinhados numa curvatura correspondente ao raio da escala, fazendo também uma curva. Pouca gente se toca disso. Os saddles da 3ª e 4ª cordas estão bem mais elevados que os da 1ª e 6ª numa guitarra com escala de raio 7.25", por exemplo:

 Essa é a ferramenta (gabarito) para checarmos o raio da escala:

Atualmente a moda é braço com escala de raio"composto" (compound radius). Inicia com uma curvatura maior, favorecendo os acordes e termina com uma menor, favorecendo os solos e bends:

Tecnicamente, quando essa transição é gradativa, deveria ser chamada de escala "cônica" e não composta, porque ela lembra de fato um cone:

Cada guitarrista acaba tendo um raio de escala preferido. Eu gosto bastante dos raios entre 9.5" e 12". A PRS SE com raio de 10" é extremamente confortável pra mim.
Mas isso pode mudar com o tempo. O cara inicia com bases e prefere raios menores. Depois, começa a fritar e vai aumentando o raio... :)

Outro fator importante é a forma do braço (clique aqui para o post sobre isso), que juntamente com a escala, fazem o "full contact" com a nossa mão. As formas mais comuns de braço são:


Não sei se vocês já perceberam, mas pontes para Les Paul já vem com uma certa curvatura. Exatamente 12" de raio, pra seguir o raio da escala Les Paul. Eu ajusto também os parafusos dos captadores para essa curvatura - nada mais óbvio e pouca gente faz.


sábado, 3 de setembro de 2011

Shelter SX Headstock: remake!





Coisinha feia, não? :) Se o headstock (cabeça do braço) da Fender Stratocaster não fosse o ícone que é, talvez até não achasse esse tão feio, mas aquela ponta curvada...
Depois que a Fender ganhou na justiça a exclusividade do desenho do headstock (mas não do corpo da guitarra), os outros fabricantes foram obrigados a fazer pequenas variações para não serem processados.
Pois bem, tenho duas SX e coloquei outros braços nelas. Ano passado resolvi aproximar um deles do desenho da strato Fender. Recortei o bico. Ao fazer isso, retirei boa parte do verniz "amarelo mijo" (exagerado, mas é bem parecido com alguns modelos Fender da década de 50) e não sabia como fazer o acabamento no mesmo tom. Só uso verniz spray em lata, pra coisas pequenas.
Decidi então retirar TODO o verniz do braço. Foi um sufôco danado - ainda hoje tem resquícios na escala. Esse do ano passado ficou assim:

Bem melhor! :)

Há umas duas semanas, encomendei dois corpos de Telecaster (um Ash, outro Alder) e apenas um braço de maple com o luthier Cavalheiro. Como tinha esse outro braço SX de maple sobrando por aqui, resolvi transformá-lo num braço de Telecaster.
O trabalho aí é mais complicado. Tem que recortar mais e adaptar algumas curvas pra ficar no padrão Tele. Mas uma coisa já havia decidido: não retiraria todo o verniz. Tentaria refazê-lo.
Quando acabei, o headstock ficou assim:


Ficou uns 80-90% no padrão oficial vintage da Tele, mas quando tentei usar verniz em lata, ficou complicado. Resumindo, duas tentativas e dois fracassos. Nas duas tive que remover o verniz grudento com acetona. Terrível.
No desespero, peguei um pote de Acrilex laranja da minha filha, e misturei esse laranja (uns 20-30 ml) com 20 gotas de corante amarelo e 10 gotas de corante ôcre, ambos para tintas comuns:

Esfreguei direto no maple, com um pano, até grudar bem e ficar com a cor igual, no olhômetro mesmo... Em seguida, usei o velho verniz de spray em lata. 3 passadas e o headstock começou a ficar com cara de que nunca foi mexido... :)
Aproveitei e coloquei um decalque Fender (se não colocasse, seria como uma garrafa de Coca-Cola sem nada escrito - não faz sentido :) ). Veja a sequência de fotos:


Atrás, um decalque pra identificar como minha e não passar por falsificação de Fender - "Jack Custom" - hahahá! :)
Claro, tive que aumentar as cavidades das tarraxas pra colocar essas Grover Mini. Já postei aqui como fazer isso com tesoura, mas dessa vez tava sem paciência e arrisquei com uma furadeira. Tava com sorte mesmo! Apenas pequenas lascas quase invisíveis :)

Um luthier faz tudo isso profissionalmente, mas a idéia aqui é "sem luthier" - coisa caseira mesmo:


Serrinha, grosa, lima redonda, lixas, furadeira e verniz em spray. Essa é provavelmente a última vez que faço isso, pois não pretendo mais comprar guitarras baratas e tuná-las.
Mas o interessante é que esse tipo de trabalho é uma coisa meio "Zen". Pra mim, funciona como um Lexotan, ou melhor, uma terapia de relaxamento... :)

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Posts similares:
http://guitarra99.blogspot.com.br/2012/07/logotipo-fender-decalque.html