sábado, 23 de novembro de 2013

Fender "MADE IN MEXICO" / MIM

Paulo May

(obs: antes de fazer perguntas e ou postar comentários, leia aqui: CLIQUE)
       

         Muita gente já perguntou, discutiu e até (quase) brigou por causa dessas guitarras aqui no blog. Achamos que era hora de um post específico, até porque já falamos sobre as Fender MIJ/Made In Japan anteriormente (CLIQUE). Afinal, o que são as Fender "MIM" (Made In Mexico)? Qual a diferença entre elas e as outras Fender e principalmente, vale a pena investir numa guitarra dessas?

Começando pela última pergunta, sim e não! :)  Eu tenho uma Cabronita MIM, com corpo de 3 peças de alder e um braço excelente de maple que é maravilhosa e paguei um preço bem justo por ela. Mas jamais terei uma Telecaster ou Stratocaster MIM modelo "Standard" - e já explico por que...

Antes, um pouco de história (as datas ainda precisam de um checkup final): A Fender mantém uma fábrica no México desde 1987. Em 1989 iniciou a produção de guitarras, mas aparentemente apenas o acabamento dos corpos era feito lá. Na década de 90 houve um incêndio e uma fábrica maior foi (re)construída em Ensenada, no estado mexicano da "Baja California/BC" 
Nem preciso dizer que a proximidade com a California e o baixo custo da mão de obra mexicana foram fatores determinantes e técnicos para a existência de uma fábrica no México.

A fábrica de Ensenada é muito bem equipada, com maquinário moderno e know how "Fender". As madeiras, na maioria, são originárias dos EUA... E notem que a mão de obra mexicana/latina é dominante na Fender americana desde o início, nos anos 50. Nomes como Tadeo Gomez e Abigail Ybarra são lendas!
Então, por que a Fender feita no México é inferior, se máquinas, madeiras e mão de obra são praticamente os mesmos? A resposta é puramente econômica: a Fender precisa competir no mercado e tem que produzir guitarras de baixo (México) e muito baixo (China/Squier) custo.

Então mesmo tendo capacidade para produzir excelentes guitarras em sua fábrica em Ensenada, a Fender "puxa as rédeas" de forma proposital para manter o custo de produção baixo. Essa é a hora que entra em cena a famosa "Fender Standard MIM",  (obs: Standard, com "d" no final - não existe o termo "Standart") com corpo de vários (às vezes 7!) pedaços de alder colados, acabamento de poliuretano, captadores cerâmicos, bloco da ponte de zinco, etc...

Fender Stratocaster Standard  Made In Mexico

Vejam bem a foto acima... Parece uma Fender de verdade, não? Quase... Os corpos das Fender americanas têm geralmente duas peças de alder, algumas linhas 3 peças e muito raramente, quase excepcionalmente, 4 peças. A Standard mexicana é um retalho só - na foto acima não dá pra ver as emendas porque uma folha fina de alder liso é colada em cima e embaixo no corpo.
Veja as fotos da fábrica de Ensenada e tente contar os pedaços:







Não vou entrar no mérito da questão da quantidade de emendas no corpo, até porque já discutimos isso várias vezes aqui. Na minha opinião - que não vai mudar, quanto mais colagens, maior a chance de perda de ressonância do corpo.
Exceto pela linha "Standard", entretanto, a grande maioria das outras linhas mexicanas são muito boas, algumas excelentes, como a "Telecaster Baja":





A Telecaster "Baja" e a Classic Player '50s Stratocaster foram criadas pelo Master Builder Dennis Galuszka e ele encarregou-se de ir pessoalmente até Ensenada orientar e fiscalizar a produção.
O Oscar postou recentemente uma outra boa strato produzida lá: (Clique). As "Black Top" também são MIM, assim como outras linhas e alguns lançamentos especiais esporádicos.

Uma Fender mexicana de linha diferenciada pode facilmente ser melhor do que uma americana da linha "American Special" , por exemplo. 
E, por favor, se tens uma Fender Standard MIM que adoras (e tem ótimo som, etc.)e estiveres lendo esse post, não se ofenda, mas esse modelo definitivamente não vale o que pagamos por ele aqui no Brasil.

Então, atualmente o macete é: Evite a linha "Standard". Quanto às demais MIM, se o preço for legal, a guitarra muito provavelmente é boa... Ou ótima! :)

Em tempo (e obrigado à lembrança de um leitor): a linha Fender "Modern Player" (foto abaixo) é feita na China


Linha Fender "Modern Player" chinesa


__________________________@@@@@__________________________


PS: abreviações comumente utilizadas: 
  1. MIM: Made In Mexico
  2. MIJ: Made In Japan
  3. CIJ: Crafted In Japan
  4. MIC: Made in China
  5. MIK: Made in Korea
  6. MIA: Made in America
PS2: Para informações sobre o serial number de Fender mexicana:


193 comentários:

  1. Paulo, legal o post sobre as Fender MIM, mais acessíveis que as USA e com alguma atenção acha coisa bem legal.

    Se não estou enganado o Andreas Kisser, que nem usa tanto strato com singles pelo som mais pesado que costuma fazer, tem uma strato MIM como preferida. Deve ser essa do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=PzjZszS4rrE

    Provavelmente envenenada rsrsrs.

    Conhece algo sobre a série Deluxe Roadhouse MIM, que agora vem com 3 texas special e um preamp onboard, permitindo 6 variações no som, opção de bypassá-lo também e usar só os singles?

    O compartimento da bateria fica atrás na parte de trás. Tenho curiosidade em saber se isso tem capacidade de alterar o timbre clássico do instrumento. O D. Gilmour usa algo semelhante na strato preta dele.

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    1. Captação ativa não é comigo, Marçal. Talvez o Oscar saiba alguma coisa.

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    2. Pra falar a verdade nem tinha entendido isso como captação ativa.
      Entendi como um recurso que amplia os timbres da captação passiva, mas essa questão da bateria muda tudo mesmo.

      Vou pesquisar mais.
      Abraço.

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    3. Paulo, acho que o Marçal se refere a um booster, semelhante ao que o Clapton usa.

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    4. Sim,
      No caso dos Texas Special, provavelmente é um circuito ativo de boost de médios e os caps são passivos. O Gilmour utulizou, nos anos 80, captadores ativos.
      O Oscar com certeza conhece o sistema Fender/Clapton, mas eu nunca tive interesse por nada que envolvesse pilhas numa guitarra :)
      Embora tenha uma ótima guitarra com uma par de EMGs :)

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    5. Marçal, eu conheço essa Roadhouse e é isso mesmo. Um Mid Boost ligado aos Texas Specials, combinação que ficou famosa depois que o Ritchie Sambora utilizou-a em suas Fenders por anos. O MidBoost foi idealizado por EricClapton pois queria que suas Fenders com singles tivessem o corpo e peso dos Humbuckers quando ele requisitasse. Eu já tive e testei esse sistema e é bacana se vc quer uma versatilidade a mais na sua Strato, mas pra mim altera muito a resposta natural e a dinâmica do single.

      O sistema do Gilmour era muito parecido em princípio mas usando caps EMG SA Noiseless e a adição de um sistema ativo de tone. Ele possibilitava que o Gilmour não só aumentasse os médios pra mais corte e sustain nos solos mais saturados, mas tbem os removesse para sons mais cristalinos. Estou para testar esse sistema em breve.

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    6. Paulo , apenas por curiosidade qual guitarra tens com captadores EMG ?
      Obrigado.

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    7. Numa LTD EC100 - a foto tá nesse post:
      http://guitarra99.blogspot.com.br/2010/09/tops-de-maple-ilusao-de-otica-ou-reais.html

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    8. Oscar, obrigado pela explicação.
      Esse mesmo sistema instalado para um set de captadores CS 57/62, por exemplo, já alteraria bastante o som, creio eu pela diferença de timbre dos caps.
      Talvez não ficaria tão bom quanto com os Texas Special.
      Mas compreendi o objetivo.

      Abraço.

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    9. O luthier Murilo cuida das guitarras do Andreas, já comentou que a Fender envia para ele stratos MIM com pickups mais robustos.

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    10. Este comentário foi removido pelo autor.

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    11. E sobre a Dave Murray signature MIM, o que acham?

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  2. muito bom seu post. aprendi um pouco mais sobre esse "mundo" da Fender. Até porque, estou estudando a compra de uma guitarra Fender.
    parabéns.

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  3. Belo post ! Estou a procura de uma boa telecaster por um bom preço...dei uma olhada as Fender MIJ me pareceram mto boas, acabamento, som, qualidade na construção e preço...me pareceram melhores até que as fender USA...seguindo suas devidas proporções, no caso estou me atentando mais pela Telecaster TL 71...Paulo May se possível faça um post da MIJ também !!! Vlw, abraço, sucesso !

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    1. Já existe um post sobre isso. Utilize a pesquisa:
      http://guitarra99.blogspot.com.br/2010/10/fender-made-in-japan-historia.html

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    2. Perdoe minha intromissão Fernando, mas permita-me uma sugestão. Não sei exatamente o que está procurando e quanto pretende investir, mas não deixe de conhecer as Vintage 52/62. O Paulo fez um post sobre estas teles.

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  4. Interessante... mas um amigo luthier de SP já descascou algumas Standards americanas e achou 3 pedaços de madeiras diferentes. Sim, tipode madeiras diferentes, e algumas com falhas e buracos, completados com resina, como se faz com granito barato.Com essa de pre-CBS, CBS e pós CBS, e duas fábricas nos EUA, é bem complicado estabelecer um padrão. Confiável mesmo, só as Custom Shop e as japonesas, que podem até ser inferiores às custom shop americanas, mas pelo menos o controle de qualidade dos japoneses garante um padrão de qualidade mais regular que as americanas. E eu ja toquei em Squier Vintage Mods melhores que algumas Standards Americanas.

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    1. Buracos com resina? Nenhum luthier que eu tive contato mencionou isso de uma American Standard, mesmo as de períodos ruins.

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    2. Eu estive na Fábrica da Fender em Corona esse ano (2013), em agosto, e tirei várias fotos dos blanks de corpo lá... perguntei para o nosso guia do tour e ele respondeu que o padrão é 3 peças de Alder. Diante disso, acredito que 2 peças vão para acabamentos translúcidos, pelo aspecto estético, pra pintura ficar bonita... o restante obedece o padrão de 3 peças. Possivelmente no México a fábrica também deve ter um padrão estabelecido (mínimo e máximo), como o Paulo mencionou aqui no Blog, mas só visitando pra saber a quantidade de peças máxima por corpo. Acredito que eles devem usar 2 peças em alguns casos, como modelos especiais e translucidos.

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    3. Eu já vi uma Strato Fender Japonesa, com pintura em sunburst e Floyd, com 4 peças de alder bem destacadas, dava pra ver nitidamente as peças na pintura... e tem vários modelos japoneses que são fabricados hoje em basswood... tem q tomar cuidado antes pra não levar gato por lebre.

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    4. Correto, Cícero.
      Como já coloquei no post sobre as MIJ/CIJ, a grande maioria tem corpo de basswood...

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    5. Guitarras japonesas e mexicanas não prestam , já tentei fazê-las tocar bem , e nunca sai do razoável , a explicação é simples ! Alder , ash e maple são nativas da América ! Inclusive o basswood verdadeiro ! EUA é o maior mercado , é como fazer pandeiro na América , nunca será melhor pois eles têm a cultura do instrumento. Os detalhes q fazem a difErenca , ahh mas Ibanez ? é um pau com corda ! Só toca cheia de processadores timbres comprimidos pra fritar ! Bom ai pode ser boa ! Coisa q uma strato não faz ! E já toquei dezenas de fender usa , já reformei algumas , repintei ! NÃO EXISTE BURACOS ! Fungos ! E 3 madeiras diferentes é normal nas stratos , o diâmetro da árvore do alder , ash e maple é pequeno ! raramente se consegue uma peça inteira pra corpo , é uma árvore pequena. Os luthieres no Brasil na sua grande maioria são ruins , alguns são bons de construção e nenhum entende de timbre de guitarra com consistência , eu não conheço !

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  5. Boa Paulo. É exatamente isso. Não dá pra esquecer que a distância física da fábrica mexicana da americana é de poucos quilômetros e isso garante certo controle.

    Tenho uma strato reedição Vintage 57, Daphne Blue de 2000 e alguma coisa, - comprada do Solon Fishbone -, hardware dourado, pickguard parchment 1-ply, captação vintage de alnico, braço soft-v, radius 7,5, uma coisa linda. Tem um maple muito bonito no braço. A única coisa é a pintura, que não é lá essas coisas. Dando uma re-orientada na elétrica, essa guitarra é fantástica. Já coloquei ao lado de uma American Vintage e se não fosse pela pintura nitro e um ajustamento de braço/corpo que não passa um fio de cabelo da AV, diria que fala igual.

    A Tele Baja é sacanagem de bacana!
    Enfim, sempre digo que guitarra tem de tocar e ouvir.

    Abraço!

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    1. A.Schneider, a Fender méxico existe por um único motivo: CUSTO!! :-) Mão de obra custando 1/3 do padrão dos USA e a proximidade de fronteira facilitando importação e etc são só alguns dos pontos a serem considerados aqui. Claro que a Fender estampa sua marca no HeadStock e controla a qualidade de perto, mas tem bem claro em sua estratégia manter o custo baixo para que a Guitar Center possa vender uma Strato Std a USD 499,00 para o consumidor final! :-)

      As American Vintage, Japan e etc tem outra proposta de mercado e por isso adereços que conferem mais qualidade final, mas com custom 2-3x maior também, o que não quer dizer que sejam nescessariamente melhores. Como vc disse, tem que tocar e ouvir!

      Abraço

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  6. Já passaram pela minha mão algumas MIM invocadas, como a signature do Jimmy Vaughan. Até mesmo as standard eu gostei, quando os caps são trocados. Quanto as fotos, hehe, bem, deve ser como diz aquele Giorgio do History Channel, "it was aliens!". As MIM ruins que eu já encontrei são as mais antigas.

    Paulo, juro que não é propaganda, rs, estou iniciando uma discussão sobre metodologia de reviews de guitarra, se quiser dar uma olhada: http://inicianteguitarra.blogspot.com.br/2013/11/uma-proposta-para-as-reviews-de-guitarra.html

    abç!

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    1. MadGuitarMan, já toquei em Mex boas e ruins em todas as épocas. Sério! Acho que não há uma época que elas sejam melhores/piores, existindo bons e maus exemplares desde o começo de sua produção, o consenso que existe é que a variação é mesmo muito grande!

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  7. Peço desculpa contrariar o que aqui foi dito em relação às Fender feitas no Mexico com o corpo de vária peças. Eu tenho uma Fender Americana e uma Standard Mexicana, e prefiro o som da Mexicana. O corpo em várias peças não faz grande diferença no som e a prova disso são as várias marcas de top que fazem guitarras fantásticas com várias fatias. Como por exemplo a Mayones: http://www.mayones.com/bindata/catalog/images/zrodlo/CATIMGbeee5b599930cbad1732fc6ede47465c.jpg

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    1. Ricardo, não há do que se desculpar,. Agradecemos o teu comentário, pois é baseado em experiência pessoal, portanto, valido e pertinente.
      Fique à vontade aqui e parabéns pela guitarra! :)

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  8. Dessa vez o tópico, ótimo como sempre, me fez sentir menos solitário nas minhas observações. Realmente não houve ainda uma única Standard MIM que eu não tenha achado caída, mesmo descontando os pickups e o hardware, pois já experimentei algumas guitarras de conhecidos ou vendedores que haviam trocado boa partedesses itens. Em compensação eu gostei tanto das Road Worn e Classic que tenho uma RW 50's com Lollar Blackface e um bloco decente que não paro de curtir e uma Classic Series 50's com Lollar Blackface nck/middle e um Benson Custom na ponte, além do bloco novo do Sr. Manara. A RW ainda vem com pickups TexMex, que não são do meu gosto, mas fazem a cabeça de muita gente. Mesmo os que vem na Classic, apesar de meio genéricos, soam até bem! Infelizmente a Classic, por ser mais antiga, não é dessa versão Lacquer mais recente, mas a RW é pintada com Nitrocelulose. Coincidência ou não, a RW é uma das guitarras mais ressonantes que tenho!

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    1. Não acho que seja coincidência, Alex. Qualquer guitarra boa soa melhor com acabamento de nitrocelulose. Alder e Ash imploram por nitro e é uma sacanagem cobri-los com aquelas camadas grossas de PU.
      O basswood é uma das poucas madeiras que podem soar mais "abertas" com acabamento moderno de poliuretano, entretanto.

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    2. Apenas uma pequena interferência: apesar de se grafar Korea ou Corea na língua inglesa, usa-se mais o K para diferenciar as siglas. Seria então MIK, o Made In Korea.

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    3. Pequena mas providencial - só no Brasil poderíamos usar MIC tbém para a Coréia - pro resto do mundo é MIK. Já corrigi. Valeu, Alex! :)

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  9. Bom dia, Paulo May. A algum tempo venho Comparando este post com o da SX, me veio uma duvida. Uma vez que ambas as guitarras são feitas em alder, se colocássemos ponte e tarraxas fender e uma boa captação, e que a tunagem de uma sx sairia mais ou menos no mesmo valor de uma fender mexico, gostaria de saber a respeito de suas considerações. Grato Paulo Costa.

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  10. Digo.... a minha dúvida é a seguinte: uma vez que ambos os corpos são compostos por mais de uma peça, existe vantagem em ter uma fender mexico ao invés de uma sx tunada?

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    1. Depende, como sempre, da guitarra, do "lote", da época...:) Eu comprei uma Telecaster SX de american alder, com duas peças no corpo que depois de tunada, te garanto, bate qualquer uma standard mexicana também tunada.
      http://guitarra99.blogspot.com.br/2012/01/telecaster-sx-american-alder.html
      http://guitarra99.blogspot.com.br/2012/01/telecaster-sx-american-alder-tunada.html

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  11. Bom, eu tenho uma Std MIM e vou brigar com você agora!!!


    hehehe... não... brincadeira...

    Você tem razão com relação ao preço que se paga aqui. Definitivamente, AQUI, é cara demais. Porém... SE conseguir uma a um preço razoável e SE trocar os captadores e a ponte (como eu fiz), chega-se a uma guitarra bem bacaninha. Fica o detalhe das emendas do corpo. Ok, eu concordo que 6 ou 7 peças em vez de 3 ou 4 deve dar alguma diferença. Mas, como eu disse, trocando o principal (captadores e ponte - na verdade, basta trocar o bloco da ponte só), fica-se com uma guitarra razoável.

    Mas, repito (concordando com você), SÓ SE PAGAR UM PREÇO JUSTO.

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    1. JJJ, com certeza que sim! Pagando um preço justo e com os devidos upgrades ela pode sim ficar uma ótima Strato. O que o Paulo (e eu concordo) no post é que NO GERAL o preço não vale a pena. Mas novamente isso não se aplica a todas as MIM, somente as Std. Se falarmos na linha Classic Players, Deluxe, e Road Worn (Especialmente) são todos ótimos instrumentos!

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    2. Com certeza. O foda é pagar o preço atual e morrer com mais uns 450-650 reais pra trocar os caps e o bloco da ponte...

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  12. Falando sobre o acabamento nitro das Fenders americanas e em algumas MIM (Road Worn), vi que o acabamento das series american standard e am. deluxe é urethane. Pelo que pesquisei, o pessoal de fóruns gringos diz que é o mesmo nitro porém com tratamento para não craquelar, desgastar ou ficar com aspecto vintage, mantendo o brilho. Além da guitarra absorvê-lo mais rápido, e de modo geral ser mais fácil usá-lo no processo produtivo.

    É isso mesmo ou nitro ainda é superior ao urethane em não abafar a madeira do instrumento?

    PS: Não encontrei nenhuma MIM em urethane, a maioria é em PU mesmo.

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    1. "PU" é a abreviação de "Polyurethane/Poliuretano". Tbém chamado de "Poly/Poli" ou "Urethane" - é tudo a mesma coisa e totalmente diferente da Nitrocelulose, que é parcialmente orgânica, tóxica, altamente inflamável e leva um século para secar :)

      Acabamentos de nitrocelulose são demorados e por isso custam mais.

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    2. OK Paulo, tinha entendido o Urethane como acabamento diferente do PU. No caso das Fender MIM, normalmente é descrito como Polyester.

      Interessante que nos fóruns gringos, muitos que dizem ter longa experiência com nitro e urethane/poli dizem preferir o segundo na questão de proporcionar melhor pegada, deslize da mão no braço, etc.

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    3. O Polyester é dos anos 60 e embora ainda seja usado, é o que mais bloqueia a ressonância da madeira, na minha opinião. Atualmente quase todos os fabricantes utilizam apenas PU, que é mais duro, resistente e seca mais rápido que o polyester. Como já havia mencionado, o PU, dependendo da espessura, pode até melhorar uma madeira muito "fechada". Num corpo de basswood, por exemplo, prefiro PU do que Nitro.

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    4. então acho que fiz bem de ter feito o acabamento da minha em PU :)

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    5. Eu era meio descrente quanto a esse lance da pintura, mas verifiquei na prática que a pintura em Nitro faz sim diferença no instrumento... se a pessoa busca uma strato ou tele clássica, por exemplo, deveria optar por um modelo com routing tradicional SSS e pintura em nitro, não tem como dar errado. Por outro lado, comprar uma guitarra standard, tirar a pintura e mandar fazer em nitro, não necessariamente trará benefícios, porque o conjunto da obra tem q ser bom pra que a pintura faça a diferença prometida.

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  13. Então, a Fender Mexicana seria para o México mais ou menos o que a Southern Cross foi para o Brasil?

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  14. Em termos comerciais, sim, mas tecnicamente a Southern Cross era uma Fender com corpo de Cedro e braço de Marfim. Quase uma Tagima... :)

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    1. Seria uma Gianinni com o nome Fender no headstock? Qual a diferença entre as Gianinnis dos anos 80 (AE08) com a Southern Cross, exceto o hardware?

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    2. Quase não encontro esse teu comentário, Alberto. Quando vem assim, no meio de outros, é difícil de achar... O Blog avisa qdo tem comentário mas não diz onde! :)

      Sim, pode-se dizer que a Southern Cross é uma AE08 com o logo Fender, só que autorizado pela própria...

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  15. Legal... Tenho uma Tele "Fender" Corpo de uma Baja 2010 que achei no ebay e braço MighMite com Caps Seymour. Realmente escolhi o Corpo Baja justamento por isso, pelo que vi nas emendas parecia ser de duas peças de Ash e o som melhor do que eu imaginava. Vi que as Fender Modern Player estão sendo fabricadas na China, vi um vídeo de uma delas e me apaixonei, essa que tem corpo de mogno uma Jazzmaster. Como é o esquema dessas Fender originais da china?? http://www.fender.com/en-MA/series/modern-player/modern-player-jazzmaster-hh-maple-fingerboard-black/

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  16. olá Paulo sou leitor assíduo do teu blog a muito tempo!!

    fica uma dica,,, gostaria muito de ver um post seu comentando a linha squier classic vibe, pois essa linha da squier está sendo muito comentada entre os músicos( dizem ser superiores a fender standard mexico, ?? )!! fica a dica se puder agradeço!! abraço!! franco

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    1. O Oscar tem/teve uma, Franco. Eu só ouvi elogios até agora, mas nunca testei pessoalmente. Quem sabe ele faz um post? Vamos ver :)

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    2. Franco, são ótimas guitarras com absoluta certeza! O único upgrade nescessário de cara é a troca da ponte (Tudo, saddles, bloco, plate etc) pois a que vem nelas é chinesa "genérica" e mata o som da guitarra. De resto até os captadores (de alnico) são bons/ótimos e muito melhores que os cerâmicos das Standard MIM.

      Eu tive uma Classic Vibe 50 Strato e a guitarra era muito legal mesmo. Eu compraria novamente com certeza no lugar de uma MIM Std. :-)

      Abraço!

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  17. Paulo e Oscar,

    Não estou conseguindo usar o recurso da Pesquisa faz quase duas semanas. Em dois micros e um note, a pesquisa parou de funcionar.

    Para vocês, está funcionando ou não?

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    1. É... Não tá funcionando... Já chequei nas configurações e tá tudo aparentemente ok... Vou tentar contato com a AT.

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  18. Muito bom! Parabéns pelo blog! muito conteúdo de qualidade! Abraço

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  19. muito bom o blog, parabens! acabei de comprar um tele mex standard. chegou na sexta feira 29/11, importei dos EUA, usada. Lendo seu comentario achei estranho a questao da madeira por ela ser NATURAL e aos meus leigos olhos nao "parecer" a colagem. Sendo assim fiz uma busca na net e achei este forum o pessoal falando sobre esta tele que é identica a minha, até o pickguard mesma cor (quero trocar por um preto tambem) e nesse forum diz que ela é de madeira ASH, sera que é o caso da minha, se for o caso posso postar as fotos depois. abracos http://www.tdpri.com/forum/telecaster-discussion-forum/364759-fender-standard-tele-ash-natural-alternatives.html

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    1. Obrigado, Matheus:)
      Olha, essa aí provavelmente não é a mesma "standard" que é vendida para o Brasil. Ela é claramente melhor. As teles standard mexicanas que vi por aqui eram todas com captadores cerâmicos e até vi uma sunburst, mas nenhuma natural de ash.

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    2. Certo. Entao a foto da guitarra que aparece neste forum é muito parecida com a minha, mas nao tenho certeza, os captadores nao sei dizer. Sabe me dizer como posso ter certeza do corpo em ASH ? Obrigado

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    3. É só comparares com diversas fotos de fenders de ash com acabamento natural - o ash é diferente do alder - os veios/listras são bem mais evidentes enquanto o alder geralmente é mais liso e uniforme.

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  20. Essas fotos eu achei em um álbum do Picasa e são de 2006 se não me engano as MIM de 2006 nem eram de alder ainda... mas que as MIM tem mais peças que uma MIA isso eu não tenho dúvida, mas eu apostaria que não passa de 5 hj em dia...

    Vc acha que com um bom bloco (como o que vc testou) pode dar uma "compensada" no sustain de um corpo com varios pedaços?

    Abs

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    1. Também acho que isso não é o "padrão" mesmo. Fiquei impressionado com aqueles blocos de até 7 pedaços. Mas mesmo assim, mais do que 4 acho que é muito abuso... :)

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    2. Qto ao bloco, sim, ele geralmente acrescenta sustain, definição e corpo nas notas. Se a guitarra é meio magra e sem vida, o bloco de aço pesado é essencial.

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  21. Ótimo post.

    Eu tenho uma Fender Strato Mexicana, mas a série dela é uma 70's Reissue. Reedição das guitarras da década de 70.

    Ao levar em um Luthier, para regulagem e troca de trastes fui questionado o quanto eu paguei pela guita. Eu achei que a pergunta era justamente por ser algo de baixa qualidade, mas foi o contrário, ele me falou que minhas tarrachas eram Schaller alemãs que a construçãoe acabamento estavam impecáveis que ele não botava fé que era Mexicana, que pelo preço foi uma ótima aquisição.

    Creio que isso se enquadra bem no que o autor do post falou sobre as guitarras de linhas especiais/diferenciadas da Standard. Essa que eu tenho eu recomendo e paguei um preço mega justo.

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  22. Olá Paulo, meu nome é Ronan Lopes e sou guitarrista de Brasília.
    Gostaria de saber se você já teve contato com séries das Strato SQUIER II.
    Nunca tinha ouvido falar da Squier 2. Tive algumas informações superficiais, mas lendo este maravilhoso blog constatei que você seria o mais indicado a tirar minhas dúvidas se fosse possível.
    Detalhe, ela é daqueles modelos que tem a ponta do tirante invertida para a outra extremidade do braço, ou seja, pra regular tenho que tirar o escudo.
    Estarei acompanhando sempre este blog!! Muito obrigado e Parabéns!!!

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    1. Ouvi boatos de que são feitas na Korea e que seu corpo é de compensado, mas sinceramente não acredito na segunda afirmação, visto que ela tem um som maravilhosamente estalado e é bem pesada.

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    2. Não as conheço, Ronan. Normalmente fujo de tudo da squier :)

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    3. Seria um bom tema para futuros posts, Paulo, visto que no Brasil há tantos guitarristas que usam Squier. Eu adoraria! Pense a respeito, seria muito útil pra muitos guitarristas que acompanham o blog!

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  23. Com certeza seria, Ronan, mas aqui no blog preferimos comentar equipamentos que temos ou conhecemos bem. Um post sobre as Squier pode até ficar bom, mas não teria o substrato pessoal...
    Vamos ver... O Oscar está viajando e conhece as squier melhor do que eu - quem sabe quando ele voltar

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  24. Olá Paulo e Oscar, já faz tempo que acompanho o blog e ele tem sido de muita utilidade para mim em termos de aprendizado mas está me deixando com um nó na cabeça... rs
    O caso é que pretendo em breve investir na minha próxima guitarra e como pessoa que gosta de conseguir o melhor com o menor custo entrei em um dilema, monto uma Partscaster como o blog tem mostrado os benefícios dessa "aventura", ou compro a bendita fender.
    Sempre fugi da ideia de uma mexicana standard porque sempre as toquei e não sentia o timbre que desejava, talvez pelos caps ou ferragens e etc, mas nunca saia do "meu jeito", até que toquei em uma MIM Deluxe Player de um amigo meu que é linda, som perfeito (tirando os noiselles que eu não gosto). Pesquisei uma nova por aproximadamente R$ 2500,00 + frete. So que a bendita Partscaster que eu imagino vai sair praticamente no mesmo valor e com corpo de 2 peças, braço birdseye, caps da minha escolha e etc... só que não tenho todas as ferramentas necessárias para garantir um serviço a altura da guitarra e vem o medo de fazer merda...

    Me ajuda... vale investir na partscaster (acredito ter toda a competência para fazer o serviço, mas como seria a primeira, não quero jogar R$ 2500 no ralo) ou a Deluxe é uma guitarra que vale se comprar?

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    1. Vinicius,

      Se vc gostou e quer uma Fender, eu acho que vale a pena a Deluxe Players sim. Precisaria de um bloco novo e captadores e pronto. Aliás, os modelos "Deluxe" e linha MIM diferente da Std tem se provado serem excelentes opções.

      A partscaster é uma aventura realmente legal e recompensadora quando se termina a jornada, em que vc vai ter uma Guitarra com todas as suas especs, mas requer força de vontade e muita paciência para que saia do jeito que vc espera. Detalhes como pintura e encaixe do braço no corpo por exemplo podem oferecer desafios desanimadores tenho que ser honesto! :-) Sem contar o tempo pra que tudo chegue, fique pronto etc e vc possa tocar com a guitarra. Muitas vezes eu não tenho essa paciência que o Paulo e muitos outros tem. rsrsrs!

      Ambas as opçòes no seu caso são boas, basta vc escolher o caminho!

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    2. Vinícius,
      Assino embaixo do Oscar - é exatamente o que eu responderia

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  25. ótima análise, paulo. não sou um profundo conhecedor e confesso que mal sei diferenciar todas as nuances de timbres que as madeiras/emendas causam. tenho uma chicana dessas: http://www.elderly.com/fmic/items/FS60AS.htm e, pelo meu gosto, é uma boa guitarra, apesar dos tex mex serem ardidos demais. recentemente vi uma MIM lonestar e achei bem bacana tb!

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    1. Eu nunca gostei muito dos Tex Mex, Fábio. De repente tens uma ótima guitarra na mão - independente de ser uma MIM standard - e uma troca de caps pode deixá-la melhor ainda...

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  26. Ola Paulo, tenho uma Stratocaster "made in Mexico",fabricada em maio de 93 na época paguei 500 dolares (em 1994), comprei do Tigueis, o "serial namber" vem "MN "(não é MIM , creio que as siglas vem antes do número de série???), o corpo aparentemente tem duas partes,não sei dizer qual a madeira, a pintura é sumburst, ponte em aço, capitação cerâmica(troquei os imãs por alnico), ponte vintage e tarrachas com o nome da fender.
    O acabamento é perfeito, a tocabilidade excelente, o melhor braço de guitarra que já toquei, não gosto da camada muito grossa do verniz já pensei em arrancar mais não tive coragem "ainda".
    Ela tem um o som bem característico da estrato mais um pouco mais fechado(nada que não de para alterar no equalizer), talvez a camada do verniz ou o bloco da ponte ou ambos interfiram no som, já pensei na madeira ,basswood tenho certeza que não é.Minha dúvida é sobre a inicial MN XXXXXXXX ,tem alguma informação e vc tem alguma teoria ou explicação sobre o som desta estrato ser mais abafado que o normal?

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  27. Ela deve ser MN3 ou MN4 + 5 ou 6 números. Cheque aqui:
    http://www.fender.com/en-BR/support/articles/mexican-instruments-product-dating/

    Fernando, em alguns períodos/anos os corpos das mexicanas standard foram trocados de alder para basswood, tudo dependia da disponibilidade das madeiras. Eu não sei as séries que são de alder (maioria) e as de basswood. O ideal seria enviares uma pergunta para o SAC da Fender - o pessoal costuma ser bem atencioso.
    http://www.fender.com/en-BR/contact/
    Basswood é uma madeira macia (softwood) e tende a soar mais fechada que o alder.

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    1. Paulo entrei no site e não encontrei BR, acabei pesquisando e encontrei um site (http://www.strat-talk.com/forum/stratocaster-discussion-forum/19043-early-mim-strat-dating.html) onde ´guitarristas que possuem MIM uma 93 e 91 entre outras, entraram em contato com a fender ,receberam informação, depois discutiram , postaram fotos,blablabla, resumindo, postaram um informação de um "blue book" que especifica as fender MIM de 1991-2001, diz o corpo ser de Alder ( comparei as fotos postadas das partes a da madeira do site com a minha é muito semelhante) em 2002 passaram o poplar acho que até 2009 e depois voltaram a usar o Alder,estou pensando em trocar o bloco pelo do Manara, acredito pelo que melhore um pouco, mais o que me intriga é acamada espessa de verniz, tem um trinco na parte da frente do corpo deve ter uns 2mm de espessura, eu particularmente gosto de guitarra na madeira, tenho uma tele de Marupá que fiz está só com seladora, a modificação final dessa guitarra será arrancar sua pintura , quem sabe um dia, já fez isto em alguma guitarra?

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    2. Já, em várias - algumas postadas aqui no blog :)
      Uma ou duas melhoraram (mais abertas) e outras continuaram iguais. Parei de fazer isso porque é muito cansativo e "sujo" :)

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  28. Opa!!
    E ai tudo certo? Procurei seu e-mail pra fazer uma pergunta mas não achei aqui no blog. E como vi essa matéria aqui no blog sobre corpo da strato resolvi comentar pra ver se vcs tiram minha dúvida.
    Tive conhecimento sobre as Squier de 50th Anniversary que teriam corpo em Alder e pelo que procurei eram guitarras muito bem comentadas. Acontece que vi um anuncio de uma dessas, serial nº VN5 , é aquela feita na Korea no ano de 95... Fiquei feliz por falarem muito bem em ser uma strato de baixo custo mas que teria um som "agradável" dentro do que ela custa. Eis que ao tirar o escudo e dar uma olhada, a guitarra estava parada desde 5 (isso mesmo, o antigo dono ganhou e nunca tocou), descobri que não era alder e sim Plywood (compensado). Procurando em alguns blogs e fóruns gringos achei muito gente falando bem e tal mas que não seria igual a um corpo de alder...
    Enfim, gostaria, se possível, de saber a opinião de vocês sobre isso...
    Vale a pena investir em captadores, pots e bloco pra botar nela?
    Pensei também em no futuro comprar um corpo de alder e trocar, mas seria bem no futuro mesmo...

    Valeria a pena investir nela ou trocar de vez??hehe

    Se puderem me ajudar eu sere muito grato!
    Esse blog já tirou milhares de dúvidas que eu tinha!
    E falo com certeza, vocês sacam muito de guitarra cara!!!rs

    Vlw!

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    1. Esqueci de deixar meu email!
      silvano_cunha@hotmail.com

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    2. Silvano, obrigado pelos elogios.
      Olha, o objetivo do blog é somente o de postar nossas experiências pessoais. Não somos experts em nada :). Squier? Tive apenas uma, muito ruim. Qualquer corpo de plywood deve ser jogado fora, na minha opinião. Não acho que valha a pena investir nada nela, infelizmente.

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    3. E se conseguir um corpo em Alder e tal... Valeria a pena pelo menos o braço né?
      Ou não?? rssr

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    4. Se o braço estiver legal, trastes ok, acho que vale a pena mantê-lo.

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  29. Paulo, como leitor assíduo do seu blog, e me sentindo sempre em dívida contigo, pergunto: tenho duas fenders mexicanas, com captação quase identica no braço, uma com os texas speciais originais fender e outra com a cópia feita pelo malagolli. Uma soa lindamente ( a com o malagolli), outra não soa tão bem, a diferença é bem notável. Tenho também duas fender MIA. Tu teria interesse que eu fizesse um video com o IPAD comparando estas guitarras? em especial as duas fender MIM que soam completamente diferentes, muito embora as características iguais (captador, braço com escala de maple, etc),? abraços

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    1. faltou meu nome como sempre: laerte bonetti de andrade

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    2. Laerte, vou me atravessar mas tenho certeza que o Paulo concordaria comigo! :-) Seria interessante o video sem dúvida!! Se ficar bacana (nunca sabemos se as diferenças que ouvimos ao vivo se tornam evidentes no vídeo.. experiência própria) agregamos ele no post pra mostrar aquilo que sempre dizemos, cada guitarra, independente de onde e por quem seja feita, é diferente uma da outra :-)

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    3. Muito obrigado pela oferta, Laerte. O vídeo poderá ser acrescentado sim, mas existe um sério comprometimento, em termos de fidelidade sonora (para comparações, isso é essencial) entre um material gravado com microfones de câmeras, IPad, etc. e microfones reais ou line in + simulador de qualidade. Na minha opinião, a baixa qualidade de áudio dessas mídias modifica demais a resposta de frequência real, principalmente entre graves e médios.
      Pessoalmente, não utilizo nada gravado com mics de câmeras como referência.
      Me passe o link do vídeo qdo pronto e se me permitires a liberdade e sinceridade, te avisarei se dá pra postar ou não. OK?

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  30. Olá Paulo, antes de mais nada, meus parabéns pelo blog. leio ele frequentemente e tem me ajudado muito. em relação as fender mim, gostaria de deixar minha experiência... eu já possui várias guitarras, algumas stratos ruins e medianas, das medianas q tive, uma foi a sx sky (cópia da srv) e uma squier anos 90 corpo alder, com braço em maple canadense e captadores vintage noiseless... recentemente me desfiz das guitarras q eu tinha e acabei pegando uma fender standard mim 2002, sunburst, corpo alder (não sei em quantas peças), braço e maple e escala rosewood. Achei linda a guitarra, acabamento, tudo padrão fender, mas o q interessa era o som, e eu estava meio inseguro justamente por ouvir falar de experiencias nao mto boas com as mexicanas, mas me surpreendi, gostei do som dela, depois de devidamente regulada e plugada num fender superchamd xd, procurei timbrar e soou como uma boa strato, mesmo com os captadores ceramicos q vem de fabrica... gostei tanto dela que pretendo agora colocar o bloco manara, e futuramente partir pros captadores...

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    1. Depoimentos desse tipo são ótimos e valorizam ainda mais o post, André. Obrigado.

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  31. E o que tem a dizer sobre a série Modern Player? :)

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    1. A Modern player é uma Série Chinesa da Fender nos mesmos "padrões" da Mexicana, mas com modelos mais "modificados". Não há por exemplo uma Strato Clássica Standard na linha. Eu só tive a oportunidade de tocar na Tele ThinLine com P90s e confesso que gostei, qualidade de ferragens e captadores relativamente boa para o custo relativamente baixo! Como todo instrumento asiático, testar é fundamental! :-)

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  32. bom dia senhores!

    Estou pleiteando um lugarzinho no mercado da musica, ganhando um "dinheirinho" extra e tentando fazer um trabalho profissional. Atualmente meu set ainda não é o dos sonhos. Tenho uma Squier Deluxe (não posso reclamar) tem sido guerreira, mas quero trocar por uma strato, de preferencia fender. Como os senhores são bem mais experientes nesse ramo, qual seria os principais pontos a serem levados em conta? Visto que uma signature do Clapton ainda não está ao meu alcance hehe, mas tenho certeza que deve haver alguma indicação supinpa! Algum modelinho bacana que sirva bem à mão para varios estilos. abraços

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  33. Elinton a tua resposta está por todo o lugar nesse blog. Testamos e opinamos sobre várias guitarras, de caras a baratas, assim como várias marcas. Tem até posts sobre como montar guitarras boas comprando tudo separado...

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  34. Paulo, o que você acha das fender Vintage com o tensor invertido? procurei no blog a respeito mas não tive sorte. é que tenho uma strato e não sei como regular o braço visto que a ponta do tensor fica sob o escudo. Isso é um mal sinal?

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    1. Até cerca de 1971, o ajuste do tensor nas Fender era por trás - isso é ruim porque tem que retirar o braço pra ajustar - às vezes mais de uma vez.
      O macete é afrouxar um pouco as cordas, prendê-las por volta da segunda casa com um capo um até mesmo fita (pra não desenrolarem das tarraxas), soltar o braço, ajustar o tensor, recolocar o braço, apertar as cordas e ver se o braço tá reto (ou um pentelhésimo côncavo no centro, como alguns preferem). Repetir se necessário.
      Qualquer guitarra "vintage" deve ter o acesso ao tensor dessa forma, pra ser fiel. :)

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    2. Puts cara!!! Que dica massa!!! Meu respeito por você dobrou agora!! hahahaha
      Obrigado Paulo, e QUE BLOG!!! Devia virar programa de TV e passar no lugar do Faustão!!! Parabéns!!!

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    3. A gente que agradece, Ronan! :)

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  35. Olá Paulo May...excelente blog...parabéns pelo nível. Eu gostaria de apelar à vocês no sentido de na medida do possível, me informarem como posso conseguir um braço de guitarra Fender Strato com aquele "headstock" mais largo...de preferência original e sem uso OU um Luthier dos melhores que possa faer uma réplica perfeita do mesmo.
    Desde já agradeço muitíssimo.

    JULIO
    Florianópolis
    (Por gentileza - qualquer informação queiram enviar para: floripaplayer@hotmail.com)

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    1. Obrigado, Júlio.
      Olha, esses braços são muito comuns e podes comprá-los na China (via e-bay) por volta de 50-70 dólares ou até um original da própria Fender (http://www.fender.com/store/necks-bodies/), caríssimo, por sinal. O problema são os impostos aqui. Um bom luthier - e vários são citados no blog, é só pesquisares - não cobraria menos de 600-800 reais por um braço desses, imagino.
      O caminho mais "em conta" geralmente é comprar na China e refazer/arrumar os trastes e eventualmente a escala aqui.

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  36. Amigo Paulo, espero não estar abusando.
    Não encontrei um tópico falando sobre minha dúvida, então lá vai:
    Quais os principais detalhes pra identificar se um corpo é realmente original Fender?
    Estou interessado neste corpo anunciado no ML ( http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-549000489-lindissimo-corpo-de-fender-mexicana-_JM) e segundo algumas dicas que obtive aqui no blog essa cor avermelhada parece com alder. Será que é realmente uma Fender MIM como descrito? Desde já, muito obrigado!

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    1. Caio,
      Parece realmente ser o corpo de uma Fender MIM, e, graças à pintura semi transparente, acho que dá pra perceber entre 4 a 6 emendas na parte traseira. Como isso não é visível na parte frontal, é bem provável que haja uma folha cobrindo o top (vide post acima).
      Assim, mesmo sendo o corpo de uma Fender MIM original, eu não pagaria 550 reais por ele.
      A não ser que gostes muito desse azul... :)

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    2. Minha intenção era lixar e pintar de novo, realmente iria ficar bem puxado o preço final. Estou a procura de um corpo licenciado em alder americano, sem pintura, mas não encontro em nenhum lugar. Teria alguma dica de revendedor nacional? Obrigado pela atenção amigo, sucesso sempre!

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    3. No Brasil é complicado, ainda mais sem acabamento.
      Eu tenho comprado na www.kneguitars.com - procure em vintage bodies. É da California, excelentes madeiras, medidas exatas da Fender.

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  37. E quanto às fenders brasileiras? Toquei em uma na teodoro sampaio e fiquei dececionado com o som. Acho q foi feita na fabrica da tagima, é de cedro, braço de pau-marfim, eu acho. Nunca tinha ouvido falar de fender made in brazil, mas pra mim essa é mais uma tagima do q fender rsrs

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    1. Genesis, as Fender "Brasileiras" são a linha denominada Southern Cross e foram fabricadas pela Gianinni na época. Variam tanto ou mais que as Fender Mex e não tem muito padrão nas madeiras. Podem ser de cedro com marfim como vc falou, ou mógno com maple ou cedro com maple.. Da pra imaginar por que a Fender revogou a licensa ..

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  38. Paulo e OScar, queria saber as diferenças e de cara achei-as aqui. Tenho me interessado em algumas guitarras qdo aparecem com preço em conta. Vi uma telecaster thin line 72 MIM, é uma linha diferente. Seguiria mais o padrão americano ??? Foi comprada na Itália. Abraço, MArcelo

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    1. Map, é das MIM mais legais, a série Deluxe e etc... E legal de sempre lembrar que embora existam Fender MIM tão boas (ou as vezes melhores) em sonoridade que as Americanas, é sempre bom lembrar que a Fender só faz guitarras no méxico para cortar custos e oferecer uma opção mais acessível a quem quer uma guitarra da marca, portanto é justo acreditar que nenhuma segue o padrão americano. Isso não elimina a possibilidade de ser uma ótima guitarra!! :-)

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    2. Perfeitamente, entendido !!! keep on rockin' in the free world !!! Abraço !!

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  39. Oscar, vi duas destas telecaster 72, elas tem o corpo em Ash e notei pelas fotos q uma tem o desenho(os veios) da madeira mais escuro ,menos uniformes e até com contornos. A outra não parece muito mais certinha e clara. O q significa isto no Ash?? Obrigado.

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    1. Desculpa pela consultoria mas não conseguirei testar as duas... E estou empolgado com a compra e com o preço. TEstarei a q a principio seja melhor, uma parece ser white ash ou o european e a outra o black ou swamp ash...

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    2. Map, ASH é a madeira que MAIS VARIA em todos os sentidos, seja timbristica ou visualmente. Normalmente, o ASH com veios mais espaçados e escuros é o chamado Swamp Ash, que cresce nas regiões pantanosas e quentes do sul dos EUA (Florida, etc) . Essas arvores crescem rápido(daí os veios espaçados) e em solos muito humidos ou alagados. O Ash com veios mais próximos e clarinhos é normalmente conhecido como HARD Ash ou Northern Ash, e cresce nas regiões mais ao norte do EUA.

      Como disse, melhor ou pior em ASH é muito subjetivo. É só testando pra ouvir e definir, mas o Swamp tende a ser mais leve e aerado no timbre, enquanto o HARD/Northern mais seco e estalado.

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    3. Mais uma aulinha. Gostando de aprender estes detalhes.obrigado !!

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  40. e quanto aos modelos jaguar e jazzmaster MIM, em comparação com as americanas, o que acha?

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    1. Toquei muito poucas vezes em Jaguar e JazzMaster pra poder afirmar, mas não acredito que a regra mude muito :-)

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  41. Senhores, estou remontando minha Squier Deluxe. Caps Malagoli Alnico Blues 59, Pots CTS, Ponte Big Block Fender, eletrica fio de pano, capac. 0.033uf a oleo, e afins, ta ficando bonitinha. Só me falta um bom corpo em alder.

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    1. Que por sinal é difícil de encontrar (com preço bom) no Brasil...

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    2. pois e, no ML e arriscado, e importando demora um pouco. O que acha da configuração? Ainda da tempo de mudar o projeto, aberto a sugestoes..

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    3. Se não compraste os Malagoli Alnico Blues, acho que os Malagoli 54 seriam uma opção melhor, já que nesses o fio é formvar, mais de acordo com o clássico vintage da Fender.
      Depois, só falta um corpo legal :)

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    4. legal legal, vou levar em conta! penso em experimentar essa configuração, se nao ficar legal partiria para o Sergio Rosar.. e agora tenho mais essa possibilidade que me disse.

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  42. a proposito, aquele esquema disponivel no site da seymour duncan de ligação de singles fica legal? ou alguem ai tem alguma ideia melhor?

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  43. Bom dia Paulo, eu tenho uma telecaster MIM mas não sei qual é o modelo e muito menos se é original. Vc teria como me ajudar? Já procurei em muitos sites até mesmo no da fender, mas não tenho sucesso em saber se é ou não original. Queria poder conhecer melhor o instrumento que comprei e principalmente saber se valeu a pena pagar o valor pedido. O numero de serial dela é: MX10159000 desde já agradeço.

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    1. Era só ter passado no site da Fender:
      http://www.fender.com/support/articles/mexican-instruments-product-dating/
      Essa guitarra é uma standard de 2010-2011 - a informação tá quase no final da página.

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  44. O que vocês me dizem da fender squier affinity?
    Eu tô querendo adquirir uma e colocar captação ativa emg 81 e floyd rose.
    Eu quero essa pq eu sou um grande fã da fender stratocaster com big headstock.
    Então o que vocês me dizem dessa guitarra? vale ou não a pena? lembrando que ela está custando cerca de 800 reais na cidade onde moro.

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  45. http://guitarra99.blogspot.com.br/2014/05/faq-003-orientacoes-para-perguntas.html
    Conheço as Affinity só por vê-las nas lojas. O corpo é 4-5mm mais fino que o padrão e o alder pode ser chinês... É melhor do que uma squier comum de basswood, mas para por aí.

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  46. Paulo Estou fechando negócio em uma Blacktop HH e uma PLUS TOP HSS ambas MIM.
    Qual modelo stratocaster mexicana você arriscaria no meu caso?

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    1. Emerson,
      Strato H-H não é strato se considerarmos a sonoridade - é uma guitarra com dois humbuckers no "modelo" strato.
      As duas têm qualidade similar. O top da plus top é apenas uma folha fina.
      Acho que depende do tipo de som que procuras.

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  47. Oi Paulo e Oscar, duvidas minhas:

    1- Valeria a pena comprar uma Fender Mexicana por 2000 reais e colocar um outro corpo de melhor qualidade? Saindo o custo final em 2500~2700.
    2- Algum comentário sobre a série Deluxe MIM?
    3- Fenders MIM signature são melhores na construção ou são como as demais, apenas com hardware e pintura do artista? R.Sambora, Buddy Guy...
    4- Quando se diz que uma Fender MIM é boa em um PREÇO JUSTO, daria pra mensurar esse valor?

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  48. Olá Paulo! Tenho um Fender telecaster mexicana e gosto muito do som dela. Porém, sei que poderia melhorar. O que você me sugere que eu faça para melhorar a performance dela? Gosto muito do timbre da Fender Telecaster Standard Americana. Um som com mais brilho. Não sei se deveria mudar corpo, ponte, captadores! Podes me especificar o que seria legal eu trocar?

    Grato,

    Luiz Augusto
    Floripa/SC

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    1. A pergunta é muito genérica e ampla, Luiz. Depende do teu gosto também. Leia o post sobre pontes de Tele e os posts em geral das minhas teles - terás uma boa ideia da coisa :)

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  49. Tenho uma fender stratocaster standard 2012 MIM e até acho ela boa, pelo preço que paguei de R$ 1850,00 em uma loja do Paraná, com nota fiscal e grantia de um ano é muito barata se comparado com o preço da minha Gibson Standard Plu. Mesmo as fenders americanas não são tão caras se comparadas a Gibson e PRS, talvez seja por isso que muitos reclamam da qualidade.

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  50. Paulo e Oscar, obrigado pelas informações, foram muito úteis, como sempre, ainda mais por eu ser de Curitiba e poder compartilhar das mesmas lojas/luthiers citados!

    Estou interessado em pegar uma Telecaster e encontrei duas opções compatíveis com meu bolso.

    Guitarra Fender Standard Telecaster FSR Ash
    http://gangmusic.com.br/produtos/Cordas/Guitarras/Guitarra-Fender-Standard-Telecaster-FSR-Ash-/5398/

    Guitarra Fender Deluxe Series Nashville Telecaster
    http://gangmusic.com.br/produtos/Cordas/Guitarras/Guitarra-Fender-Deluxe-Series-Nashville-Telecaster-/7186/

    Ambas são mexicanas porém edições especiais, seria essa FSR em Ash superior as Standards normais? E em relação a edição Deluxe, que já vem com captadores tex-mex, creio eu superiores aos captadores hot standard, porém a construção da guitarra seria também superior ou não será que não sairia do padrão das standard?

    Se tiver alguma informação sobre elas seria de grande valia!

    Obrigado!

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    1. Encurtando: considerando preço e estilo, se queres uma tele realmente clássica, pegue a FSR de ash. Talvez tenhas que trocar só o captador da ponte. Acho que o resto tá beleza e o preço bom.

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  51. Sobre a parte elétrica das fenders, há diferença nos potenciômetros e qualidade da fiação etc entre as americanas e mexicanas? O motivo da pergunta é que acabei de pegar uma fender americana de 2002 com pintura descascando e desbotada (nitrocelulose?) em uma troca, porém o ex dono vendeu o escudo dela completo com os captadores e instalou outro escudo com captadores e elétrica não fender. Vou trocar esse escudo completo com um amigo por um completo de uma fender MIM que ele tem e, se a elétrica das mexicanas for equivalente vou trocar somente os captadores. Caso contrário vou tentar comprar um escudo completo de uma american standard.
    Meu e-mail: ralbatalha@gmail.com
    Grato desde já pela ajuda.

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    1. Ricardo, a elétrica das MIM é de qualidade sim. Só troque os captadores sem dúvida.

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    2. Obrigado Oscar.
      Parabéns pelo Blog, sempre que posso dou uma passada por aqui.
      Como faço pra mandar umas fotos dela desmontada pra você ver? Gostaria de saber mais sobre ela.

      Grande abraço.

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    3. Ricardo, coloque-as num serviço on-line como PhotoBucket e cole o link aqui. É o mais fácil.

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    4. http://s26.photobucket.com/user/Ricardo_Batalha/library/Fender

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    5. Ricardo, pelas fotos algo esta estranho. O braço esta dentro das especificações da Fender Am Std, tendo somente um String Tree adicional instalado e as tarraxas não estarem escalonadas. No entanto o corpo esta esquisito. Algumas observações, por exemplo é a ponte que não é típica de Fender USA, e sim de mexicanas. As Fender americanas da linha Std, tem ponte de 2 pivos e saddles BLOCK (http://www.ebay.com/itm/2002-Fender-American-Standard-Stratocaster-Strat-BRIDGE-TREMOLO-Steel-Block-USA-/141397008833?pt=Guitar_Accessories&hash=item20ebeb21c1 ), até 2008 quando os Bent Steel começaram a ser usados novamente. A pintura do corpo esta descascada como se fosse nitro mesmo, mas novamente, as Americanas STD todas tem PU na pintura e não teriam esse descascado. Notei também a ausência do Micro-tilt no neck-pocket, presente e todas as Am Std desde muito tempo. As cavidades dos captadores também na Am Std nessa época são H-s-H e nota-se um buraco circular que fica embaixo do escudo que serve de guia para a CNC na Fabrica da Fender USA. Veja esse anuncio por exemplo: http://www.ebay.com/itm/1999-Fender-USA-American-Standard-Strat-BODY-Stratocaster-Alder-/141410539423?pt=Guitar_Accessories&hash=item20ecb9979f .

      Com isso tudo, eu desconfiaria que essa guitarra foi montada com um braço de Am Std e um corpo de outra guitarra, com algumas peças Fender. Você teria como verificar isso com a pessoa que te vendeu a guitarra?

      Abraço

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    6. Olá,
      Muito grato pela atenção.
      Olhando o link que você postou e vendo os demais produtos do vendedor vi um corpo de fender highway one idêntico ao da minha guitarra. A ponte vintage, segundo minhas pesquisas, também é de série nesse modelo. Estou quase convencido de que se trata de uma highway one. Obrigado mais uma vez.

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    7. Também acho. Com certeza não é o corpo que veio com o braço. Não deu pra ver o tróculo do corpo, mas falta o quinto furo na região onde parafusamos a placa - esse furo é para acessar o ajuste do tilt. Pode até ser um corpo Fender, mas não é o original que estava com o braço.

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    8. Oi Ricardo, Bem lembrado, as características são sim compatíveis com a Highway One, inclusive a pintura de Nitro, ponte de mexicana e etc. :-)

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    9. Não conheço bem as Highway 1 - pode ser que os braços tenham a rodela de metal para o tilt mas os corpos não - talvez seja uma característica da produção/logística.

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  52. Paulo, de uma forma direta, ignorando os valores, entre uma Squier standard e um Fender MIM Standard qual delas é melhor ?
    sei que foi discutido nesse post custo beneficio, e acho justissimo todos os argumentos, entretanto hoje minha realidade financeira me permite algo entre a squier e a MIM, pelas condições de pagamento com parcelamentos e etc, então estou em uma forte pesquisa pra desvendar qual tera mais qualidade e seu post me passou muita credibilidade, tood o blog alias, entao assim de forma simples, qual ma sua opnião, é mais profissa ?
    Obg

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    1. O problema das squieer standard é que os corpos geralmente são de agathis - que é muito ruim pra tele e strato, na minha opinião, Já tive uma tele squier standard feita na Coreia pela Cort - construção e acabamento excelentes, mas o corpo de agathis descaracterizava o timbre clássico. O braço tenho até hoje :)

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    2. paulo, obrigado pela resposta.
      Aprofundando minha pesquisa me deparei com a Squier Deluxe na seguinte configuração:

      Corpo em basswood; braço em maple "C" shape; escala em maple c/22 trastes MJ; tarrachas Die-cast Standard; ponte twin pivot tremolo; 3||captadores Duncan Designed™ SC-101 Single-Coil; controles de MV/T/T; chave de 5 posições.

      O preço ainda bem abaixo da MIM, o que poderia me dizer sobre ela em comparação com a mexicana ?

      Obrigado novamente.

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    3. Pedro, seria mais prático checares outros posts por aqui. Digite "alder" e/ou "basswood" na pesquisa. Já coloquei em vários posts minha opinião sobre madeiras de strato.
      E opinião pessoal é... pessoal. Não gosto de cedro, basswood e agathis para corpos de strato e tele clássicas, mas isso não quer dizer muita coisa :).
      Outro post importante:
      http://guitarra99.blogspot.com.br/2014/05/faq-003-orientacoes-para-perguntas.html

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  53. Essa se enquadraria no que foi falado de negativo em relação às Standards? http://www.fender.com/series/blacktop/blacktop-stratocaster-hh-rosewood-fingerboard-black/

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    1. Absolutamente não. É uma boa série - pra quem gosta dessas variações.
      A única série que tenho um pé atrás é a "Standard" MIM. E olhe que desconfio que as Standards vendidas no mercado americano são melhores que as que chegam no terceiro mundo - Brasil incluído. E também depende da época, situação financeira da Fender, administração da fábrica, etc. É raro, mas já vi standards MIM decentes - após a troca dos captadores, pelo menos :)

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  54. Lembrando que os corpos da série Blacktop possuem o famigerado piscinão (pensava que isso tivesse sido abolido de vez, mas...):

    http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-594838494-corpo-fender-stratocaster-blacktop-2014ponte-vintagejackpl-_JM#D[S:VIP,L:SELLER_ITEMS,V:9]

    https://reverb.com/item/57086-fender-stratocaster-replacement-body-blacktop-dual-humbuckers

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    1. Bem lembrado. Particularmente, não gosto desse detalhe.

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  55. Ótimo blog! E quanto a linha deluxe players? Elas tem corpo em ash e captação noiselless e achei bem em conta, por 2000 reais me ofereceram. Vale a pena?

    http://www.fender.com/series/deluxe/deluxe-players-strat-rosewood-fingerboard-3-color-sunburst/

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    1. Não conheço pessoalmente, Pedro, mas a única série que tenho um pé atrás é a "Standard" MIM. Tenho uma Cabronita e duas Fender Roland GC1 montadas no méxico que são muito boas.

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  56. Os captadores da MIM mas a série dela é uma 70's Reissue, presta ou meia boca. Estou querendo comprar um escudo completo!!

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    1. Não conheço, mas a lógica do post sugere que não devem ser "custom shop", concordas?

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    2. São melhores que os cerâmicos STD pois são alnico, mas são captadores "genéricos" de alnico. Nada de mais na minha humilde opinião! :-)

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    3. Obrigado, aos dois pela resposta. Claro Paulo que concordo com você!!!

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  57. Paulo, uma dúvida: e no caso das Squier MIM. Tenho uma 94, gosto muito do som e braço, porém, detesto a floyd rose que veio nela. Recentemente solicitei a um luthier aqui de Curitiba que travasse a ponte. Tenho a intenção de trocar os caps, a ponte, o nut e as tarrachas. A pergunta é: vale a pena? Por Marcelo Costa

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    1. Cara, desculpe, mas é uma pergunta que só tu podes responder. Eu, que detesto Floyd e tenho um pé atrás com as MIM standard deveria ser a última pessoa a opinar :)
      SEMPRE o que mais vale é o quanto a guitarra representa pra ti. Pelo que descrevesse, apenas o braço é importante. Deverias ficar com o braço e trocar/vender o resto.

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  58. Bom dia! Paulo may gostaria de saber de a Fender delux Lone Star Hss é uma guitarra boa opeção

    Obrigado!
    Comprimentos!

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  59. Se é melhor do que fendes americam spacial hss

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  60. http://guitarra99.blogspot.com.br/2014/05/faq-003-orientacoes-para-perguntas.html

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  61. Boa noite, Paulo, tu poderia comparar a Squier Classic Vibe e a Fender modern player? li pela web e vi que a modern player tem o braço fino e trastes jumbos( que eu curto muito), mas em seu desfavor, estão os captadores, que são superiores os da CV. Ainda assim, fico com receio de várias emendas no alder utilizado nelas, aguardo sua resposta!

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    1. Não tenho nenhuma das duas, Márcio. Essas linhas mais baratas podem variar bastante - o ideal é avaliares a guitarra pessoalmente. Captador dá pra trocar, mas madeiras, o negócio fica caro...
      Por favor, leia aqui:
      http://guitarra99.blogspot.com.br/2014/05/faq-003-orientacoes-para-perguntas.html

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  62. Paulo, boa tarde
    Tem semanas que venho lendo seu blog e to gostando muito dele, tem muitas informações importantes para sanar a dúvida do pessoal.
    Eis que me surgiu uma dúvida também. Estou negociando uma Fender Mexicana Series 60's, preta, captação alnico, aparentemente bem conservada, pois ao pesquisar sobre o número de série dela descobri que ela é de 2003, procurei por todos fóruns e não achei nada a respeito dessa guitarra, e gostaria que com sua experiência vc me ajudasse. A minha dúvida é a seguinte, quantos partes é feita o corpo dessa guitarra, sendo que as fotos da fábrica da Fender que encontrei são de 2006, lembrando que não testei a guitarra pelo falo do rapaz que está com ela morar em outra cidade, e também gostaria de saber se estou fazendo um bom negócio em comprar ela pelo valor de R$ 2.000,00 ????
    Me ajude como puder.
    Grato, aguardo respostas.
    Abraço.

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    1. Matthew, me permita...

      Não há como saber a quantidade de partes do corpo de Fender nenhuma com certeza. Mesmo as American Std, já vi com 4-5 pedaços de madeira especialemente debaixo das cores sólidas. Desculpe, mas esse tipo de pergunta é muito recorrente aqui e a resposta é que nós não temos como saber com ceteza. As mexicanas então são uma incógnita ainda maior. A regra é se puder testa-la faça-o para embasar a decisão final de compra-la ou não, mas se não puder faze-lo há sempre um risco associado que você deve escolher assumir ou não. Desculpe mas não podemos (nem eu nem o Paulo) te dar uma resposta conclusiva, sendo que querm vai pagar é você. Somos amantes da guitarra, e temos alguma noção de mercado pois como todos compramos e vendemos nossos intrumentos, mas não somos negociadores. Fazemos os posts com o intuito de dividir o que sabemos com os que acompanham o Blog e tentamos sempre ser o mais completos possível, mas não podemos, e não vamos, opinar de maneira tão incisiva na compra de uma guitarra que não seja a nossa própria. Espero que compreenda nosso posicionamento.
      Abraço!
      Oscar

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  63. Olá, Paulo. Eu tenho uma fender telecaster mexicana, modelo 1956, fabricada em 1986 (vi a data quando retirei o braço), certamente uma série fabricada naquela época em comemoração aos 30 anos daquele modelo. A guitarra é sensacional! E parece ser uma raridade, além de super bem conservada. Ela é sunburst e o verniz tá um pouco craquelado nas 'costas' da guita, e tinha dois mínimos lascados na lateral. Fiquei de cara curioso com a data de fabricação x a data que vc forneceu como sendo do início da produção na fábrica do México. Depois fiquei intrigado com o verniz da minha estar craquelado (isso indicaria 'nitro'?), E até hoje não sei quais os captadores que estão nela... alguém arrisca uma opinião? Abração e parabéns pelo blog!

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    1. Paulo,

      Sua guitarra deve ser japonesa, não? A Fender ainda não produzia guitarras no México em 1986. O que eu faria, antes de tudo, seria conferir o seu serial number na guitarra para ver se realmente bate com uma Fender MIJ (ou MIM).

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    2. Olá Iago, atrás do headstock tá escrito 'made in mexico' e o serial começa com MN seguido de sete algarismos. A dúvida continua... abração!

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  64. Olá Paulo, estava lendo seu artigo sobre as guitarras Fender Mexicanas e fiquei na dúvida quanto a Guitarra Stratocaster Fender Blacktop HH Floyd Rose - 114 8100, gostaria de saber mais detalhes sobre ela, principalmente quanto a madeira, assim como vc comentou em seu artigo, desde já agradeço. Carlos

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    1. Carlos nem eu nem o Paulo temos experiência com as Blacktop, portanto não podemos comentar a respeito delas.

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  65. Se puder comentar tbem sobre a qualidade desse Floyd Rose e os caps que vêem nela, valeu!

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  66. Parabéns ao Blog pelas excelentes postagens e pelo esforço em mantê-lo para o deleite de todos os aficionados por guitarra, um instrumento realmente divino, pois sempre que posso aproveito para ler e aprender um pouco desse universo fantástico. Esse Blog me ajudou muito na escolha da minha guitarra e estou feliz com a aquisição.

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  67. Brother, parabéns pelo seu post e iniciativa para esclarecer as pessoas e tal, mas existem uns poréns. Eu comprei uma Fender MIM Standard Top Plus, braço em maple, corpo em alder com folha de maple e um visual de tirar o fôlego literalmente. Tanto que eu acabei testando essa guitarra na loja. Eu nào tinha a menor intenção de comprar uma MIM. Pois bem! Toquei nela alguns minutos e me apaixonei. A ferragem na ponte não é steel com dois parafusos, mas nas americanas só as mais caras usam essa ponte. Esse foi um ponto desfavorável, mas a tarracha blindada se mostrou firme na manutenção da afinação e os captadores tem de ser upados apenas se o guitarrista desejar um som mais encorpado, pois ele no Laney valvulado falou bonito. E, só para constar, tenho uma gibson les paul e uma tagima com capt american standard e ferragens fender vintage steel, etc... ou seja, apesar de a guitarra standard mim ter sido massacarada aí no post, digo o seguinte: pelos 3800 que paguei nela nova, foi o melhor custo benefício que encontrei e, ainda que eu queira upar os captadores para um trio custom shop fat 50's ela ainda sai menos de 5000. Compensa demais.
    Abraços...

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    1. Oi Eder, O intuito do post não era execrar, mas sim só esclarecer que a Fender Std MiM é uma guitarra de entrada da linha da Fender, apesar de carregar o nome no headstock. Isso reflete no que mencionamos, como emendas no corpo, ferragnes, captadores e etc, mas não isenta a linha de ter sim bons exemplares e que agrade a quem as compra. Sempre digo que a melhor guitarra é aquela que agrada ao seu proprietário, independente de ser uma Fender MasterbUilt ou uma Squier Affinity. :-) Eu mesmo já tive Fender MIM Std que com os devidos upgrades ficou excelente! Obrigado pelo relato, essa troca de experiências deixa o blog ainda mais interessante.

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  68. Paulo May
    Agora fiquei na Dúvida, qual guitarra comprar, pq ñ tenho grana pra comprar um American, e as MIM ta aí, vc poderia me dizer, com 2500,00 eu compro uma Guitarra boa, sem tantas emendas, e com caps e ferragens boas?
    Ou uma Guita mais barata pra ups, ela fique realmente boa?
    Abç

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  69. oi. eu comprei uma fender telecaster MIM em 2008, quando o dólar estava baixo, por 420 usd, na musicians friend, com case. minha irmã fez a grande boa vontade de traze-la pra mim. eu gosto muito do timbre dela. tenho uma walczak strato que é nervosa. mas a fender MIM pra tocar um blues, jazz, bossa, uns jorge ben, atende bem demais.

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  70. segue um video mostrand por alto o som de cada uma que falei:
    da fender, com um mini ampli: https://www.youtube.com/watch?v=Yaiu7ZLo-Nc
    da walczak: https://www.youtube.com/watch?v=OgWsaQAExc0

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  71. Sabe me dizer se as Fenders Richie Sambora MIM são boas????

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  72. Parabéns pelo post. Tenho a mesma Fender do post, uma ótima guitarra, que inclusive já fiz algumas alterações nela para dar um som mais vintage e fiel o das Fender vintage. Troquei o bloco da ponte por bloco de aço puro, e uso um set de Custom 69. O timbre ficou bem definido e clean. Para dar aquela aparada no som gosto também de usar o Boss GE-7 equalizer. Continuem o bom trabalho Oscar e Paulo, abraços.

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  73. http://www.mayones.com/en/katalog/Master_Builder_Collection_Guitars_2011/regiusmosaic

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  74. Este comentário foi removido pelo autor.

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  75. Parabéns pelo post, muito informativo. Gostaria de saber a opinião de vocês sobre a signature do Dave Murray (Iron). Trata-se de MIM de estilo vintage toda customizada com dois (2) captadores Hot Rails Seymour Duncan (Ponte e Braço) e um JB Jr, no meio e ponte Floyd Rose Original, ou seja, a guitarra tem um upgrade de respeito e com o nome relevante. O que acham? Abraços.

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    1. Pra quem gosta de superstrat, é uma excelente opção. O raio é composto, materiais e acabamento são superiores aos da linha MIM standard e aproxima-se muito de série DM USA de 2009. A cereja do bolo é a ponte própria da Floyd Rose e os captadores SD.
      Mas isso "pra quem gosta de superstrato com floyd", ok? Eu tô fora dessa lista... :)

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  76. Estava lendo aqui sobre as tele baja, classic e 50s.. e esses dias tive a oportunidade de tocar numa Tele Road Worn 50s, e ao lado tinha uma tele americana, de longe a Road Worn era melhor e mais bem feita, e o braço perfeito, mas estava R$6mil.. vasculhando no eBay achei uma igual.. mas só o corpo. Aqui esta o link:

    http://www.ebay.com/itm/LOADED-Vintage-50s-RI-Fender-Road-Worn-Tele-BODY-Telecaster-Relic-Blonde-SALE-/381698083830?hash=item58defa8bf6:g:7GAAAOSwddNXgnWW

    Será que é arriscado comprar um corpo desses? gostei muito dessa Tele, mas infelizmente não vou pagar esse absurdo de preço q esta no brasil.
    Obrigado e abraço

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    1. Paulo, sendo bem generalista, eu so me preocuparia com os modelos Standard MiM. As series Deluxe, road worn etc sao bem melhores e ja tive guitarras excelentes dessas series. A Road Worn em especifico eh uma das minhas favoritas. Com somente um upgrade de ponte(bloco) ja fica uma guita muito legal. E sim o preço aqui é. Ridiculo! :)

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  77. ola paulo ,sobre as fenders deluxe players mim ,vem com caps noisseles ,ferragens vintage, sera que vale o que pedem ,ja testou alguma ,são boas sera ,abraço.

    http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-788278994-fender-deluxe-players-stratocaster-mexicana-_JM

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    1. Geralmente são ótimas guitarras. Acho que é uma das poucas séries da Fender com raio de 12 e não 9,5. Considerando que as MIM standard atualmente estão nessa faixa de preço, acho que tá bem legal. Se ela pesar menos que 3,8kg eu diria que é uma ótima opção. Só não gosto dos noiseless, mas aí é pessoal :)

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  78. Excelente postagem e debates. Eu possuo duas guitarras Fender Americanas (Standard e Deluxe), duas Mexicanas Signature (Dave Murray e Blackmore), já toquei em muitas outras americanas, mexicanas e japonesas. No tocante às questões do corpo, não me é relevante, confesso que a qualidade musical de todas minhas guitarras e seus acabamentos são excepcionais, não importando na prática, de qual lado da fronteira foram feitas. Observo muitas críticas em fóruns sem qualquer embasamento sério. Acredito que o apelo emocional façam muitos buscarem uma Fender USA, por história,etc. Mas avaliando racionalmente, minhas guitarras mexicanas estão no mesmo nível de acabamento, qualidade e tocabilidade, o que me faz pensar que pagar o dobro numa americana, muitas vezes, está mais relacionado em ter o "Made USA" no headstock que propriamente por questões de qualidade, tocabilidade, etc. Fica a minha reflexão. Aproveito para compartilhar um vídeo recente da fábrica da Fender no México. Vejam todo processo e tirem vossas conclusões. Segue o link: https://youtu.be/4vRAjaiFv98

    Abraços e parabéns pelo Blog!

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