quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Telecaster Vintage V52 Distressed Butterscotch

Esse é o segundo post sobre essas guitarras da marca Vintage, e dessa vez achei outra excelente guitarra num preço muito bom.

(Adendo 06/01/13: após ler esse post, por favor, cheque os comentários no final, de vários guitarristas que possuem esse modelo)

Como a maioria dos guitarristas, sofro de "G.A.S.", ou "Síndrome de Aquisição de Equipamentos" e essa excelente Telecaster me atiçou de todas as maneiras, mas o fato de já possuir 9 (!) Telecasters (pelos menos 4 delas excepcionais) pesou muito e, até o momento, não a comprei.
O problema é que essa belezoca está numa loja que fica no caminho da minha academia e sempre que passo pela frente, a GAS bate forte. A solução: vou postá-la aqui, passar o preço, endereço, contato e torcer pra que alguém a compre antes que eu fraqueje novamente :)

Vamos lá. Em primeiro lugar, é uma soberba e clássica telecaster, com materiais (corpo de alder, duas peças e braço/escala de uma peça de hard maple) e acabamento no nível de uma Fender American Standard. Nem tente me falar que tens uma Tele mexicana excelente porque dessa segunda linha da Fender, somente a "Baja" pode competir com a Vintage V52.
É uma variação especial, com relicagem (Distressed) e na cor "Butterscotch" (um tipo de bala de caramelo dos EUA). Dê uma olhada:


Chamo a atenção para as madeiras - um motivo frequente de críticas (minhas e de todo mundo). O corpo é de Alder americano (NÃO é chinês), de apenas duas peças com junção central e o braço é de peça única de maple, ou seja, a escala não é colada por cima. O raio da escala é de 10", trastes médios e o formato do braço é em "Soft C".
Assim como no detalhe dos carrinhos com compensação de entonação, a genialidade dos designers (e excelentes músicos) Trev' Wilkinson e Dennis Drumm foi de respeitar os aspectos vintage das Telecaster dos anos 50 e modificar apenas o que (na minha opinião) sempre mostrou-se falho: raio muito pequeno, dificuldade de entonação e o terrível acesso posterior ao tensor. Por incrível que pareça, eles criaram uma Telecaster que tem o melhor dos anos 50 e 60. A V62 só troca a escala, de maple para rosewood.

A relicagem é excelente. A escala fui muito bem envelhecida e está suja na medida. As ferragens, além de excelentes, dá pra jurar que têm uns 20 anos, ppte as tarraxas, levemente "enferrujadas":


O único detalhe que não achei 100% foi a borda inferior esquerda (na 1ª foto) - a linha de desgaste não está perfeitamente natural - mas, já vi Fender Custom Shop de 5 mil dólares com o mesmo detalhe. Fora isso, perfeita. Ela salta aos olhos na loja. Os captadores são Wilkinson e, surpreendentemente, cerâmicos. Não gosto de captadores com imãs de ferrite, mas num primeiro momento soaram bem. O restante do hardware é todo Wilkinson - não me canso de falar bem dessa marca - a relação custo/benefício é insana. Pra deixá-la melhor do que já é, eu apenas trocaria o captador da ponte por um Rosar Hot T, o meu preferido entre todos os que já toquei na vida. Além disso, talvez colocasse um captador single de strato no braço (obviamente teria que trocar o escudo), que é uma manobra muito legal nas teles.
Na verdade, teria que testar a sonoridade dessa guitarra em casa, com o meu setup, pra ter 100% de certeza do timbre. Assim como qualquer guitarra de loja, ela pode soar de uma maneira na hora da compra e de outra em casa.

A ponte é a única no padrão vintage Fender, com apenas 3 saddles, que eu consigo tocar (detesto as pontes de 3 saddles), tem saddles/carrinhos com compensação de entonação. Grande sacada da Wilkinson.

Enfim, é uma Telecaster muito, muito boa, por um preço muito, muito bom (não lembro exatamente, mas por volta de 1.250 reais) e que não precisa de nenhuma tunagem (exceto talvez pelos captadores, mas é pessoal). Já vem pronta. :)

Olha, considerando o que é colocado de impostos no Brasil, uma telecaster desse nível, por cerca de 1.250 reais, com nota e garantia, só aqui no blog mesmo, KKKK! :)


        A loja em questão é a Multisom (sou freguês de carteirinha da Mensageiro Musical e quem sabe o Gué agora acredita que essas Vintage são um bom negócio... :) ) no calçadão da Felipe Schmidt em Florianópolis. Telefone (48) 33330711, peça para falar com o Felipe (felipe.multisom@hotmail.com). Dá pra fazer no cartão em até 10 vezes. Mais fácil que isso...
Essa loja tem site e dá pra comprar pela internet, mas é uma porcaria e várias guitarras que estão nas lojas não constam no site. Se moras fora, podes combinar com o Felipe e talvez dê pra fazer a compra pela internet.



Tem alguns vídeos dessa guitarra no Youtube. Depois que chequei, vi que alguns modelos mais antigos tinham uma relicagem ainda mais pesada. Acho que a dessa V52 tá na medida.
Novamente, assim como no post sobre a Vintage AFD, existe uma versão (a V2) que tem corpo de Poplar e custa uns 750 reais. Obviamente não tem a qualidade dessa V52.

Dois vídeos do YouTube:




Eu realmente fiquei impressionado com a qualidade dessa Telecaster. Se custasse 2 ou mesmo 3 mil reais ainda assim faria sentido. Coloque o preço de pouco mais de 1.200 reais e ela vira uma pechincha.
Depois de avaliar uma guitarras dessas, fico realmente com pena de quem paga 2.000 reais por uma Fender Telecaster Standard mexicana. Item por item, a comparação é uma piada.

Sempre achei que a China (no caso das Vintage, o Vietnã, conforme a informação do Randerson) tinha capacidade e tecnologia para fazer guitarras excelentes a preços baixos e sempre suspeitei que eram os atravessadores (incluo aí as grandes empresas, como Fender e Gibson) que de certa forma proposital, degradavam a qualidade. A Fender faz questão que as Squier e as MIM sejam inferiores às suas american made, idem para a Gibson/Epiphone.
Esses ingleses estão, mesmo sem querer, revelando a mutretagem que impera no mercado. Que seja uma lição também para as empresas nacionais "fabricantes de guitarra" chinesa. Alder, Ash e Maple da américa do norte não são madeiras caras, pelo contrário.

 Pra quem sempre quis uma Telecaster e acha as Fender americanas caríssimas, essa Vintage V52 tem o melhor custo-benefício do Brasil, provavelmente. :)

PS1: Depois de publicar esse post, fui pesquisar um pouco mais sobre essa V52 da Vintage. Aqui segue um excelente link (clique).

PS2: O Felipe me vendeu recentemente uma SX SG, que devo postar em breve. Só pra adiantar, ela estava do lado de uma Gibson SG Special e uma Epiphone SG Custom dourada. A SX, por 800 reais (com bag de luxo) não devia nada para as outras duas. Impressionante. Foi só trocar os captadores e a guitarra tá um absurdo de boa.

173 comentários:

  1. Bacana Paulo,começar o ano com uma dica dessa é show!!
    Essa guitarra realmente é muito boa,tenho uma dessa e esta entre minhas preferidas!Adoro a pegada desse braço!

    Pelo visto estas em otima forma tambem heim!rsrsrs

    Paulo tenho um certo fetiche pelas SGs,rsrs ,estou ansioso pelo seu post sobre ela...Não tenho nenhuma infelizmente,não sei o que elas tem mas parece que o braço dela não se adapta a minhão mão,não sei se é a angulação ou comprimento da escala...

    Abçs

    Ditão "Balalaika"

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    1. É o braço das Gibsons em geral, Ditão. Eu fiquei uns 15 anos sem chegar perto de Gibsons por causa disso. O da SG SX é no padrão da Gibson, mas eu já me acostumei com eles. Tô até gostando! :)

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  2. Da-lhe GAS do Sr. May!! :-) Realmente confirmo a qualidade das Vintage e especialmente essa V52. Aqui em Curitiba a Loja Do Musico tinha/tem e realmente é uma guita muito legal, com ótimo custo/benefício como o Paulo mencionou!

    Ahhh por culpa dele comprei essa SG da SX também... Essa GAS contamina a distância!! rsrs!
    Abraço

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    1. E o próximo post será o da SX, Jr. Vou esperar checares pessoalmente a minha e faremos a conclusão final em conjunto.
      Outra grata surpresa :)

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  3. Paulo
    Eu tenho uma dessas, só que na versão sem relic.
    Gosto muito do som dessa guitarra, porém a minha veio com algumas pequenas falhas no acabamento do braço mas pelo preço que paguei, logo que lançaram no Brasil em torno de 750 reais não tive como não comprar.
    A captação realmente é legal, mas o captador da ponte dá microfonia fácil com um drive mais forte. Troquei as molas que regulam a altura do captador por barrachinhas, aquelas mais tradicionais e praticamente resolveu o problema da microfonia. As tarraxas são muito boas, das melhores que já tive. A única coisa que me incomoda (mas nem tanto assim) é que o braço tem um raio maior do que é encontrado nas teles. Com certeza acima de 12", mas isso vai do gosto também. Eu gosto bastante dessa guitarra.

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    1. Tiago, não é a "V2" que te referes? Essa V52 tem raio de 10".
      Captador de ponte de Tele sempre grita com saturações mais fortes - realmente a troca das molas por borrachas alivia o problema.

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    2. Então Paulo, é a V52 mesmo, só que a versão sem relic. Quanto ao raio me pareceu maior digamos assim, realmente não da pra ter certeza por que eu não medi, eu tenho a impressão que é maior que 10", em comparação com outras guitarras que toquei com esse raio de escala, na verdade o braço parece ser mais largo. Quanto tiver a oportunidade vou medir ... mas a guitarra tem um excelente custo benefício.

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    3. Sim, Tiago - vamos esclarecer isso, com certeza. Se acabar comprando essa V52, vou medi-la nos detalhes.

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  4. Muito bacana seu blog, vc trata com muita propriedade de todos os assuntos, me chamoua atenção o fato de você citar as Vintage, tenho uma sunbust V100 e troquei os catadores por Alnico II pro da seymour duncam e ficou animal o som, sou satisfeito demais. Tenho a tal síndrome e o sonho de ter uma Gibson, aqui em recife as mais em conta são na faixa de 3400,00 recentemente fiquei interessado por uma epiphone na faixa de 2500 e pela AFD da Vintage, sei que é muito pessoal mas sendo musico amador em que guitarra você investiria? Até ler seu post sobre a afd Vintage eu achava que mesmo sendo a segunda linha da gibson a epiphone ainda era anos luz melhor que a Vintage, agora tô na duvida. Compro a epiphone standard goldtop, a AFD VINTAGE ou invisto os 3500 em uma gibson? Valeu e parabéns pelo blog.

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    1. Rodrigo,
      Se podes investir 3.500 numa Gibson (provavelmente a Tribute), vá de Gibson. Mas entre qualquer Epiphone e a Vintage AFD, eu ficaria com a Vintage, sem dúvida. Semana que vem provavelmente vou colocar lado a lado a Vintage AFD e uma Gibson Tribute e compará-las. Se quiseres esperar um pouco...

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    2. Mal posso esperar por essa comparação, Paulo... :D

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  5. Parabéns, Paulo! Mais um excelente post! Depois de sua análise da Vintage AFD, pesquisei sobre essa marca e vi que tem ótimas guitarras. Uma boa forma de calcular o custo x benefício de uma Guitarra aqui no Brasil é ver quanto custa a guitarra lá fora e depois aqui. Usando essa comparação fica fácil decidir. Por exemplo a Vintage V6 JHM: no site da Amazon ela custa U$ 400, no Brasil você encontra até por R$ 900!!! Ou seja, falando de Brasil, onde tudo custa o dobro, está de graça! Adquiri a V6 Olimpic White e estou MUITO satisfeito com a guitarra. O acabamento é muito bom. A única coisa da qual não gostei foi a altura dos trastes. Eles estão um pouco altos pro meu gosto. Espero seu review de uma Strato Vintage!

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    1. Também observei isso, Edu. Por alguma razão as Vintage parece que não são taxadas como as outras. O mais provável é que cheguem aqui direto da China, num preço bem baixo.

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  6. Sério que você achou 1250 nisso aí um preço muito muito bom? Já procurou saber por quanto eles vendem essas Vintage na Inglaterra? Pois é... É espantoso. Não sei quanto ao pessoal aqui, mas pra mim 1250 é uma grana considerável a pensar em se investir em qualquer coisa. Prefiro juntar mais um pouco, 2 ou 3 vezes mais esse valor e comprar algo mais consistente. Não vejo sentido em acumular 5 guitarras desse nível, por exemplo, sabendo que com essa grana eu compraria algo de mais peso e que manteria seu valor (não só monetário mas também icônico) daqui a, digamos, 20 anos.

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    1. Obviamente que sei o preço lá fora. A questão aí é dar a dica de uma guitarra excelente por um preço muito bom no BRASIL. Não estou discutindo os exageros da tributação nacional e nem o "valor de revenda" ou mesmo icônico.
      A dica é pra quem precisa de uma telecaster boa e não de uma Telecaster FENDER boa e quer algo na faixa de 1.000 - 1.500 reais.
      2 ou 3 vezes esse valor não é "mais um pouco", é muito.

      És o Rodrigo Sacramento? Identifique-se, por favor.

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    2. Não, não sou ele. O caso é que a Vintage é uma marca criada para o mercado inglês. Lá ela custa de 100 a 200 euros. Eu não sei quem está importando essas guitarras pro Brasil, se é a habro ou a pride, ambas mercenárias. Mas r$1300 eu acho muito caro. Eu quero dizer... se você pode juntar 1300, pode juntar 2600, 3000. E com isso se compra, por exemplo, uma Charvel japonesa ou uma ESP usada. Mas mantendo-se apenas nos 1300, podendo-se importar, se monta uma partscaster com peças mais bem confeccionadas. All Parts fabrica suas peças no Japão na mesma fábrica das Fender Japan e se encontra no ebay braço/corpo por menos de 80 dólares. Acho uma opção mais sensata, só isso.

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    3. Anônimo, deixa de reclamar! Você não sabe nem do que tá falando. Como uma Vintage pode custar 100 euros se só as tarraxas custam 40? É só fazer as contas: o preço dessa guitarra sugerido pela fabricante é de 329 euros. Faça a conversão e você verá que no Brasil ela está um pouco mais cara. Mas se você preferir pagar 4000 ou 5000 reais numa Fender (que lá fora é vendida a 1000 dólares), boa sorte, cara. A gente deve agradecer ao Paulo por trazer a visão de um cara experiente e com bom senso sobre essa paixão que são as guitarras. Não é fácil manter um blog como esse, e deve ser pior ainda responder a comentários como o seu, quem sequer identificou-se.

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    4. Não, cara, quem sabe é você. Tarraxas a 40? Sei. Não passa pela tua cabecinha de vento que o preço para um fabricante que compra as peças às baciadas é diferente do preço no varejo para o consumidor final que compra um só? Você sabe o que é MSRP? Você sabe que preço sugerido é bem mais alto que o preço cobrado pelo revendedor, né? Já que você é muito sabido e eu não sei do que estou falando você também deve saber que a importadora não adquire esses instrumentos pelo preço de varejo praticado no mercado inglês, nem muito menos, como você estupidamente intuiu, pelo MSRP, né, gênio?

      E ond você leu eu dizer que queria pagar 5000 numa Fender de 1k usd? Pagar r$5000 numa Fender de mil dolares é o mesmo que pagar mil reais numa Vintage de 100£, aliás, minto, a Fender sai mais em conta. Ao contrário de tudo isso eu dei a entender que dinheiro não dá em árvore e se devia pensar melhor antes de torrá-lo em qualquer coisa, juntá-lo e investir naquilo que mantivesse seu valor ao longo dos anos (e eu não falo só de dinheiro). Acho louvável o trabalho do Paulo ao ajudar o pessoal, entre testes e upgrades e tudo mais. Mas é preciso maneirar no hype, porque, sabe o que acontece?, daqui a um tempo você deixa de curtir o instrumento, ou os defeitos de construção começam a aparecer, ou ainda você tem a oportunidade de pegar coisa melhor, e fica lá aquele encosto que você não consegue repassar pra ninguém. Muita atenção, galerinha, antes de julgar tudo as mil maravilhas! A vida é dura e o mundo cruel.

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    5. Nessa loja tá £199. Ou essas guitarra subiram de preço nos últimos anos devido à procura ou é só nessa loja que tão vendendo mais caro, pois eu lembro quando essas guitarra chegaram no Brasil há alguns anos e a primeira coisa que procurei saber é por quanto vendiam na Inglaterra, mercado original da marca.

      http://www.guitarbitz.com/guitars-c48/electric-guitars-c57/vintage-v52-electric-guitar-butterscotch-p1255

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    6. Anônimo, tua opinião foi colocada e não será apagada, mas no penúltimo post usaste termos ofensivos ao Edu.
      Apagarei todo e qualquer comentário com ofensas pessoais.

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    7. Tudo bem, Paulo, me desculpe. Não perturbarei mais. Um abraço.

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    8. Anônimo, vc está equivocado.

      1- a guitarra que você mostrou é a V52 da reissue series, a analisada no blog é a da série Vintage Icon, que possuem um acabamento mais refinado, e é um modelo mais caro.
      2- A moeda da Inglaterra é libra, não é euro. A cotação atual de libra pra real é de 1 pra 3,15.

      Enfim, pode manter sua opnião, mas pelo menos se atenha aos fatos.

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  7. Tenho uma V52 sem o relic. Uma coisa chata é que pra poder ajustar a altura do captador do braço tem que tirar o escudo, e pra tirar o escudo tem que tirar o braço (ela tem uma casa a mais. Peguei um estilete e fiz o "ajuste".

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    1. Esse "defeito" é culpa do Leo Fender, Franco :) Ele quis prender o captador do braço direto no corpo para obter ainda mais graves. A ideia inicial dele era usar esse captador para simular um "baixo".
      A maioria das minhas teles tem escudo com furos para segurar os captadores do braço, mas a 68 está original nesse quesito.

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  8. Franco, tu compro onde sem o "relic"? Faz tempo que estou procurando e não acho... Excelente post Paulo.

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    1. Olá. Comprei faz uns 7 meses no site da barramusic.

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  9. R. Sacramento, Anônimo...

    É o preço do sucesso, Paulo!

    Abraços

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    1. Aprfoveitando, sua SG SX é tipo essa: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-452585225-guitarra-sx-standard-ssgstd-shelter-vinho-c-bag-frete-gratis-_JM

      ?

      Abraços

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    2. Pedro, acho que acertaste na mosca... O padrão de comentário, atitude e até a construção do texto são muito semelhantes.

      ... A SG é essa mesma. Já fotografei e documentei tudo. 3 peças de mogno sólido no corpo, braço de mogno, muito bem feita, sonoridade clássica de SG. Se não fosse por 3 trastes um pouco mais altos (coisa que dá pra arrumar facilmente), diria que é uma pechincha ainda maior que a V52 :)
      Refiz o headstock dela pra ficar mais parecido com o Gibson. Postarei em breve.
      Abraço!

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  10. Xará, se trouxer essa bicha pra casa, primeira ordem do dia: levanta a ponte e o escudo e olha a captação pra saber se não é cerâmica. A minha é, se quiser depois eu posto foto. Troquei por Artec AlNiCo, arranquei o cover do pup do braço, botei um 5-way switch fazendo as vezes de 4-way e deixei em Open-G ;)
    Outra coisa que não gostei nela é o espaçamento no nut, somado ao perfil da pegada do braço, o nut dela é de 43mm ou talvez mais e em escala de Fender nut largo assim o braço parece gigante, estranho à beça. Ah, a minha também é a não-relicada, como a do Tiago acima.

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    1. Paulo, muito bem colocado - os captadores são de fato cerâmicos. Poderia ter percebido isso se tivesse olhado com mais atenção para os pinos do captador da ponte. Já fiz um update no texto.
      A tua opinião e de quem de fato possui essa guitarra é muito importante.
      Vou sugerir no post que sejam lidas e consideradas.
      Obrigado!

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  11. Caro Paulo May

    Seria bacana se você pudesse fazer review da Vintage V6M e da Squier Classic Vibe, acho que são ótimas guitarras, o que acha?

    Abraços !!!!!

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    1. Tarcísio, tenho por regra só postar reviews quando de fato possuo a guitarra - não faz sentido fazer um review de um instrumento sem conhecê-lo bem ou apenas testando-o numa loja. Nesse caso da V52, postei porque é mais uma dica que um review - é bem provável que o preço dessas guitarras aumente em 2013.
      No fórum da GP há vários posts (Jr., Tanaka) sobre as Classic Vibe (que são muito boas, por sinal).
      Fico te devendo essas! :)

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  12. Squier Classic Vibe 50, me esqueci !!!!!!

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  13. Paulo, parabéns por mais um post de utilidade pública guitarrística!!! ;-)

    Há pouco mais de um ano vc me atiçou com as Strato, e o resultado foi uma CV'50... tô começando a olhar "diferente" pras Tele... hehehehehe...

    Ah, e relaxa com os malas. Só tem isso quem tem audiência! :-)

    Abração!

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    1. Valeu Sid! Até me esqueci da tua Classic Vibe :)
      Telecaster é a mãe das guitarras sólidas, umas mais simples de fazer mas também uma das mais complicadas pra acertar um timbre "na veia". Eu que o diga e tu tens acompanhado a minha saga há anos. Já montei, fiz e comprei várias - quando acho que sei a receita de uma boa tele, descubro mais uma coisinha e concluo que ainda tô longe. Mas continuo na luta! :)
      Abraço, meu velho!

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  14. Acompanho o blog faz tempo e sempre gostei das suas análises. Essa em especial me chamou muito a atenção, por se tratar de uma marca nova. O modelo V6M dessa marca me chamou muita atenção também. Seria possível publicar uma análise dele?
    A propósito, tenho uma Tanglewood TSB-58 (modelo LP) e gosto muito dela. Seria possível também postar algumas impressões suas sobre ela? Uma Les Paul com case e captadores bacanas por R$ 1300,00 não é de se passar despercebida, né? kkk

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  15. Agora vendo o comentário do Paulo C deu pra sacar o porque de eu achar o braço largo, na verdade então é a largura do nut, o raio pode ser que seja 10". Quanto aos captadores eu "desconfiei" de serem cerâmicos pela barra que tem embaixo deles, mas como não sou expert nesse assunto não sei se só isso tem a ver, mas de fato mesmo sendo cerâmicos eles soam muito bem, melhor que qualquer outro single cerâmico que já toquei. O captador do braço mesma coisa, tem a barrinha embaixo porém na minha guitarra é possível regular a altura do captador do braço sem retirar o escudo, inclusive troquei as molas que regulam a altura do captador do braço por aquelas borrachinhas, o que já havia feito no pickup da ponte.
    A propósito parabéns pelo blog, eu não costumo comentar mas sempre dou uma olhada aqui.

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    1. Obrigado, Tiago.
      Braço gordo é foda. As teles e stratos SX geralmente têm braços assim.
      Eu só avaliei - e não por muito tempo - a guitarra na loja. Teria que ficar alguns dias com ela pra saber se o braço é incômodo ou não.
      Mas nos primeiros anos da telecaster - pelo menos até 52 ou 53, os braços Fender eram bem gordos, na maioria.

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  16. Paulo

    Meu amigo ,me desculpe ,mas depois da minha experiencia com as Vintage, naquele lance de poplar/white mogno... fico com pé atras...

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    1. Nada mais justo, Gustavo :)
      Se bem que gostei da atenção dos caras na Inglaterra - se não resolveram totalmente a dúvida, pelo menos foram atenciosos.
      Ou não?

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    2. sim ,isso eles foram...sinceros ,não quero denegrir a Vintage ,mas acredito sim em outras alternativas da marca.
      Uma observação ,entre no site da vintage e procure vr100lm aquela LP jr com P-90... não existe mais !!!
      e vou lhe dizer mais ,por causa daquela confusão ,encontrei muitos sites UK vendendo a vintage ,como caracteristicas em poplar, então meu último contato com eles ,foi questionar isso e ainda mandar os links das lojas que estavam vendendo... moral da história ,tiraram a vr100lm ,pelo menos do site...
      Mas o melhor de tudo foi conseguir trocá-la pela ibanez...:)

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  17. Escrevo pra agradecer as muitas dicas que li no teu blog. Tive um contrabaixo da marca Vintage, em poplar com ferragens e caps wilkinson, e estava muito legal, até emprestá-lo e ser extraviado. Quem sabe um post sobre "trastes"? Altura, materiais, perfil de instrumento/guitarrista para cada tipo existente... Consto como "anônimo" pois não entendi as categorias (não tenho face, orkut ou outros, sou da 'antiga'). Abs, Tom Machado.

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    1. Tom, é só colocar no 'Responder como:' nome/URL e deixar a URL em branco. Não dá problema nenhum.

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    2. Pô, valeu! E depois dizem que não se pode ensinar um truque novo a um cachorro velho!

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    3. Trastes? Boa ideia Tom. Só preciso achar tempo! :)
      Bem vindo ao blog e, BTW: guitarrista "cachorro velho" é o melhor tipo de leitor daqui! KKK!

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  18. Paulo, por que será que eu não consigo ler só um post seu???

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    1. Imagino que isso seja um elogio, Markuzitu.
      Obrigado pela força!

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  19. Olá pessoal, escrevo para falar um pouco da Vintage e concretizar que fabricam ótimas guitarras, pois, acabo de adquirir uma Vintage Paradise e estou vendo nos mínimos detalhes sua fabricação!
    Primeiramente pesquisei em várias fóruns e assisti alguns reviews sobre a paradise e outras guitarras da marca...e realmente fiquei surpreso com os equipamentos. (Vi também o post do Paulo que adquiriu essa mesma guitarra)

    Primeiramente tinha muita dúvida sobre o local de fabricação...ligava para as lojas e todos informavam que a guita era de fabricação chinesa, portanto, para tirar essa dúvida enviei um e-mail diretamente para a JHS...e veja a resposta abaixo:

    Ou seja a fabricação deles é no Vietnã!!!

    Thank you for your email.

    Vintage® guitars are designed in the UK but are manufactured in the Far East (Vietnam).

    They are very much a very good value brand and the guitars you are interested in are available via our appointed distributor Habro Music.

    I hope that you’re able to make your purchase!!!

    Many thanks and regards
    Adam


    Adam Butterworth
    Adam Butterworth
    Export Sales Manager
    John Hornby Skewes & Co. Ltd.,
    Salem House
    Parkinson approach
    Garforth
    Leeds
    West Yorkshire
    LS25 2HR
    United Kingdom

    Segundo, eu estou achando a tocabilidade e o timbre dessa guitarra excelente...no momento estou tocando em uma placa M-AUDIO fast track simulando um SOLDANO, na loja testei em um Fender Hot Rod deluxe...e em breve testarei em um Valvulado da Victoria Amplifier e colocarei os comentários aqui.

    A única coisa que não gostei muito foram as tarraxas, apesar de ser wilkinson, eu achei elas "baranga" ... então vou fazer a troca pelas Gibson Vintage...

    Captadores: Eu adorei o som, mas vou colocar eles em uma Cort que está LTD que está parada e precisando de peças.

    Paulo vi que você trocou os captadores da sua...o que acha de colocar MOJO na ponte e no braço?

    Nesse link a foto da minha guitarra:

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=542582439086014&set=o.292964724105608&type=1&theater


    No mais é isso!!!

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    1. Que beleza de comentário, Randerson! Obrigado pelas informações.
      O Mojo 13/braço ficou perfeito, mas não tentei o Hot Mojo na ponte porque eu tinha um Rolph de ponte sobrando aqui.
      Mas como eu já possuo uma excelente Les Paul Gibson, acho que vou acabar oolocando um Rosar Supershred na ponte dessa Vintage - vai ficar bem mais versátil

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    2. obrigado Paulo. Estou aguardando juntar uma $$$ e vou comprar esses captadores.

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  20. Olá, sou um dos idealizadores do projeto Brazilian Guitar Team, que selecionará 10 guitarristas Brasileiros através e de um concurso realizado no Youtube e lançará um álbum com suas músicas utilizando verba arrecadada através de crowdfunding, que será distribuído gratuitamente online.
    No momento, precisamos muito de ajuda com a divulgação, para que a campanha chegue aos ouvidos do máximo de pessoas possível, por isso estou te enviando esta mensagem. Vi que você tem um blog e talvez possa nos ajudar.

    A campanha pretende levantar R$13600,00, pois os gastos serão:
    Gravação: R$8000,00 (R$800,00 para cada um dos dez selecionados)
    Mixagem e Masterização: R$2500,00
    Marketing e Publicidade: R$2000,00
    Artes Gráficas: R$800,00
    Questões Legais: R$300,00

    A campanha oferece diferentes recompensas de acordo com o valor que o contribuinte oferece, não havendo mínimo ou máximo para a contribuição.

    Nossa campanha pode ser vista em http://www.facebook.com/BrazilianGuitarTeam/app_291608934212293 e o video do concurso é http://www.youtube.com/watch?v=rJ0W0sr_rlg

    Somos uma equipe sem fins lucrativos e sem possibilidade de bancar o projeto, por isso a escolha deste formato de campanha. Aceitamos qualquer tipo de apoio e divulgação e agradeceremos formalmente em nossa página. Aceitamos também contribuições menores, não há mínimo para contribuir.

    Para maiores informações, acesse http://www.facebook.com/BrazilianGuitarTeam
    Ou envie um email para brazilianguitarteam@gmail.com

    Grande abraço!

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  21. Paulo parabéns pelo seu blog amigo, realmente é de primeira qualidade tudo que você escreve é muito proveitoso pra mim e acredito para muitos guitarristas, cara indiquei seus blog como fonte de conhecimento técnico na pagina do facebook, se não se importa, http://www.facebook.com/CeleiroMusicalEcletico
    no mais até a próxima, e continue assim!

    att
    Jorge

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    1. Obrigado, Jorge. É uma honra ser citado no teu facebook.
      Apareça sempre que puderes!
      Abraço!

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  22. Fala Paulo!
    estou eu aqui te enchendo de novo! :)
    Passei mais pra dizer que este blog influência muito nas minhas decisões e que também me ajuda muito nas conversas com a galera da escola de música e com o pessoal que toca lá do facebook, este blog realmente me proporcionou muita informação em relação à guitarras...
    Aliás antes do blog não gostava de telecaster de jeito nenhum e agora estou pensando em virar um adepto à elas haha :)
    muito obrigado por compartilhar do seu conhecimento com todos que veem o blog,eu o acesso diariamente e sempre revejo as perguntas pra ver se não faço colegas de blog como o Pedro Dits e o Tarcisio que carregam consigo mais experiência de estrada e que acabam me ajudando no início da minha também.
    Até mais e jamais cogite a possibilidade de acabar com o blog e quanto aos críticos que frequentemente aparecem por aqui digo que não compensa gastar seu tempo com eles montando suas resposta tão elaboradas e bem construídas como as que tenho a oportunidade de ler! gostaria de me tornar culto assim algum dia :)

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    1. Caro Bruno,

      Fiquei feliz por você já me considerar como um colega de blog, já que comecei a postar há pouco tempo!

      E os "pitacos" que dou por aqui, são apenas algo que fui adquirindo durante meus 13 aos 42 anos, e não tenho ter a pretensão de ser o dono da verdade, nem "professor sabe-tudo"!

      Sou mais um curioso do que um guitarrista (para ser bem sincero, estou mais para um músico medíocre),só toco guitarra base, e meus poucos solos não são lá aquelas coisas ! ;^)

      Mas, se precisar de alguma informação, pode contar comigo !!!!

      Tarcisio Junior

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    2. Bruno, depoimentos assim é que mantém esse blog ainda no ar.
      Assim como tu já fizeste e o Tarcísio acabou de escrever, quando o pessoal também tenta ajudar nas respostas, aí é que vale a pena mesmo.
      Agradeço a ambos pelo presença e ajuda.

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    3. Paulo esse "depoimento" não é nada de mais além de uma obrigação de quem lê este blog diariamente como eu!
      desculpe ela demora da resposta, eu lia os comentários seu e do Tarcisio e não pensava em nada que prestasse para responde-los, porém mesmo assim estou agradecendo-lhes pela consideração que tens por mim mesmo não nos conhecendo!

      E Paulo estou à espera do post sobre a SX SG standart, pois estou louco para juntar uma grana e comprar uma!( esse ano acho que terei um aumento :])
      gostaria também de perguntar sobre o que achas das guitarras jackson?
      O antigo dono da minha Giannini 84 me fez uma proposta para adquiri-la de volta e estou pensando de fazer um rolo numa Jackson de 2.000,00R$ que está à venda na minha escola de música, atualmente deram um desconto nela de 20%, portanto seu valor está em 1.600,00 R$ temporariamente!
      O rolo é bom ou ruim? qual é o seu veredito, levando em conta que a cerca de uma ou duas semanas atras o gesso de casa caiu em cima da Gianinni e amassou a sua lateral!

      Obrigado, gostaria de ter a opinião do Tarcisio também! hahaa :)

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    4. O post acabou de entrar no ar, Bruno...
      Não gosto das Jackson portanto não posso falar sobre elas...

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    5. Obrigado Paulo.
      Já devia ter pensado nessa possibilidade ,já que não gostas de headstocks angulados, floyd roses e em meio de 30 guitarras não possuir nenhuma Jackson.
      E sobre o post da SX, os meus olhos brilharam quando entrei no seu blog hoje e vi o post novo, estou realmente disposto a comprar uma dessa e investir num re-shape de braço caso não goste dele e uma modificação no headstock assim como fez.
      Até mais

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  23. Concordo totalmente com sua review Paulo, para quem quer uma tele e não faz questão de Fender no logo, essa é A TELE ! Numa faixa de preços bem mais abaixo, a da AXL também tem um custo/benefício impressionante ! Aproveitando, agradeço mais uma vez a sua gentileza de colocar o link para o meu blog, as visitas aumentaram muito depois disso !

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    1. Tenho uma AXL strato muito boa.
      O teu blog é excelente (mesmo). É presença obrigatória nos links :)

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  24. Eu tenho uma V52, uma V6m e uma V100 Lemon drop. Todas da Vintage. Melhor custo x beneficio hoje!!! Melhores que muitas Fender e Gibson que testei!!!

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  25. Paulo sabe algo em relação a essas novas tele da Benson ?
    Guitarra Benson Custom Series Nemesis Dlx
    corpo:ash
    braço e escala :maple uma peça unica
    ponte e tarraxas: wilkinson
    captadores : wilkinson

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    1. Não conheço ainda, mas sempre é bom lembrar que existe Ash nativo chinês. Tem características diferentes do da América do Norte.

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  26. Mas que outra marca sem ser Fender ou Gibson "não faz" questão que suas outras marcas "não" sejam inferiores? Fiquei curioso a respeito disso e aproveito para elogiar texto, ficou muito bom... machuca a verdade dos outros.

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    1. Obrigado Klaus.
      Estás certo, a lógica é que uma "segunda linha" deve ser inferior, pois não pode haver competição de mercado. Mas acho que me expressei mal - o problema é que há uma diferença de qualidade muito grande entre elas. Eu tenho uma PRS SE e posso te garantir que a distância entre ela e uma PRS americana é bem menor do que uma Epi para a Gibson. Idem para Squier/Fender.

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  27. Muito bom o post!
    Eu só corrigiria a parte do provável melhor custo benefício do brasil, pois acredito que quem detém esse titulo hj em questão de telecaster é a walczak, que tem uma qualidade tão boa quanto a Vintage, porém bem mais barata. A vintage possui madeiras mais "Classicas" mas a captação custom da walczak achei mais interessante. Enfim, quando puder testar uma walczak o faça, de preferência emprestada de alguém pra não bater a GAS... rsrsrs

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  28. E aí Paulo, alguém já comprou essa tele pra te ajudar?? :)

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    1. :)
      Por incrível que pareça, não! :)
      E olha que esse post tem uma média de 350 visitas diárias.
      Tô até evitando de ir na loja! KKKK!

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    2. Confesso que eu fiquei na tentação, mas com meus gastos de final de ano em equipamentos, fui obrigado a resistir... hahah...

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  29. Paulo, tava vendo o no site JHS e acho que as V52 com aquele relic exagerado eram as "Icom séries"
    http://www.jhs.co.uk/vintageiconguitars.html... tenho pra mim que essa é a V52 "normal"

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    1. Pode ser, pois a relicagem daquelas era muito intensa

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  30. Paulo, também sou "LPG" e sofro de "GAS"! Fico feliz em saber que há um espaço onde podemos discutir essa patologia !!! Em primeiro lugar, quero te parabenizar pelo site. Excelente!
    Além disso, comprei uma dessas V-52 e estou satisfeitíssimo com o instrumento. Além disso, tenho uma Tanglewood TSB 58 Honey Burst com captadores Entwistle... Que tal uma análise (autorizadíssima como a sua) dessa guita?
    Forte abraço e sucesso sempre. Um bend pra vc!
    Leandro Ataides

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    1. Obrigado, Leandro. :)
      Nunca toquei/avaliei uma Tanglewood. Falas em eu fazer essa análise?

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  31. Como comprei essa guita, a V52 icon há pouco mais de um mês, acho que posso comentar. Assim como o Paulo, passei numa loja, vi a guitarra, testei e comprei no mesmo dia. Nunca compro instrumento por impulso. Sempre pesquiso muito antes. Essa guitarra é EXCELENTE. Tenho uma Fender strato americana e sinceramente, essa Vintage não deve nada a ela. Ja tive duas outras Teles legais e essa matou a pau. Precisei gastar com uma boa regulagem e pequenos ajustes na escala, mas a guitarra ficou demais. A tocabilidade e o timbre são muito bons. As ferragens são ótimas, e os captadores me surpreenderam. Tanto que eu tinha certeza que iria trocá-los e havia comprado os Nocaster da Fender. Fiquei vários dias amando o timbre dos captadores originais com pena de mudar. Semana passada com ferro de solda em punho troquei. Sei não. To achando que só o a ponte vai ficar. Engraçado isso. Rs. Aliás a regulagem do captador do braço é bem enjoada, mas de forma alguma é necessário retirar o braço. Se vc puxar com vontade o escudo sai na boa sem estragar nada. Bem, gostaria de testar outros modelos da Vintage, pois acho que realmente são guitarras de ótimo custo benefício. Essa Telecaster eu recomendo MUITO. Alberto, Brasília DF.

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    1. Alberto, por favor, onde vc achou essa guitarra aqui em Brasília ?

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    2. Também não gostei do Nocaster do braço. Rebobinei-o no Sérgio Rosar.
      É uma das poucas situações onde um captador com ferrite pode funcionar bem, pois o ferrite meio que repõe os agudos que a capa e o fio 43 tiram. O Nocaster da ponte é de alnico 3 e deve ter soado meio tímido perto do original, mas é mais próximo do som clássico de tele... :)

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    3. Paulo, valeu pela explicação mais técnica sobre o captador. Luiz, eu comprei na harmonia, mas era filha única. Fui lá esses dias e falei bem da guitarra, e eles tem tido esse feedback com a Vintage. Devem trazer mais. Faz uma pressão! Abraço.

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    4. Valeu Alberto, vou sim.
      Obrigado
      Luiz

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  32. Acabo de ver a foto que você tirou numa postagem da página do Facebook da Vintage. Você está por dentro disso Jack?
    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=434972109904868&set=a.319245988144148.68818.292964724105608&type=1&theater

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    1. Não sabia, não, Caio. A página é da própria Vintage?

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    2. Rapaz, Caio, se tivesse mais tempo (impossível), faria uma versão em inglês desse blog :)

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  33. Em termos de tele acessíveis, me chamou muito a atenção a linha da Heavens Guitars, como esta: http://heavensguitars.com.br/loja/miss-t-surf-green-p-joao-paulo/
    Já ouviu falar delas?

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    1. Sim, e tenho opiniões positivas e negativas. Faça um search no fórum de equipamentos da GP - já falamos sobre elas lá.

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  34. Olá Paulo

    Investi numa Vintage tb, uma strato tb distressed, a V6HMRSB ICON Series. Vou levar num luthier pra ele dar uma olhada. Não tinha intenção de comprar no momento, mas aí tinha só este modelo na loja e fiquei empolgado, testei e acabei comprando.
    Especificações:

    Vintage® V6HMRSB ICON Series
    Body: Alder
    Neck: One Piece Hard Maple – Bolt On
    Fingerboard: Rosewood
    Scale: 25.5”/648mm
    Frets: 22
    Neck Inlays: Pearloid Dot
    Tuners: Wilkinson® WJ55D E-Z-Lok™ Distressed
    Vibrato: Wilkinson® WVCD Distressed
    Pickups: Wilkinson® Single Coil x 2
    (N) WVS (M) WVS (B) WHHB
    Scratchplate: Mock Tortoiseshell
    Hardware: Distressed Nickel
    Controls: 1 Volume/ 2 Tone/ 5-Way Lever.

    Aqui no site tem o modelo: http://www.jhs.co.uk/vintageiconguitars.html.

    Não tenho conhecimento técnico, mas vou falar com o luthier e aí se tiveres interesse posto as observações dele. Abraço e obrigado pelas orientações.

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    1. Zeca, todo comentário pessoal sobre uma guitarra própria é muito importante. Gostaria de saber a opinião do teu luthier sim, mas a tua, depois de tocares algumas semanas com ela e mesmo sem muito conhecimento técnico, seria essencial.

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  35. Bem Paulo, vou arriscar algumas palavras, ehehehe, mas perdoe algum equívoco. Depois que comprei ela, fiquei olhando com mais cuidado e pude notar que me parece que o corpo é em 3 partes (te mando algumas fotos depois). O acabamento é muito bom, e me chamou a atenção o envelhecimento das ferragens, a ferrugem ficou muito legal. Cheguei a perguntar pro cara da loja se a guitarra era nova mesmo! (ehehehehe) A captação são dois singles (da cor branca) e um humbucker (preto), pra parecer que foi trocado. Os knobs são brancos, mas meio amarelado simulando a sujeira do uso. O desgaste da tinta no corpo ficou legal, e a parte posterior do braço, seria digamos "encardida" ehehehe. Quanto a captação eu particularmente gostei, pois acho legal esta variedade que se pode ter de timbres, com singles e humbucker. O que notei foi um certo chiado excessivo, que ainda não analisei com cuidado, parece ser o do meio, pois o humbucker e o do braço parece estar com o som limpo. Um dos trastes acho que pela 20 casa mais ou menos, está com umas marcas que trancam a corda um pouco quando se faz bends, mas acredito que o luthier resolve isso com facilidade. Eu pude notar, ao que parece, que veio bem regulada, ao menos quanto as afinações dos harmônicos. O que me incomodou um pouco, mas aí não tem a ver com a guitarra, é que comprei um valvulado Borne Classic T-7, que achei muito bom, mas se uso ele com o som limpo, sem saturar a valvula com os singles fica ótimo, mas quando passo pro humbucker, quase não da pra tirar um som limpo, pois aí satura e distorce. Mas era isso, obrigado pelo espaço. Abraço.

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    1. Zeca, fui lá no site ver essa guitarra. Linda, com especificações de guitarra de 2.500 reais. Parabéns! Qto pagaste por ela?

      Do site:
      Body: Alder
      Neck: One Piece Hard Maple – Bolt On
      Fingerboard: Rosewood
      Scale: 25.5”/648mm
      Frets: 22
      Neck Inlays: Pearloid Dot
      Tuners: Wilkinson® WJ55D E-Z-Lok™ Distressed
      Vibrato: Wilkinson® WVCD Distressed
      Pickups: Wilkinson® Single Coil x 2
      (N) WVS (M) WVS (B) WHHB
      Scratchplate: Mock Tortoiseshell
      Hardware: Distressed Nickel
      Controls: 1 Volume/ 2 Tone/ 5-Way Lever

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    2. Valeu Paulo, paguei R$1.100,00. Acho que é o valor dela aqui no Brasil mesmo. No site ela está por 309 libras. Eu já achava que ela tinha um ótimo custo benefício, e pelas tuas palavras acho que valeu a pena mesmo! Abraço.

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    3. Ótimo preço. Uma pechincha :)

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    4. Paulo, aproveitando vou te perguntar uma coisa (sei que deves ter milhões de perguntas pra responder). Eu comprei um case rígido para a guitarra, e tenho dúvida no seguinte: Na cidade que eu moro (São Gabriel - RS) o clima é seco, sendo bem quente no verão e bem frio no inverno. Tem problema de eu deixar ela sempre no case, quando não estiver em uso? Abraço.

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    5. Zeca, de cada 10 opiniões, 9 afirmam que o melhor local pra guardar guitarra é o próprio case :)

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  36. Ok Paulo, valeu pela dica!

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  37. Fala Paulo, td ok? Já publiquei em seu blog... Seguinte, tem um cara vendendo uma Vintage ICON V52 series, mas ele quer 1.400,00 e disse que pode chegar a 1.200,00. Não experimentei a guitarra. Sei que é meio genérico o que vou perguntar, mas o quer vc aconselha prestar bem atenção em uma "primeira olhada", já que provavelmente não terei onde testá-la? Estou me guiando pelos reviews da internet e agora vi aqui no seu blog. Vc achou o braço muito "gordo" pra uma tele? Acha que 1.200,00 estaria bom, principalmente se for parcelar? Outra coisa, curto o headstock padrão Fender, compensaria tentar mexer e deixar ele com o "tal tradicional desenho"?
    Um grande abraço e Parabéns pelos belos posts que realizas!

    Daniel

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    1. Daniel, não tem como errar com uma dessas. É tele de verdade, necessitando, se muito, uma troca do captador da ponte. O preço tá ótimo, ainda mais considerando o preço das squiers por aqui...
      Acho que dá pra adaptar o headstock para o padrão Fender, pois ele me parece maior.
      O braço é semelhante ao das teles Fender dos anos 50 e um pouco mais gordo que os atuais, tipo "C" moderno.

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  38. fui na multisom no shopping itaguaçu e tinha os dois modelos, a v52 e a v62. Levei minha tele richie kotzen como parâmetro de comparação, toquei com as duas, e me apaixonei pelo timbre da v62..

    já fiz a furação no escudo para regular a altura do cap do braço sem ter que desparafusar tudo (não entendi a moral dos caras fazerem desse jeito), e já instalei um treble bleed.. no momento está com um amigo meu, que me emprestou a sua vintage les paul com mini humbuckers enquanto fica com a minha nova tele..

    guitarras vintage = melhor custo benefício, PONTO FINAL.

    Gostei tanto que acho que vou atrás da strat signature deles.
    Obrigado pela dica, Paulo, não fosse você nem iria saber da existÊncia dessas guitars!

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    1. o modelo que peguei é da série ICON SERIES, com uma relicagem bem interessante, apenas o escudo totalmente branco que não me agradou..

      como mesmo você faz para envelhecer escudos e capas de captador, paulo?


      ...lembro de ter lido isso aqui, mas não me recordo, bem, onde. abraço!

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    2. em relação ao timbre, captação de alnico, com toda a sinceridade de quem possui uma telecaster signature richie kotzen, os caps da vintage são muitíssimos vintage, e pessoalmente gostei demais do brilho e do "bite" da guitarra..

      como a tele RK tem um projeto mais Hot Rodded, vou deixar vintage exatamente como está para ter uma guitarra totalmente vintage, tanto em timbres quanto em aparência.

      Não pretendo mexer nela tão cedo - se é que o farei. A guitarra é excelente.

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    3. Isso, a mordida da tele é única. Mais legal ainda quando tocamos com uma banda - ela aparece em qualquer mix...

      Luiz, o link para os plásticos:
      http://guitarra99.blogspot.com.br/2011/10/tingindo-plasticos.html

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  39. Que nada, Luiz - "nóis tá aqui pra isso" kkkk!
    Como ela soou em casa?

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  40. Paulo, boa noite!
    Trabalho atualmente no site Pedalmaniacs gravando os reviews dos pedais em nosso canal no youtube (www.youtube.com/pedalmaniacs) e preciso de uma guitarra legal para continuar a gravar. Saberia me dizer se essas guitarras são pintadas a Nitro? Saberia dizer tb se existem na cor sonic blue?
    Se comprar uma, colocarei um par de caps Guitar Garage que aqui tenho. Adoro esses caps.
    Grande abraço e parabéns por seu blog fantástico.

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    1. Obrigado, Thiago.
      No site não especifica, mas eu diria com uma certeza de 95% que o acabamento é moderno (PU ou similar). As Teles de série Icon/V52/V62 só tem as cores das fotos. A strato Icon V6 tem na cor Laguna Blue.
      Os captadores da Guitar Garage são excelentes!

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  41. Paulo, já havia tocado em uma dessas. Como eu ainda não tinha uma tele, acabou me batendo um GAS forte e hoje trouxe pra casa uma dessas. Gostei bastante do pickup da ponte, o do braço não gostei. No geral foi mai sdo que excelente a compra.
    Só fiquei em dúvida se os pickups são mesmo cerâmicos.
    Achei esse review que afirma que são Alnico.

    http://www.ivormairants.co.uk/vintage-v52-bs-reissue-series-butterscotch.html

    De qualquer forma, com o teu aval senti firmeza na escolha.

    Abraço!

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    1. Também achei no site do fábrica, mas o texto é de 2009. Talvez eles tenham mudado (http://www.jhs.co.uk/New%20Products/VintageV52%2BV62.html)
      De qualquer maneira, é só checar embaixo do captador e ver se tem a barra de ferrite.

      Sem abrir, dá pra ter uma ideia pelos pinos do captador - os de alnico são mais escuros e foscos. Os de metal, cromados.
      Mas independente disso, é uma ótima telecaster :)

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    2. Paulo, mandai dar uma regulada geral e aproveitei para olhar: ALNICO na cabeça. Só não sei se há lotes com diferenças de P.U's ou algo assim. Abs

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    3. Muito interessante. A tua é de fato o mesmo modelo, com relic e tudo?

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    4. Paulo, desculpa a resposta super atrasada: a minha é uma Icon relic mesmo, e alnico. Abs!

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  42. Tem cara que vem aqui só pra descer a porretada nos posts, querendo ridicularizar uma guitarra desse segmento ao tentar compará-la com uma Fender americana, ESP ou outras marcas já há anos estabelecidas, cujos produtos associam muito de suas estratégias de marketing e publicidade ao preço, além das matérias primas, processos de fabricação e gastos operacionais.

    Ora, o cara que tiver 4, 5 mil pilas pra investir em uma guitarra dessas certamente o fará. Já o cara que vem aqui ver estes posts de guitarras na faixa de mil a 1500 reais quer na verdade ter uma noção de custo/benefício para saber no que investir dentro de suas possibilidades e de preferência ter uma noção boa do que vale ou não um upgrade.

    Infelizmente tem gente que mistura as coisas e acha que todo mundo tem que pensar igual e fazer tudo igual.

    Caro Paulo May, continue com seus posts. Para mim, estão de parabéns. E quem ler que tenha capacidade crítica para analisar e decidir o que é melhor para si.

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    1. Muito bem colocado, Rafael.
      É essa a perspectiva que tenho em mente quando publico os posts.

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  43. Meu quirido, to em negociação com um cara de são paulo pra trocar minha LTD Viper 256 AVB por essa lindeza de telecaster. To com medo de sair perdendo. Li Seu "review" sobre a guitarra a um tempo atrás e por isso me interessei nessa troca. Dica de amigo, é um bom negócio?
    Ps: Curto bastante a Viper, no entanto estou a alguns meses louco por uma boa telecaster (comprei uma memphis baratíssima 2 meses atrás)

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    1. Rick, a tua guitarra é muito boa e acredito que o valor de mercado é até acima da Tele Vintage, mas a qualidade das duas se equipara. Eu nunca dei muita importância para "valores de mercado". O que interessa aí é o "valor subjetivo" - se queres realmente uma Telecaster boa, acho que vale a pena a troca.
      A decisão final é tua, meu quirido... :)

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  44. Paulo,
    Eu tenho essa Icon 52 (vintage) já faz uns 4 meses, e uma Strato AM Std... essa Vintage é uma baita guitarra com som caraterístico de Tele e com pegada muito diferente devido o braço "C" dela, o som dela é apaixonante.

    Mais estou sofrendo com ruidos alto dela, mesmo no canal clean no meu blues jr.... Estou pensando em mandar fazer uma blindagem e trocar os captadores, acho que ela vale o investimento hehehe.
    Me dá umas dicas de qual captadores vc me indicaria, estou pensando em colocar Dimarzio Area T , o que vc acha?

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    1. Telecaster é barulhenta mesmo, Marcos. Só perde para os P90 :)
      O Área T tem algum cancelamento de ruído... Perdes um pouco no timbre mas te livras do barulho :)
      Entretanto, para ponte de Tele, na minha opinião, nada bate o Rosar Hot T

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  45. Paulo, eu não entendo muito(nada)a respeito, mas aproveitando a mão de obra, você acha necessário aproveitar e trocar os pots de volume e tone ou alguma coisa assim... ?!

    Estou vendo com um amigo um jogo para tele Lindy Fralin BLUES SPECIAL.

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    1. Lindy Fralin só faz coisa boa...
      Os pots são chineses, mas nem por isso ruins. Provavelmente os Fralin foram feitos para pots de 250k. Cheque o valor dos teus e troque, se necessário. Pots Alpha são de boa qualidade e fáceis de encontrar no Brasil. CTS são os melhores.

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  46. Bom meu breve depoimento.
    Comprei uma Vintage V6 reissued depois de muita procura por 890 reais nova.
    Voltei agora de viagem pra fora e não contive e comprei uma Fender Classic Series 50s. Agora vem.. Eu recomendo fortemente essa vintage, sinceramente to quase vendendo a CS 50, quase não existe diferença que justifique 2 mil reais a mais. Eu estou quero colocar um Set de Seymour Duncan SSl-1 mas ainda não consegui decidir com qual ficar.. Engraçado que eu comprei a fender na Inglaterra e lá os vendedores chamam a vintage(que é inglesa) de "garbage" (lixo). A única coisa que preferi foi o Soft V da fender e os captadores dela são ligeiramente mais mansos e o som dela desligado é mais "claro" que a vintage, mais definido, e a falta de controle de tom precisaria ser resolvido, porém plugado a vintage ta pertíssimo. Agora me da receio em colocar captadores na vintage e melhorar toda a eletrônica dela por ter sido muito baratinha. rs
    Eu queria tentar descobrir em quantas peças de alder são feitas essa v6, mas meu olho é muito ruim.. Se alguém ainda tem dúvida pode se desfazer dela, não acredito que tenha algo tão honesto por esse preço. Salve vintage.

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  47. Geralmente 3 peças, Lucas, mas a da foto tem 2 peças... Na parte de trás dá pra ver bem a colagem central.
    Procure por irregularidades/interrupções da textura.
    Certamente o vendedor inglês falou "garbage" porque tinha interesse em vender algo mais caro... :)

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  48. Obrigado pela reposta Paulo,
    você tem alguma recomendação de captadores nacioanais para Strato? Já li que você gosta do Rosar para a tele. Particularmente o SSl-1 da Seymour soa maravilhoso para mim, e mês que vem vou pros states e posso trazer, mas eu gosto de prestigiar o nacional também. Abraço

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  49. Olá Dr Paulo tudo bom? Sempre acompanho seu blog, parabéns pela iniciativa e por dividir com nós os apaixonados pelo mundo das guitarras suas descobertas. Depois de ler e reler este post da Vintage v52 umas trocentas vezes, comecei a caçar uma, consegui com um amigo por um preço que é uma pechincha, a minha não tem relic, acho que daqui uns 20 anos ou menos ela vai ter o seu relic natural hehehehe, realmente a guitarra é excelente, a minha tem corpo de 4 partes, achei que eram 3 mas umas das emendas foi tão bem encaixada que quase passou desapercebido. A guita é realmente maravilhosa e responde bem pra vários estilos, eu toco country rock, no meu mundo ela é perfeita.
    A unica coisa que realmente faltou foi um pouco de pegada no cap da ponte, estou pensando seriamente em investir no rosar hot t que você mencionou, eu toco muito Brad Paisley, ele usa um set de seymour no braço e Lindy Fraling overwound na ponte, achas que o rosar vai me suprir essa falta de pegada do cap da ponte? Abraços e mais uma vez parabéns!

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    1. Obrigado, Felipe.
      Cara, depende do que eu e tu entendemos por "pegada". :) Pode ser mais ganho, mais corpo, mais médios, mais ataque... Difícil saber.
      O Rosar Hot T satura muito bem e deixa a Tele falar legal. Excelente definição de notas.
      Ouça esse captador no post "Vídeos do Blog" - tem demos crunch e saturado.

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  50. Paulo,
    Uma opinião sobre 2 Stratocasters c x b: Vintage V6 x Squier Standard (as duas praticamente no mesmo preço).
    Vintage V6: corpo em American Alder (é o que anunciam), Ponte Wilkinson WVC (6 parafusos, com saddles de aço e bloco de zinco full size), captadores Wilkinson WVS Alnico V, Tarraxas Wilkinson (estilo vintage).
    Squier Standard: corpo em Agathis (WTF?), Ponte moderna (2 parafusos), com saddles de liga de alumínio anodizado e bloco de zinco reduzido (aquele fininhos), captadores Standard Single-Coil Strato (se não me engano, Alnico V) e tarraxas Standard Die-Cast.
    Pelas especificações (e pelas ótimas impressões postadas sobre as telecasters da marca), iria de Vintage V6, mas como nem sempre as especificações dizem tudo... (a ideia não é fazer nenhum upgrade num primeiro momento).
    Questão do estilo da ponte (moderna ou vintage) é irrelevante para mim.
    E, por falta de $$$, não cogito, por ora, em uma Squier VM (corpo em Basswood) ou CV (corpo em alder).
    Valeu

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    1. Não há comparação, Yyz. O agathis até serve para guitarras modernas e captadores de alto ganho, mas é muito ruim para teles e strato. Já tive uma tele Standard de agathis. Linda, excelente braço, captadores de alnico, mas o corpo não falava nada. Não gosto do basswood também, mas o agathis consegue ser pior que ele.
      A vintage de alder é muito mais guitarra.

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    2. Paulo, muito bom o seu blog! Fiquei sabendo dele através de dois colegas meus de trabalho.
      Eu comprei recentemente uma tele squier standard, justamente essa com o corpo de agathis. Escolhi ela pelo som e gostei bastante.

      Tu aconselha trocar o corpo dela por outro? Alder, por exemplo?

      Abraço e parabéns de novo pelo blog!

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    3. Andherson, é aquilo que falei antes - pra mim o alder é bem superior ao agathis nas teles. A minha standard até tinha som de tele, legalzinho e tal, mas ao plugar uma de alder e comparar as duas é que percebemos as diferenças.

      Observe que é uma opinião pessoal. Não gosto de corpos de agathis, cedro e basswood, mas tem gente que adora.

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    4. Obrigado, Paulo.
      Te alugando mais um pouco: vale a pena pagar uns R$440,00 a mais do que pagaria numa Vintage V6 e pegar uma Squier CV 50s? Corpo em alder, escala em maple, captadores Alnico III (made by Tonerider, reza a lenda) e ponte com bloco fino (agora, com os Manara blocks, isso é fácil de ser resolvido).
      Tiveste a oportunidade de testar essas Squiers CV? O que achaste?
      Só leio elogios a elas. Vi umas fotos da guitarra aberta: cavidades sem piscinão e até pintadas com tinta condutiva.
      Será que vale a diferença de $$$?

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    5. A strato Squier CV é uma guitarra muito boa - só falta realmente trocar o bloco da ponte. Mas, considerando as guitarras em si, pelo aspecto técnico e qualitativo, acho, pessoalmente, que ela não vale 440 reais a mais que uma V6.
      E o single de alnico III é uma faca de dois gumes: podes gostar ou não... Ele é mais macio e suave que um de alnico V.

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  51. Paulo, para uma Telecaster para Rock Clássico (sem o twang do Country) seria melhor o Ash do que o Alder?
    Será que a Telecaster Classic Vibe Squier tem mais som que essa Vintage? o que acha?

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    1. A Squier Classic Vibe tem corpo de Pinus - soa mais macia e fechada.
      Ash tem muito mais variação de qualidade, então, só testando cada uma. O Alder é mais estável e previsível. Bem mais garantido quando não puderes testar devidamente a guitarra.

      Em relação à outra pergunta, a Thinline é menos roqueira que a sólida. Fica bem em estilos como indie e pop, mas pra rock clássico, nada bate uma boa tele com braço de maple/rosewood.

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  52. Comprei aqui em Porto Alegre a Vintage V62 Relic,com escala em rosewood...linda ,perfeita,sem ruídos vazando dos caps,sem microfonia ,nem hum....ela é silenciosa.Paguei R$1.150,00 na Multisom.Testei outras como Squiers,Tagimas,mas elas nem se comparam com a qualidade dessa Vintage.Já tenho uma Fender American Strato ,mas queria uma segunda guitarra para bater,tocas fora de casa,com amigos ,estúdio,etc...se ela valesse 2.000,00 valeria pelos lixos que tem no mercado com preços absurdos.Como toco Metal também ,comprei na Mensageiro Musical de Floripa um Rosar Extreme Hot Tele...vai ser uma Tele from Hell

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    1. Vai ficar porrada, sim. :) Só dê uma checada no valor do pot de volume (geralmente tem que desparafusá-lo porque esse valor está impresso na face de contato com o control plate), pois com dual blade ela deverá soar melhor com pot de 500k. Acredito que já deve vir de fábrica com 500k, mas sempre é bom checar.

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    2. Acho que vem com 250k.Mas tudo bem .Minha Fender tem um humbucker na ponte ,ela é HSS e consigo uma distorção bem legal com meu cubo Roland 20 XL (extreme setting que distorce parafuso até virar prego) e é o captador stock com que tem as mesmas especificações do JB da Seymour Duncan ... toco mais em casa com volumes baixos e as vezes fora com amigos ...vou deixar 250k mesmo ,sei que é subdimensionado e não vou usufruir de todo o potencial do captador, mas pra mim já está ótimo. O importante é que essa guitarra é o melhor negócio que eu fiz pelo preço. O braço dela é um doce pra tocar. Achei a pegada igual ao da minha Fender...muito boa.

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    3. Correto... Se tá bom, não mexe! :)

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  53. Olá Paulo May!

    Meu nome é Eduardo e sou de Aracaju-SE. Parabéns pelo excelente blog. Adquiri recentemente a guitarra tema dessa seção de dicas do blog... Por influência deste, acabei comprando a Vintage Icon V52. Pedi minha guitarra via on-line numa loja do Paraná, dessa, não tive a oportunidade de ver e testar a guitarra pessoalmente. Ao chegar em minhas mãos percebi que a guitarra possuía o mesmo visual das fotos que você publicou... Com relic mais suave. Eu tava namorando e decidido pela versão com relic mais pesado ao navegar pela web. Mas, por falta de atenção da minha parte não verifiquei qual versão se tratava... Entretanto, de qualquer forma, a guitarra é bonita e bacana. Toquei pouco... Mas, verifiquei que a guitarra precisa ser regulada por um luthier... Tá trastejando bastante... Quando eu tiver um tempo vou levá-la o quanto antes. Considero uma situação normal por se tratar de uma guitarra importada... Clima, transporte e outras variáveis influência nesse aspecto. Outra coisa que notei é a área entre o corpo e junção com o braço... Não veio 100% junta... Não sei se me entende... Existe um ínfimo espaço entre o corpo e o braço que dá pra ser notada quando a guitarra é vista de "frente". E mais uma coisa é o botão de volume... Achei um pouco com "folga". Em relação ao som da captação percebi que ela soa menos quente que a minha tele Tagima T-505 (Captação Alnico)... Mas, notei que realmente a proposta da Vintage é ser clássica em tudo... A minha outra guitarra é claramente mais "moderna"... A pegada do braço, o som e etc. Entretanto a Vintage é silenciosa e a minha Tagima é barulhenta.

    Diante do exposto... Apesar de algumas coisas que considero normal...Estou amando a minha nova garota telecaster.

    Quando a regular e a "arrumar" postarei considerações a respeito.

    Uma coisa a salientar é que não sou músico profissional... Sou apenas um cara que toca pouco e que ama blues e rock 'n roll clássico.

    Abração!

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    1. Outra coisa Paulo May... Sobre a questão das "versões de relicagem" entrei em contato com a empresa via facebook para esclarecer a minha dúvida a esse respeito. Não sei escrever/falar em inglês e, dessa forma, utilizei a ferramenta Google Tradutor.

      FACEBOOK:

      Conversa iniciada - Quarta

      DUDAMORAES

      Hello! My name is Eduardo and I'm Brazilian. Days ago I bought a guitar Vintage Icon V52. By accessing the website of the company you realized that the image of that guitar has a relic heavier. In turn, the guitar has a relic that got softer. There are two versions of the same guitar? Hugs! Ah ... Sorry I do not speak nor write in English ... I am using the Google Translator.

      Duda Moraes
      23/10/2013 13:01

      Olá! Meu nome é Eduardo e sou brasileiro. Dias atrás comprei uma guitarra Vintage Icon V52. Ao acessar a página da web da empresa de vocês percebi que a imagem da referida guitarra tem uma relic mais pesada. Por sua vez, a guitarra que adquiri tem uma relic mais suave. Existem duas versões da mesma guitarra? Abraços! Ah... Desculpe-me não falo e nem escrevo em inglês... Estou utilizando o a ferramenta Google Tradutor.

      VINTAGE

      Hoje
      Vintage
      04:56

      Hi Eduardo, and thanks for your message!
      In the last five years, we changed the factory where we made this guitar. There are always differences with each production batch of guitars, and this also makes a difference.
      The first V52 ICONs we got had quite subtle relic jobs. Then we got some more, which were really really reliced! Like they were 50 years old and someone had set them on fire
      Since then, we got more different ones, but the one in your picture looks like one of the less reliced ones. It's beautiful! Hope you are enjoying it.
      We hope this makes sense, and that it works with Google Translate!
      Cheers,
      Team Vintage

      Oi Eduardo, e obrigado por sua mensagem!
      Nos últimos cinco anos, nós mudamos a fábrica onde se fez esta guitarra. Há sempre diferenças com cada lote de produção de guitarras, e isso também faz a diferença.
      Os primeiros V52 ICONs que temos tido empregos relíquia bastante sutis. Então nós temos um pouco mais, que foram realmente muito reliced​​! Como eles tinham 50 anos de idade e se alguém tivesse lhes ateiam fogo
      Desde então, temos mais diferentes, mas a um em sua imagem se parece com um dos menos reliced​​. É lindo! Espero que você esteja gostando.
      Esperamos que isso faz sentido, e que trabalha com o Google Translate!
      cheers,
      Equipe Vintage

      Obs.: Enviei foto da minha guitarra na mensagem.

      https://www.facebook.com/photo.php?fbid=172996192903508&set=pb.100005793841818.-2207520000.1382649477.&type=3&theater

      Abraços!

      Eduardo

      Aracaju-SE

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    2. Exatamente Eduardo, madeira reage à temperatura, tensão e umidade. O tensor existe pra compensar esses movimentos. Um luthier resolve isso tudo num tapa :)
      Os captadores infelizmente são cerâmicos. Tem quem goste, mas seria a única coisa que eu definitivamente trocaria.

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    3. O que o cara deixou claro é que eles não têm um controle perfeito dos relics - o que era de se esperar, pois relicagem "industrial" é complicado. Mas acho legal a tua ter um relic "leve", pois podes deixá-lo mais natural, principalmente a borda de encosto do braço, que é muito linear. Mas gostei dela assim também... :)

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  54. Agradeço o feedback Paulo May! Me amarrei na guitarra... Quando a vi pessoalmente... Show de bola... E realmente vi que a relic está de fato na medida... Dando um "ar" mais realista, sem exageros. Acho que na véspera da compra tava vendo meus DVD's de Stevie Ray Vaughan tocando com a sua "number one" detonada e fiquei empolgado :) . Segunda-feira levo pra regular e depois, se o pessoal tiver interesse, falo um pouco mais dela... Lembrando que é a opinião de um cara comum que apesar de tocar pouco, sabe apreciar um bom som :).

    Abraços!

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    1. Claro, não deixe de voltar aqui e finalizar o teu parecer sobre a guitarra :)

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  55. Comprei hoje um Vintage V62 Icon, graças as informações aqui do blog e de algumas pesquisas na internet. Estava com uma Fender strato mexicana e não encontrava meu som nela, consegui fazer um negocio na loja.

    Testei os dois modelos V52 e V62, para o meu jeito de tocar me identifiquei na hora com a 62, mas posso dizer com toda certeza que as duas são excelentes guitarras, o que muda é um pouco a pegada do braço... achei a V62 mais confortável o shape deve ser diferente.

    Obrigado Paulo May, por sempre nos deixar informados sobre o universo das 6 cordas e me ajudar a encontrar a Tele perfeita pra mim.

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  56. Olá Paulo na semana passada adquiri uma vintage V52 Reissued series... eu to satisfeitíssimo com ela... Li sobre a marca aki no seu blog e venho agradecer pelas informações sobre a marca... e outra, consegui ela pela bagatela de 860 reais !!! pq era a ultima da loja... já tratei de envenena-la com captadores Texas Special da Fender e pretendo colocar um control plate de 4 posições e ponte da fender (que tenho aqui) !! Comparei ela diretamente com uma fender MIM Olympic White e posso confirmar a diferença de sonoridade é minima... a Fender possuia um som levemente mais encorpado (talvez por causa dos caps ceramicos da wilkinson serem inferiores), mas a V52 batia na questão de acabamento... mt mais bem feito !! Mas enfim... acompanho sempre o blog e digo q vcs estão de parabéns ehuehuehu melhor seria se as postagens fossem diárias euhehueuheuhuhe aí é querer demais ne !!! um abraço !!!

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    1. Obrigado Wilson! :)
      Essa Tele da Vintage é realmente muito boa. E tu ainda conseguiste uma por 860 reais! Uma mexicana standard cheia de emendas custa no mínimo o dobro disso.
      Se vais colocar uma ponte Fender de 3 saddles, recomendo manteres pelo menos os saddles compensados de latão da ponte Wilkinson pra teres uma afinação mais adequada.
      Parabéns pela guitarra :).

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  57. Paulo.
    Você sabe dizer se as guitarras Vintage V62 possui cavidade com espaço suficiente para colocar um humbucker no braço ?

    Abraço

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    1. Não sei, mas é bem provável que a cavidade seja de single.

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  58. Tudo bem Paulo? Estou de volta... Levei a guitarra no luthier para fazer a regulagem e alguns ajustes... E agora está tudo ok. Eu estava esperando chegar meu amplificador novo (um valvulado ACEDOAUDIO 288, 15 W, 1x12) pra testar a guitarra e poder fazer o comentário, mas, vai demorar mais uma semana pra chegar... Assim, resolvi antecipar minha opinião com o pequeno amplificador que tenho no momento (Crate GFX-15). Vamos lá... A guitarra tem um som fantástico... Nem vou mais pensar em trocar captador tão cedo... Estou na fase do namoro... Tá show do jeito que está. Como já falei antes... Ela de fato tem proposta clássica e soa como tal... Ótimos timbres!!! Não sei em relação ao futuro, mas, é uma guitarra que não venderei de forma alguma... Posso comprar outras, mas, essa fica. Sem mais... Se não vai ficar texto redundante. Agora só esperar o amp chegar e ver como a danada se comporta nas válvulas... Deve ficar show!!! Agradeço pela fantástica dica de compra. Abração!!!

    Agora a pouco postei no meu facebook um trecho do som da guitarra... Só que é vídeo feito pela webcam... Amplificador bem baixinho por causa do horário... Não ouvir reclamações dos vizinhos... De tão baixo dá pra ouvir até a palhetada nas cordas. Não dá pra ter a dimensão do som real, mas, fica o registro.

    https://www.facebook.com/photo.php?v=180674242135703&set=vb.100005793841818&type=2&theater

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  59. Olá!

    Por indicação do blog, comprei minha Vintage V52. No entanto, comprei uma usada por R$ 750,00 e ela não é relicada. Achei um bom preço, visto que vai demorar um pouco para viajar para os EUA e eu tava numa ansiedade danada de ter uma telecaster.

    Duas coisas que me incomodaram:
    - O corpo da minha é de 3 peças, as quais tem tonalidades diferentes
    - Há um verniz muito grosso aplicado e brilhando.

    Para resolver este incômodo do verniz, o que posso fazer, considerando o que é praticado nas guitarras? Temo remover o verniz e a guitarra acabar perdendo valor comercial.

    Muito obrigado mais uma vez pela usual ajuda de vocês!

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    1. O "valor comercial" é relativo, Renato. Depende do conhecimento de quem compra.
      Para quebrar o brilho do verniz, podes utilizar a mesma técnica descrita aqui:
      http://guitarra99.blogspot.com.br/2010/11/sem-luthier-parte-2-bracos-envernizados.html

      Quando fores vender, é só polir novamente que o brilho volta.
      Qto à diferença de tonalidade das madeiras, só retirando o verniz atual do corpo e pintando novamente com uma cor sólida.

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    2. Pelo que estou vendo aqui, me parece que tive bastante azar com esta guitarra. O corpo dela tem 4 peças (e não 3)... Sendo que uma das parte é bem mais escura (esteticamente destoante). De qq forma comprei por 750 reais (usada) e acho que consigo vender fácil.

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  60. Olá Paulo. Você experimentou usar o captador do braço (telecaster) sem o cover metalico? O que achou? Conhece alguem que usa assim? Experimentei e achei muito parecido com o som de strato mas infelizmente apareceu uma chiadeira danada.

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    1. Já, mas se for pra deixar sem o cover e comprometer o visual vintage, é mais legal ajustar o escudo e colocar um cap de strato, que soa bem melhor que esse pequeno da tele. Tenho duas teles com essa configuração e soam fantásticas.

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  61. Me interessei na guitarra, não consegui entrar em contato com o Felipe pelo celular, alguem tem o facebook dele ?

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    1. Puxa.... Estás bem atrasado - Já faz um ano do post, a guitarra em questão foi comprada em seguida e atualmente o Felipe nem trabalha mais na loja. Tente o telefone principal e peça para falar com o gerente da loja, mas eu acredito que a própria rede Multisom não tem mais essa guitarra disponível.

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  62. Maldita GAS! e eu não tenho nenhuma Tele =] Esse post me convenceu a comprar uma dessas assim que for possível. Pra variar, excelente post. Vocês são DEMAIS!

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  63. Paulo, tirando que ela tem 22 trastes as outras medidas vc acredita ser no padrão fender??
    estou para adquirir um tele, mas estou em duvida entre a SX STL 50, Squier Starndard e a vintage v52 agora...

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    1. Entre as 3, eu ficaria com a Vintage. O 22º traste é pra aproveitar a projeção da escala sobre o escudo, um artifício estético usado pela Fender em algumas séries à partir da década de 60 ou 70

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  64. Baita tópico, parabéns!
    Agora, se puder me tirar uma dúvida, a V52 Relic e V52 normal sem relic, tem as mesmas especificações de madeiras, captadores, ferragens, cita american Alder na madeira também e a sonoridade das duas são incríveis. Gostaria de saber se a V52 normal perde pra Relic em algum quesito, seria uma boa compra ainda a V52 normal? Desde ja agradeço. Abraço

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    1. A relicagem artificial não muda absolutamente nada no timbre, Jhonatam. Se as especificações são iguais, as guitarras soam praticamente iguais - guardadas aí as diferenças entre os lotes de madeiras :)

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    2. Paulo, muito obrigado, e parabéns mais uma vez!
      Acho que vou acabar levando uma dessas por esse belo review! Abraço

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  65. Opa, ótimo tópico, parabéns!
    Tenho uma dessas v52 sem relic que adquiri em setembro do ano passado e é ainda minha primeira guitarra. É linda, o som dela no clean tanto no captador da ponte quanto do braço são inquestionaveis, mas tem um problema nela pra mim que me complica muito, qualquer distorçãozinha que for da uma microfonia no captador da ponte absurda, e eu to a muito tempo pra trocar esse cap. Mas é uma ótima guitarra pra iniciantes, intermediarios e até avançados, o som dela é muito bom em qualquer gênero, eu tenho me focado mais em funky como red hot por exemplo mas eu ja consegui tirar os mais variados gêneros musicais nessa ai, definitivamente uma ótima aquisição!
    Abraço, Leonardo Lattavo

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    1. Trocar as molas de fixação por tubos de borracha ou silicone ajuda um pouco. Também já li sobre colocar uma espuma macia na cavidade... Nunca tive esse problema, mas deve estar relacionado com a vibração entre o captador e a ponte.

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    2. Ah sim, obrigado, eu vou trocar sim essas molas e torcer que melhore. A minha é o modelo reissue, não o icon, mas mesmo assim tem um ótimo som

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  66. Então, adquiri minha v62 Icon Series, uma bela guitarra! Só alguns pontos negativos como ja foi citado, captador da ponte apita com distorção e devo fazer uma blindagem nela pois chia bastante. Agora uma duvida sobre o peso, ela é realmente leve e achei estranha, pesando menos que 5kg, é isso mesmo? No mais, bela pegada e baita timbre! só vou trocar as cordas para 0.10 ou 0.11 e colocar um Rosar na ponte.

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    1. Parabéns pela compra. :)
      A maioria dos single coils apita com distorção, Jhonatan. A blindagem diminui os ruídos externos captados, mas não o "hum"/ronco dos captadores e nem a microfonia.
      Uma strato de alder deve pesar entre 3,2 a 4,5 kg. Se pesar mais do que 4,6kg, desconfie. Menos de 3kg, desconfie.
      As ranhuras do nut são para cordas 0.10.

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  67. Pô cara, obrigado! :]
    É exatamente isso! ela deve ter isso 4,5 kg por ai. E sobre os caps Rosar, eu curti o Hot 43 e o Twin vintage t, será que consigo não perder muito do timbre clássico e ao mesmo tempo uma alternativa pra solos e um timbre mais alternativo com mais drive? desculpa o turbilhão de perguntas haha Abraço, e obrigado!

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    1. Ôps! Compraste uma Tele e não uma strato... 4,5kg seria o limite de peso de uma tele. A minha 68 de ash pesa 4,35kg.
      Single coils em telecaster sempre vão gerar ruído, principalmente quando ligamos pedais de saturação/ganho ou sustain. O Twin Vintage é bem silencioso, geralmente soa muito bem, satura muito bem, mas perdes o timbre clássico da ponte, mais magro e seco.
      É questão de gosto. Pra tocar ao vivo eu acho que o dual blade é mais garantido e versátil. Podes usar um pot push/pull pra splitá-lo, já que tem 4 fios. Não sei como fazer essas ligações de split por isso seria legal checares com um bom luthier...

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  68. Beleza Paulo! Obrigado pela atenção e as ideias! assim que for fazendo os ups dou um grito por aqui! Abraço

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  69. Antes de mais nada, quero parabenizar pelo blog, toco guitarra há vinte e cinco anos, e posso afirmar q as informações aqui postadas são preciosas para nós guitarristas. Comprei hoje uma telecaster vintage v52, estou impressionado com essa guitarra. Tenho q admitir q ñ entendo muitos do mundo das teles, sempre tive guitarras les paul e guitarras com floyd rose e humbuckers, no máximo uma strato tagima das primeiras a serem lançadas,pois, meu estilo sempre foi voltado ao hard rock e heavy metal, porém nos últimos dois anos tenho me voltado para o jazz, blues e fusion, e tenho feito trabalhos em estúdio voltados ao pop q precisam de um bom clean. Estava decidido a comprar uma strato, pois queria um instrumento mais versátil e com um bom clean. Testei uma squier classic vibe, uma vintage strato, fender mexicana e outras. O vendedor, um ex-aluno e amigo de longa data, viciado em telecasters, me trouxe essa vintage tele v52 usada em exelente estado, com captadores seymor duncan vintage stack (ponte) e alnico II pro para telecasters (braço) e me pediu para testar. Comprei na hora, nem quis ver mais nada, me apaixonei na hora. Quando cheguei em casa e testei no meu equipamento, fiquei maravilhado.e me perguntei, por que eu nunca me interessei por telecasters antes? Sei q aqui há músicos q conhecem muito melhor esse mundo das teles do q eu, mas eu me apaixonei por esse instrumento. É obvio, tenho q me acostumar ao braço e à pegada da guitarra já q sempre usei ibanez, jackson epiphone lp e coisas assim, mas creio q fiz um exelente negócio, já q essa guitarra me saiu por 1250,00 reais.

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    1. Parabéns pela guitarra, Douglas - a primeira telecaster a gente nunca esquece! :)
      E foi realmente um ótimo negócio.

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