sábado, 25 de janeiro de 2014

Strato Vintage (Reissued) V6 Modificada

Paulo May

Mais um post sobre as guitarras inglesas/chinesas da marca Vintage....
Já havia postado sobre a Vintage Les Paul Slash/Paradise (V100 AFD) e a Telecaster V52.
Como conheço o gerente (do imbróglio com a Tagima) da Multisom, fui direto falar com ele porque queria uma vermelha, a Firenza Red. Só tinha essa "Laguna Blue"... como o preço tava legal, levei.

Ao contrário da Paradise, essa V6 veio MUITO mal regulada de fábrica: ação alta, tremolo sem tensão e pra completar, haviam perdido o braço do tremolo... Ainda estão me devendo :)
Realmente não sei por que a comprei... A GAS (Síndrome de Aquisição de Equipamento) às vezes bate de forma tão aguda que não dá pra controlar. O caso é que eu tinha acabado de desmontar uma guitarra com 3 captadores lipstick GFS (corpo squier de basswood) porque queria me livrar definitivamente de todos os corpos de basswood. A bizarrice da GAS é que ao olhar o escudo com os 3 captadores "orfãos", sai e comprei uma guitarra pra eles! KKK!

Assim que cheguei em casa fiz algumas fotos:




Como falei antes, essas guitarras Vintage têm um excelente custo/benefício - ou tinham, porque em 2014 houve um aumento de preços geral nos instrumentos. As especificações são excelentes (do site):

Vintage®V6Series
Body: American Alder
Neck: Hard Maple – Bolt On
Fingerboard: Rosewood. One Piece Maple (MFR/MSSB)
Scale: 25.5"/648mm 
Frets: 22
Neck Inlays: Pearloid Dot. Black dot (MFR/MSSB)
Tuners: Wilkinson® WJ55 E-Z-LOK™ 
Vibrato: Wilkinson® WVC 
Pickups: Wilkinson® Single Coil x 3 (N) WVS (M) WVS (B) WVS
Hardware: Chrome
Controls: 1 x Volume/ 2 x Tone/ 5-Way Lever

Eu tinha dois excelentes braços mighty mite aqui e essa também foi uma das razões de comprá-la. O problema foi que quando cheguei em casa, percebi que o tróculo da V6 é cerca de 2mm mais largo que o padrão Fender. Isso é muito ruim e é comum nas guitarras chinesas.
Poderia ter devolvido, mas, já que o braço original era muito bem feito, confortável, etc., resolvi adaptar o headstock para o padrão Fender, colocar o logo (deixei o selo original atrás do headstock pra ninguém achar que é uma Fender de fato). Não sei porque ainda faço isso - no momento que os braços não bateram, era pra ter desistido! Minha paciência tá no limite - dessa vez enviei o braço para o meu luhtier cortar o headstock. Só finalizei em casa com um logo "oficial" da Crox Guitars e acabamento com Tru-Oil (dica fantástica do João Vítor)
O braço original entretanto, tem um ótimo encaixe, talvez por isso mais uma vez passei pelo processo de mexer no headstock. A ponte é excelente (selo prata de qualidade LPG), mas o bloco é de zinco.
Encomendei com o Manara um de aço:


Troquei o escudo para mint green - mais "60's" :). A V6 ficou assim depois de modificada:



Bem, agora finalmente tenho uma strato "lipstick" digna. Timbre fantástico, clássico de lipstick: muito similar mas sem o ataque e extrema definição dos single coils com pinos de alnico. As tarraxas são excelentes. Troquei os saddles "bent" de aço Wilkinson por saddles de bloco, também de aço, da GFS. Antes que perguntem: eu tinha um braço de tremolo Wilkinson de outra ponte aqui em casa. Não uso tremolo, mas coloquei nessa porque o visual exigia :).

___________________@@@@@@_________________________


PS: Por favor, perguntas do tipo "você acha que vale a pena a Vintage tal, etc..." são redundâncias. O post (esse, o das outras Vintage e os das SX, Cort, Fender, etc.) fala por si só e é pra vocês tirarem suas próprias conclusões. Se não há certeza absoluta nem nas top de milhares de dólares, imaginem nessas.
Leia, compare, raciocine e conclua.

PS2: Como o tempo anda escasso, não deu pra fazer uma demo do som dela, mas é bastante parecido (a minha tem um pentelho a mais de ataque/punch) com o desse vídeo:




101 comentários:

  1. Sou fã de carteirinha dessas guitarras vintage tenho uma paradise, você já viu Vintage signature do thomas blug, acredito que com uma troca de caps o timbre chegue bem perto a de uma fender.

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  2. Eu comprei uma v52 e gostei do som, um upgrade iria cair bem, mas o som dela quebra o galho. Gostei do post e quero fazer a seguinte pergunta: Sendo a Vintage uma marca inglesa, como saber se ela foi fabricada na china? Pergunto isso pq as grandes marcas dizem o tal do "made in" e essa não.

    Ainda quero saber como vocês fazem para regular a ponte da telecaster com 1 saddle para 2 cordas.

    Depois posta o áudio dessa guitarra aí, fiquei na curiosidade.

    Abração

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    1. A Vintage é uma linha de guitarras da empresa inglesa JHS, que tem forte ligação com Trevor Wilkinson. Todos os produtos dessa empresa e da Wilkinson são feitos sob encomenda na Coréia e China. A supervisão e o controle de qualidade é inglês, mas os produtos não.

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  3. Fala Paulo, você acha que vale a pena comprar uma Vintage V52 daquelas relicadas pela internet? Aqui no RJ eu já andei quase na cidade toda e só uma loja vende Vintage, mas não as teles. Numa loja em São Paulo achei por 1399,99. Meu receio é que eu nunca toquei nela, pelos vídeos parece ser exatamente o que eu procuro, mas vai que ao vivo não é a mesma coisa né?
    Enfim, quem possui uma Vintage e queira me ajudar eu agradeço também!

    Agora em relação ao post, quando você postou sobre a v52 você disse que ela vem pronta, isso vale também pra v6? Ou você acha necessário trocar alguma peça? Essas vintages tem atiçado MUITO meu GAS =P.

    Abraços Paulo, parabéns pelo blog ^^.

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    1. Obrigado.
      A Strato V6 já vem pronta mesmo - é só fazer a regulagem ao próprio gosto. Trocar bloco e captadores é opcional. Na V52 eu trocaria o captador da ponte por um de alnico, mas vários já relataram que gostam do som do cap original.
      O que eu não gosto MESMO na V52 é aquela relicagem específica na região onde apoia o braço direito - é muito artificial.

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    2. Pensei em botar um Rosar True Vintage ou Vintage Hot T na ponte.

      Paulo, não sei se eles mudaram na produção da guitarra desde que você a testou, mas no site da marca e em todas as lojas que vendem a v52 afirmam que os captadores são de alnico.
      Eu fico meio receoso em comprar pela internet, ainda mais guitarra de menos de 2mil ainda são consideradas medianas. Mas essas vintages parecem ter um ótimo controle de qualidade. Você, ou algum leitor do blog, me aconselharia investir mesmo assim? Obrigado pela atenção Paulo =)

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    3. Pode ser... é que alguém que tinha uma V52 comentou que tirou o captador e viu a barra cerâmica na base... Como eu de fato nunca tive uma V52, não posso ter certeza.

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  4. Favor enviar os corpos de basswoods para o 69037-072. kkkkkkk

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  5. Se não me engano, essas guitarras não são feitas nem na China, nem na Coreia, mas no Vietnam...
    Faltou escrever um pouco sobre o timbre original dessa guitarra (antes das modificações).

    Vlw

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    1. Sim, Vietnam. Tá no post da V52 e essa informação veio do SAC da JHS.
      É difícil definir com certeza, mas com exceção da Coréia do Sul que inicialmente passou tecnologia (originalmente japonesa) para a China e Filipinas, o que veio depois naquela região tem basicamente padrão de produção chinês.

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  6. Toda vez que vejo uma dessas bate um G.A.S. absurdo... Fico sempre entre ela e a t635 da tagima...

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    1. A Tagima tem corpo de marupá e braço de marfim... é outra coisa, não necessariamente pior, mas definitivamente não é a sonoridade clássica.

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    2. Sei que são bichos totalmente diferentes, mas gosto da sonoridade do marupá. E aquela linha em particular da tagima é bem razoavel no acabamento e ferragens. As vintages tem um som mais proximo do fender, e realmente com poucas modificacoes podem ficar no nivel das MIM mas, considerando o som "stock" das duas, a tagima me ganha. Por um fio de cabelo de piolho, mas ao meu ouvido ela parece mais doce e mais redondinha que a combinação de alder e imã cerâmico.

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    3. Gosto não se discute, Caio. E não acho marupá ruim, não - se não pudesse usar um bom alder ou ash, com certeza minha strato seria de marupá...

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  7. Tu é louco mesmo. E eu tb. hahahha Fiz algo semelhante com uma tele Vintage 58. Headstock, picks originais fender e uns ajustes de elétrica. Vai saber a loucura. Mas tem uma coisa: nada mais incômodo do que ver uma tele ou uma strat padrão com um headstock 'alien', é apreço à estética e design, nada condenável. Ou pelo menos uma desculpa com certa lógica. Abraço!

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    1. Concordo ipsis literis e até cito novamente: "nada mais incômodo do que ver uma tele ou uma strat padrão com um headstock 'alien'" - Pô, tudo é padrão e de repente aquele headstock estranho... Como sofro de TOC, isso é como um quadro torto na parede! :)

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  8. Essa cor de strato é muito legal... o conjunto da obra ficou otimo depois de modificado... bonitona mesmo! só não sei se eu curtiria o som dos lipstick, num toquei numa assim, não tenho nem referência de como deve soar... abraço!

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    1. Obrigado, Cícero. Acrescentei um vídeo no final que dá uma ideia bem aproximada do som da minha V6. A minha soa apenas um pouco mais "encorpada" e com mais ataque, mas pode ser a pegada - dá pra sentir que a do cara é meio leve... Ou a minha é muito pesada...:)

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    2. uow... mto legal o som no vídeo... bem clean, parece ter saída bem baixa o captador... curti o som dos lipstick! Valeu Jack!

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  9. Paulo, sou super-fã do blog. Graças a `"abnegados" como tu e o Oscar, tenho me instruído e divertido muito no mundo das guitarras. Já estava até com 'saudades' dos posts sobre tuas modificações. Espero que tu ainda faça mais algumas pra compartilhar tuas impressões. Este está bem legal e bem-humorado. A parte sobre o GAS e a frase "não sei porque ainda faço isso" ficaram ótimas. O pessoal acaba se identificando muito. Tive um baixo Vintage, corpo em poplar. Eu gostava. A Multisom, aqui em Poa, sempre tem algumas em preços atraentes. Parabéns a ti e ao Oscar. Feliz 2014.

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    1. Obrigado Tom. Acredito que de cada 5 guitarristas, pelo menos dois devem sofrer de GAS... :)
      Eu sempre fico de olho na Multisom - de vez em quando aparecem umas pechinchas legais. :)

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  10. Olá Paulo.
    Estava para comprar uma ponte Callaham até ver este post, essa Wilkinson vende com opção de bloco de ferro por um preço muito muito mais em conta. Que achas?

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    1. Ferro? Querias dizer aço, imagino. A versão dessa guitarra é a WVC, com bloco pesado, mas de zinco. A versão com bloco de aço é a WVCSB (SB: Steel Block). É melhor do que essa e é uma excelente ponte, mas não deve ser melhor do que uma Callaham original :)
      Considerando a diferença de preço, a WVCSB tem melhor relação custo/benefício.

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  11. Ficou lindona essa strat. Gosto muito desse set lipstick da GFS. Tenho também um set lipstick da SD. Comparado com os GFS, o set da SD pronuncia mais os graves e dá a impressão de uma saída um pouco maior e os 3 captadores soam mais equilibrados entre si. Mas o set da GFS tem um timbre, digamos, mais próximo daquilo que se espera de um lipstick ! Como meu negócio é single de baixíssima saída, adoro eles. Destaque também para o lipstick duplo (HB) da GFS, uso ele em uma pacifica SSH, muito bom e ao ser splitado vira um single de verdade, já que são 2 lipsticks em série. Abç!

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    1. Ainda sobre o post, com relação a sua observação sobre corpos de basswood. Tinha péssima opinião sobre strat em basswood. Recentemente, consegui um resultado muito bom no upgrade de duas guitarras. Um conclusão ainda a confirmar é que quando basswood possui um peso similar ao do alder os resultados são melhores. Mas ainda não tenho certeza disso.

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    2. A tua lógica bate com a minha. Quanto mais pesado for o basswood (e o marupá idem), mais aberto ele tende a soar. É aquela questão da densidade...
      O foda é que o "basswood chinês" nem deve ser basswood de verdade. Não dá pra saber - se olharmos os preços das madeiras nos EUA, o alder não é muito mais caro que o basswood...

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    3. A questão do basswood é no mínimo intrigante, pois ela sempre me remete a guitarras chinesas, de qualidade inferior. Mas se olharmos o mercado atualmente, veremos que algumas guitarras top de linha, como a nova charvel do Guthrie Govan de $ 3.500 (feito com um basswoood leve e top de flamed ou birdseye maple) e algumas suhr são feitas em basswood. A Ernie Ball também tem utilizado em alguns modelos da John Petrucci. O preço, de fato, não há muita diferença para o Alder, nem para o ash, de modo que me intriga a questão de basswood, via de regra, utilizada para guitarras chinesas. Tinha uma opinião sobre basswood = guitarra chinesa = madeira inferior, mas agora não consigo sequer ter uma opinião.... rs...

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    4. O basswood começou a ser utilizado nos EUA, portanto, a referência é o basswood da américa do norte. Duvido que o "basswood" chinês seja o mesmo. É a velha história da "versão chinesa" das madeiras clássicas. Segundo John Suhr (e Ed Van Halen), a melhor combinação de madeiras para corpo de guitarra é basswood com top de maple. Não discuto com eles:)

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  12. Fala Paulo,

    Pela sua descrição o perfil do braço dessa Vintage está mais para Fender (mais finos) do que para as SX (gordos). É isso mesmo?

    Também gostei do som dos lipstick do link, parece casar legal com uma strato para som mais cristalino e agudo sem soar estridente.

    Marçal.

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    1. Com certeza Marçal, o braço dessa V6 tem a mesma pegada do meu Fender original de 97 - um "C" um pentelho mais achatado, com menos ombros. Pra minha mão, excelente. :) Os das SX geralmente são bem mais gordos.
      O som dos lipstick é um meio termo entre o single coil clássico e um humbucker splitado - ainda longe de ser insípido como o segundo, mas sem a plena definição do ataque do primeiro...

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    2. Olá Paulo! Mais uma vez parabéns pelo bom gosto, a guita ficou linda! Adoreis as Vintage, estou procurando uma strato branca e achei uma deles por R$1.000,00. O problema q o modelo com acabamento branco tem um headstock invertido!! Muito Feio! Tenho uma Shelter FST 62 (headstock igual da fender) com um braço bem legal, será q o braço da Shelter serviria na Vintage?

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    3. Obrigado, Altamir
      Essa guitarra deve ser a Fillmore V6FJH - o JH é "Jimi Hendrix" :). É pra dar aos destros a sensação dos canhotos. Tudo é pra canhoto, inclusive a inclinação do captador da ponte, exceto o corpo - e foi uma boa ideia manter o corpo "destro".
      Gostaria muito de ter uma strato com a inclinação do captador da ponte invertida :)

      Braço e guitarra só dá pra saber colocando os dois juntos, mas é possível que sim - talvez tenhas que lixar um pouco as laterais do final do braço SX. Mas em termos de qualidade/sonoridade, o da Vintage é provavelmente melhor...

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  13. Paulo, pelas fotos vi que só na cavidade da placa eletrônica é que veio com blindagem. Pretende completar a blindagem nessa V6 ou achou ela silenciosa? Deu tempo de compará-la nessa questão com suas stratos Fender?

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    1. Marçal, eu raramente tenho problema de ruídos dessa natureza. Claro que quando vamos usar muita saturação, tocar próximos ao amp, com lâmpadas fluorescentes/geradores por perto, etc. os ruídos aumentam e uma boa blindagem dá mais segurança, mas nessas situações eu raramente utilizo singles ou mesmo stratos comuns... :)

      Se fosse minha guitarra de shows/estrada, estaria blindada, com tarraxas "lock", ponte travada por dentro com bloco de madeira e provavelmente teria um humbucker na posição da ponte, aliás, não usaria lipsticks exceto num palco/PA com som de alta qualidade... :)
      Na minha opinião - já me estendendo demais - existem guitarras pra tocar em casa e gravar e guitarras pra cair na estrada. A minha guitarra de "rua" é essa:
      http://guitarra99.blogspot.com.br/2010/06/prs-se-custom-22.html

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    2. Paulo, "ponte travada por dentro com bloco de madeira"? Como assim? Por trás do bloco, para deixá-la totalmente fixa? Como se faz?

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    3. No google, digite: "eric clapton wood block", selecione "imagens" - devem aparecer pelo menos umas 50 fotos mostrando como é... :)

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  14. Paulo,

    Essas Vintage são realmente ótimas. Me lembro que saí de casa pra testar e possivelmente comprar um amplificador. Peguei uma V52 e chapei! Do jeito que tava levei pra casa! rsrsrs

    A única coisa que acho ruim (pro meu gosto) das Vintage são os trastes, muito baixos e finos.

    Fora isso, tudo ok mesmo!


    Abraço,
    Arthur
    http://heroisdas6cordas.blogspot.com

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  15. Olá Paulo, para aplica os waterslide que vendem no ML na SX de Ash é preciso retirar o verniz do braço? Como retiro o logo da SX?

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    1. http://guitarra99.blogspot.com.br/2011/09/shelter-sx-headstock-remake.html

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    2. Eu tinha visto, mas fiquei preocupado com a questão de ter que remover o verniz de todo o braço :( Vou tentar remover o verniz só do headstock e ver o que dá.

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    3. Se o verniz é incolor, beleza, é só lixar a face anterior do headstock. O chato é quando tem os tons amarelados...
      Lembre-se que não deves aplicar o decalque na madeira crua. Lixe bem até chegar na madeira ou pelo menos ou selador, passe umas duas a três demãos/camadas de verniz (spray), deixe secar bem (lixar e polir se necessário), aplique o decalque, deixe secar um dia e finalize com 3 a 6 camadas de verniz + lixa 1200 + polimento

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    4. É de ash igual a sua http://guitarra99.blogspot.com.br/2011/10/guia-para-tunar-guitarras-baratas.html

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  16. Eu acho bem legais as guitarras Vintage. Tenho uma AFD Paradise e curto demais o som dela. Muito bom o post.

    A propósito... Sei que não tem a ver como post, mas, você que tem uma AFD, sabe dizer que tipo de perfil é o braço dela?

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    1. O perfil é mais para Gibson 60's. Comparando com a minha R9 e a R0/Beano do Rodrigo Rassele, eu diria que fica no meio das duas... Tem mais ombros que a RO porém menos volume que a R9.

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  17. Não sabia que todas as Vintage eram fabricadas na China, korea etc... Nem as linha mais tops delas não são fabricadas em UK??

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    1. Até onde eu sei, eles não fabricam nem um simples botão na Inglaterra. Tudo é terceirizado no oriente.

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  18. Muito bacana!
    Tive a oportunidade de tocar numa les paul vintage, com P90. Achei a o timbre lindo!
    Mais uma vez, parabéns pelo blog!

    Abraço
    p.s.: além dos corpos de basswood, está se desfazendo de algum braço de telecaster?

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    1. Em breve... Tô montando um blog temporário onde colocarei pelo menos umas dez das minhas guitarras e alguns corpos e braços à venda. Como tenho que vendê-las por absoluta falta de espaço, o preço será quase "de custo" :)

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    2. Opa! Que massa! =)
      Tem alguma ideia de quando põe no ar?
      Abraço!

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    3. João,
      Tô fazendo as fotos e ficha técnica de cada uma - ainda não sei se algumas delas venderei montadas ou por partes...
      Isso é uma coisa que reluto há 6 meses, não pela venda em si, mas pela incomodação de vender, por isso vou dar preferência pra quem frequenta o blog e já conhece algumas delas.
      Até final de fevereiro coloco tudo de uma vez só num blog temporário.

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    4. Ok, fico no aguardo. Mas se, porventura, tiver um braço bacana de tele, com escala clara, de que queira se desfazer, tenho interesse. Estou à procura de um braço que não me custe um rim... rsrsrs

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    5. Tenho um braço de maple sobrando, mas acabei de comprar um corpo de alder e talvez acabe utilizando-o. :)

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    6. Rapaz, estou com um corpo de tele em alder tb. Já estou começando até a cogitar vendê-lo ou trocá-lo, porque não estou achando nenhum braço legal e ace$$ível pra mim. Já procurei inclusive braços de squier no ML - pq tive uma california de que gostava mto do braço -, mas tá difícil...
      Enfim.
      Um abraço!

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    7. Se a questão é custo, talvez um bom braço chinês seja a solução. Já comprei uns 5 ou 6 e apenas um veio torcido (que por acaso foi comprado no ML mas o braço é chinês). Por volta de 50-70 dólares (geralmente 20 de shipping) podes comprar um braço de tele bem legal. Procure no ebay e tente localizar os chineses que mencionam "canadian maple". Ou na AliXpress - escolha os vendedores com mais de 2 diamantes ou ouro de mérito que não tem erro:
      http://www.aliexpress.com/wholesale?SearchText=telecaster+neck&catId=0&initiative_id=SB_20140206152326

      e aqui, por esxemplo:
      http://www.aliexpress.com/wholesale?SearchText=telecaster+neck&catId=0&initiative_id=SB_20140206152326

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  19. Muito bacana! Eu particularmente sou suspeito pra falar das guitarras da Vintage, pois tenho três cópias de Strat e uma de LP. Uma das cópias de Strat é a assinada pelo Thomas Blug e é uma das melhores guitarras que tenho, claro, depois de ter trocado uma coisa e outra...rs. Eu só não tenho esse problema com o headstock delas, na verdade é o inverso: tenho mais problema com essa maquiagem fake FENDER, Inclusive a "partscaster" que montei com um braço Mite Mighty que já veio com o decalque da Fender, até bem feitinha a falsificação, mas me irrita um pouco aquilo, pois sei que não é aquilo. Bom, isso é de cada um. Eu normalmente prefiro deixar a originalidade da guitarra, já que eu realmente gostei dela, isso não machuca o meu fetiche...rs.

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    1. Alex,
      Eu acho que o meu problema tem a ver com o TOC: meu cérebro registrou o formato original de uma strato e tele e quando eu vejo qualquer alteração - mesmo da própria Fender - os neurônios já começam a querer "arrumar" aquilo. As strato Suhr são maravilhosas mas eu acredito que jamais teria uma por causa do headstock!.
      Não gosto nem um pouquinho dessa mania, mas é quase inconsciente... :)

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    2. Hahahaha, é seu quadro torto na parede...rs. Eu não posso criticar nem um pouquinho, tenho os meus TOC's, de alguns certamente nem me dou conta. Mas é isso e tem o olhar de cada um... No outro post sobre colocar capas em humbuckers "peladinhos" também vira decisão muito pessoal, quase íntima. Eu prefiro a Strat, se tiver HB's, que sejam com capinha, já as SG, talvez por gostar muito da versão delas com P-90 pretos, prefira os pups pelados de bobinas na cor preta. Ao contrário de muitos, não gosto nada de pups zebra. Zebra pra mim só o bicho mesmo! Mas gosto a gente não discute, só lamenta o do outro...rs.
      Adoro as Suhr, mas acho que com você nem Grosh vai, né?

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    3. Gosto é direito individual e indiscutível, concordo! :)
      A Grosh Retro Classic Vintage T, por exemplo (e soa maravilhosa na maioria das demos), eu teria que tomar um Lexotan pra poder tocá-la. :)
      O elemento "modificante" que mais atiça o meu TOC é aquela ponta do escudo projetando-se como uma strato. Strato e Tele são como água e óleo - não se misturam :)

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    4. Iiiiiihhhh, então minhas Squier 51 deixariam você de cabelos em pé...LOL

      http://i195.photobucket.com/albums/z210/alex_frias/IMG_0084.jpg

      Mas eu tenho problema é com a tal SuperStrat, talvez pela música que acompanhou esse modelo... Mesmo assim ainda tinha alguma coisa boa...

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    5. Nem tanto! :)
      Basicamente, é uma tele com humbucker - acho que já pode até ser considerada uma configuração clássica. Até acho o visual dessas 51 interessante :)

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    6. Mesmo com o corpo de Strat, apenas dois controles com knobs (Volume+split HB e seletora rotativa de pickups), control plate e escudo estilo Precision 50's? Esse modelo foi lançado em 2004/2005 e por um preço bem baixo. Logo saiu de linha.

      Puxa, você agora me surpreendeu muito! Legal!

      Esse mesmo modelo, com upgrades consideráveis, claro, foi relançado pela Fender Japan no setro nomeado "Pawn Shop".

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    7. Eu me lembro claramente do teste (GP) dessa guitarra quando foi lançada, por volta de 2004, então já estou me acostumando com ela há uns 10 anos... :)
      Ela me parece muito mais "natural" e lógica que uma tele padrão com braço de strato ou vice e versa - isso sim me parece estranho :)

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    8. Engraçado você mencionar... Mas meu problema é justamente com corpo de Tele e headstock de Strat, e se for grande tipo 70's, me arrepia e tudo...rs.
      Talvez por isso eu seja um pouco reticente com as Telecaster da Vintage (V52 e V62). Eu queria pegar uma pra experimentar maluquices de captação e hardware, mas fico na dúvida de pegar uma Squier Classic Vibe, mais por causa desse detalhe bobo...rs.

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    9. Por falar nisso - e já me metendo - a tua Squier 51 preta tá muito legal, mas eu acrescentaria um "fade" naquele relic do corpo na região de desgaste onde o braço encosta - ficaria perfeita!

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    10. Boa sugestão! Eu já a comprei assim, fora um ou outro detalhe, no Ebay. Veio com os piores pickups feitos nesse planeta. A outra, sunburst, veio com os originais, cerâmicos, mas que tive que dar o braço a torcer, bem interessantes. Eu substituí o original do braço por um Fender Texas Special, mas qualquer hora coloco o original de volta!

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    11. Não fosse o corpo basswood - e provavelmente por isso o cerâmico tá legal - acho que não ficaria triste se tivesse uma 51 dessas, Alex :)

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    12. Tem as MIJ "Pawn Shop", com elas o buraco é mais embaixo. Tudo é mais decente.

      Agora, cá entre nós: Essas Squier 51 são bem legais, não é pensando em custo/benefício apenas, elas são bem direitinhas. Se bem que essas duas que tenho, mesmo com captação e ponte idênticas, já soavam bem diferente. Uma diferença interessante de se notar foi que a preta tem escala colada e a sunburst tem um braço de peça única.

      Eu gosto do visual, dos timbres possíveis e a tocabilidade é ótima. Muito divertidas de se tocar é como as resumo!

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    13. O braço faz toda diferença,com certeza. E tem gente que não acredita que ele é tão importante quanto o corpo no timbre...

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  20. Olá Paulo,
    obrigado por prestar este serviço aos guitarristas menos experientes! Estou procurando guitarras stratocaster com boas madeiras e ferragens que custem entrem 1200 e 2000 reais. Localizei aqui na minha cidade 4 opções: Cort G260, vintage V6, Squire Classic Vibe e Fender MIM standard (usada). Vi em seu blog que vc possui duas delas (Cort e Vintage). Elas estão equiparadas em termos de qualidade de construção, madeiras, ferragens, etc? grato

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    1. Obrigado Altamir :)

      Olha, eu tenho uma relação de amor e ódio com a Cort G260. Atualmente estou numa fase "adoro essa guitarra":)
      Ela é impecável nos componentes, acabamento e madeiras (embora o corpo, de swamp ash verdadeiro, tenha 42 e não 45 mm de espessura), mas foi uma das guitarras que mais troquei captadores até acertar. Hoje ela está com captadores Rosar: Mojo Bridge na ponte e Fullerton no meio e braço. Troquei a ponte Wilkinson VS50 II por uma com bloco Manara. Definitivamente não gosto do timbre meio macio dessa ponte, mas é mais "eficiente" que uma clássica.
      Além disso, por ser HSS ela se enquadra na categoria de "superstrato", mais moderna e versátil.
      A Vintage é mais tradicional e fácil de tunar - talvez nem precise trocar nada...

      Se queres uma strato com sonoridade bem clássica, vá de Vintage V6. Moderna, G260.

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    2. Esqueci: a Classic Vibe também é excelente, mas tem que trocar a ponte - ou pelo menos o bloco. A MIM standard que vem pro Brasil é meio que loteria - podes pegar uma boa ou uma lenha qualquer. A maioria vem com pontes com bloco de zinco e captadores cerâmicos que requerem upgrades, então tens que considerar isso também.

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    3. Bom dia Paulo, sei que você não é um consultor mas eu gosto de experimentar e deixar o instrumento ao meu gosto como você. Eu comprei uma SX de Ash que veio com um cap cabrera no meio e eu tinha mais dois caps cabrera (um bridge e meio). Eu passei o que estava na guitarra para o braço e instalei os outros dois na sua posição correta. Ficou tudo certo, porém na posição 2 (braço + meio) ficou fora de fase! Eu não entendo muito de polaridade inversa e tal, o que pode ser? Será que o que coloquei no braço também é invertido? Existe solução para isso? Abraços

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    4. Isaias, basta inverter os fios (Hot e ground) do captador do braço e tudo se conserta sem problemas. Liga o ground no hot e vice versa. Isso ocorre muito quando usamos caps Fender e Seymou Duncan juntos por exemplo.
      PS: Evite fazer perguntas e respostas a outros comentários Ok? Muitas vezes as perguntas sÃo usadas pelos leitores como referência então fazer uma nova pergunta fica mais fácil !

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    5. Obrigado Oscar, desculpe a postagem errada, o blog de vocês é excepcional, quase todos os dias eu leio alguma postagem, pois a troca de conhecimentos é a melhor maneira de melhorarmos nossa experiência com os instrumentos!

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    6. Obrigado Isaias! :-) Concordamos plenamente!

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  21. Sou fanzona da Vintage. Vou mandar a v62 minha mês que vem pra reforma. Chegou aqui parecendo um relic, toda ferradinha (mostruário, tsc). Vai ganhar pinturinha e escudo novos. Ao escolher a cor, lembrei de você, Paulo! Fiquei observando os carros na rua, hahah!

    Tenho uma strato v6, mas essa é uma versão low price em poplar. E por incrível que pareça, tem um som bem bacana, me surpreendeu! (Ela é um pouco mais grave do que eu esperava) Troquei o braço gordinho com escala em jacarandá por um de maple com detalhes em jacarandá lindão e uma logozinha da Fender. Ficou com aquele visu clássico: vermelho fiesta-maple-escudo branco com botões e capas dos capts em creme.

    Adorei seu resultado final!
    GAS total, maior vontade de ter uma guita nesse Sonic Blue

    Abraços!

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    1. O catálogo de cores das Fender dos anos 50 e 60 era quase todo baseado na indústria automobilística, Tai. Eu ainda continuo de olho nas cores dos carros! :)

      O Poplar é muito semelhante ao Marupá, tanto nas características físicas (densidade, resistência) quanto na sonoridade. O Pinus americano também é semelhante aos dois.
      Todos lembram muito o som clássico da Fender, mas o Marupá e o Poplar têm uma tendência a embolar um pouco os graves... Eles soam mais macios e, aos meus ouvidos de difícil controle dinâmico. Mas fora isso, acho que são madeiras legais, melhores que o basswood (mais vivas).
      A tua guitarra é a Firenza Red? Vais pintar de que cor agora? Nitro? PU? Se for PU, Não se esqueça de pedir para o pintor não colocar muitas camadas (50 a 60% do que eles usam nos carros já tá legal e deixa a madeira respirar um pouco mais).

      A JHS UK chama essa cor de "Laguna" blue e me parece um meio termo exato entre o Daphne e o Sonic blue da Fender.

      Abraço!

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    2. A v6 é Firenza mesmo. Ainda não me acostumei com os nomes da Vintage. Queria ver uma dessa laguna de perto, me amarro nesse azul.

      E sim, o som é bem mais macio! Eu não tenho tanta implicância quanto ao som dela na verdade... Até gosto.

      A que vai pra reforma é a v62, a tele. Ela é amarela atualmente, (um o tom butterscotch, mas não-translúcido), tem escala em rosewood. Como disse, veio de mostruário, arrasada e tinha algumas falhas. Aí achei uma cor lindona aqui verde-metálico. Vi essa cor num carro, depois a vi numa tele da Sheryl Crow. A Fender chama de Jade Pearl Green.

      A intenção é deixar o escudo "quase-creme". Nem mandei pra guria que vai fazer isso pra mim e já estou mega ansiosa.

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    3. Esse verde metálico meio escuro/pálido era uma das minhas escolhas - não sei se vi num Peugeot ou num Fiat :) A da Sherryl Crow não é "Sage Green Metallic"?
      Um escudo caindo para o creme vai ficar perfeito (um mint green acho que nem tanto), mas falaste tudo - tem que ser um "quase creme" :).
      Quando ficar pronta passe o link das fotos pra gente dar uma olhada, Tai.

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    4. Agora você me deixou confusa quanto a cor.
      Enfim, verde metálico, aeae! rs

      Mint green deixaria tudo muito monocromático. O bege daria uma quebrada...

      Ok, mando sim! Bjs.

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  22. Paulo, como sempre excelente postagem. Muito legal a modificação. Com relação a alteração do headstock estou com dificuldade de modificar a minha Vintage V6 pois fiz uma comparação com a headstock de uma fender que eu tenho e o headstock da V6 é ligeiramente menor na curvatura. Me dá uma dica de como você modificou. E por gentileza tem como você disponibilizar um molde aqui nesse post. Obrigado e Valeu!!!!!!

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    1. Wagner, eu tinha um braço de strato (medidas oficiais), coloquei por cima desse e fiz a marcação com caneta de retroprojetor. Talvez não tenha ficado exato em alguns pontos, não lembro direito - acho que adaptei no "olho" mesmo. :)

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    2. Valeu pela dica Paulo. Vou tentar ajustar. O problema está exatamente na ponta do headstock na V6 ela é menor enquanto nas fender é exatamente um circulo bem arredondado. Vou experimentar medir e comparar com o headstock de uma strato eagle que estou reformando e vê se vai encaixar melhor. Muito obrigado pela atenção.

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  23. Olá Paulo! Comprei uma V6 idêntica a esta, muito boa guitarra! A minha chegou igual a sua, mal regulada, cordas altas, desafinando, etc... Tentei regular a ponte com base em alguns sites e vídeos da internet mas ainda não consegui um bom resultado ainda. Vc tem algum site ou referência sobre regulagem de guitarras strato para indicar?

    Aproveitando a oportunidade, vi no site GFS alguns blocos de aço para strato, vc os conhece? Como sei o modelo adequado para a V6? Muito grato e parabéns pelo blog.

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    1. Por incrível que pareça, Altamir, o melhor bloco (e talvez único, já que a furação Wilkinson é diferente) de aço para reposição na ponte Wilkinson é o Manara. Troquei todos os meus pelos do Manara. Se fores comprar uma ponte GFS, mesmo de aço, será inferior ao conjunto Wilkinson/Manara.

      Os melhores vídeos para ajuste de strato são os do luthier italiano Galeazzo Frudua:
      digite "frudua tremolo" na busca do youtube :)

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    2. Muito grato! Onde vc comprou escudo para esta guitarra? tentei usar um que tinha lá em casa e vi que é um pouco menor que o da V6! abraço

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    3. Na China, via e-bay. Nesse post, no final, tem alguns links de lojas que eu costumo comprar:
      http://guitarra99.blogspot.com.br/2014/02/les-paul-junior-dc-tv-yellow.html

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    4. Os dois melhores são esses:
      http://stores.ebay.com/Musical-Accessories-Wholesaler/Strat-/_i.html?_fsub=2879384016&_sid=1007613776&_trksid=p4634.c0.m322

      http://stores.ebay.com/Jackmusical/Pickguards-/_i.html?_sacat=41424&_sid=943571073&_trksid=p4634.c0.m322

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  24. E aew Paulo Blz brother?
    adorei a matéria, mas estou com uma dúvida aqui e espero q vc possa me ajudar...
    semana passada comprei uma V6, preta com escudo branco...
    queria saber em relação a alavanca da ponte dela, ela eh de encaixe ou de rosca?
    pois a que veio na minha era de encaixe mas não sei cmo prender ela, deixar ela fixa, ela simplesmente encaixa e fica folgadona (se virar a guita de cabeça pra baixo ela cai)
    será q o cara me deu a haste errada ou existe alguma ponte assim mesmo??
    será q tem como apertar??
    vlw

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    1. já consegui resolver!
      ehehehhee
      o buraquinho onde regula a pressão do encaixe da haste fica escondido dentro do corpo da guitarra, coloquei a alavanca e dei uma alavancada, quando a ponte subiu eu vi o buraquinho e calibrei, ficou show!
      vlw

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  25. Olá Paulo blz?

    Primeiramente parabéns pelo blog! Excelente! Fico horas lendo as postagens de vcs, são muito boas!

    Estou numa dúvida absurda entre uma Fender Standard MIM preta usada, toda original, e uma Vintage V6HMR, usada e original tb. Penso q a Vintage seria melhor pra mim por causa da configuração dos captadores, já q este modelo vem com um humbucker na ponte, sendo assim mais versátil.

    Em relação à qualidade das duas, qual seria melhor? A diferença de preço entre elas chega a ser quase mil reais!!! A Fender Standard MIM está R$2.000,00 e a Vintage V6HMR está R$1.100,00.

    Outra questão q estou em dúvida seria qual delas é melhor ou mais fácil de se mexer e tunar? Dá pra mexer sossegado na Vintage caso eu queira? Se eu pegar a Vintage estou com uma ideia de trocar o captador da ponte e ter a opção de "splitá-lo". Vou ter problemas?

    Desde já agradeço e mais uma vez parabéns pelo blog!!!

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    1. Obrigado, Marcelo.
      Acho que considerando os posts sobre as Fender MIM e as Vintage, as respostas deveriam estar bem claras, inclusive sobre a tunagem.

      Obviamente a Vintage tem melhor custo x benefício e geralmente não precisa de tunagem. No máximo, a troca do bloco de zinco por um bloco Manara de aço e eventualmente troca dos captadores, embora os dela sejam bons.

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  26. Paulo, tudo beleza? Não comento tanto por aqui, mas leio muito esse blog. Sempre fico de olho nas postagens, porque sempre aparece muita coisa interessante. Aliás, meus parabéns!

    Sobre a guitarra, comprei uma que chegou essa semana. Gostei demais. Só estou tendo uns probleminhas, acho que o nut dela é bem fraquinho. Mas as tarraxas e ponte, e o resto, são de boa qualidade.

    Queria te perguntar uma coisa, como veio a sua quanto ao alinhamento dos captadores? Eu percebi na minha que os polos dos captadores do braço e do meio não são bem alinhados com as cordas, aparentemente eles são mais largos que elas, inclusive no do braço o polo da mizinha "pega" a corda muito pouco, e no do meio também. Nunca parei pra pensar, mas o som me pareceu ficar um pouquinho mais fraco, sei lá... Quando acontece isso, o que altera no som?

    Estou vendo aí pra trocar esses captadores também. Inicialmente tinha pensado nos Malagoli Custom Dallas, mas ontem eu vi uns no site da GFS bem interessantes, os Premium Texas, que, mesmo se for taxado, ainda são mais baratos. Lembrei também dos lipstick, que têm essa sonoridade diferente, talvez ficasse legal, mas não sei se é bem a proposta de som que quero de uma strato. Também cheguei a cogitar os Sergio Rosar, talvez os Vintage Hot ou os Blues.

    Enfim, tem alguma informação que possa ser útil sobre os captadores que citei acima? (sobre o lipstick acho que o que você postou já ajuda bastante)

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    1. Obrigado, Adclelmo.
      Às vezes algumas guitarras populares vêm desalinhadas de fábrica, por isso sempre é bom checar o alinhamento antes de comprar. Veja esse post:
      http://guitarra99.blogspot.com.br/2014/05/dicas-do-inaldo-centralizando-o-braco.html
      Tens que definir se o que está fora de alinhamento é o escudo/captadores, a ponte ou o braço. Na dúvida, leve para um luthier.
      Qto aos captadores, os Wilkinson são bons, os GFS são chineses também e os demais já comentei em outros posts. No Brasil os meus preferidos são os Rosar Fullerton para meio e braço e o Rock surf 43 para a ponte. Se queres som de strato clássico, não recomendo os lipstick.

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    2. Valeu! Vou dar uma pesquisada a mais. Quanto ao luthier, onde moro não tem. E também eu teria checado isso, mas comprei pela internet mesmo, porque também não tem loja de instrumento onde eu moro.

      Agora quanto ao braço, ele não me parece desalinhado, porque o captador da ponte tá bem certinho. Acho que o problema deve ser nos captadores. Mais uma, ao que parece são os polos deles que estão desalinhados. Aparentemente o captador está centralizado com o braço, mas acho que é a distância entre os polos que é muita, fazendo com que os polos das duas cordas E fiquem fora. Não sei se deu pra entender bem... Essa também foi uma das razões para querer trocar de captador, pra ver se ajuda. Eu havia pensado nos lipstick por isso também, mas vi e ouvi algumas coisas deles, e deu pra confirmar que realmente o som não tem aquele ataque todo, e aí já não curti muito não.

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    3. Adclelmo, se o braço e ponte estão perfeitamente alinhados como vc descreveu, esse desalinhamento é "normal", não se preocupe. Explico: A ponte original e tradicional de Strato tem 6 saddles com 11.3mm de largura o que faz com que as cordas Mi grave e Mi aguda fazia com que as cordas ficassem muito perto das bordas da escala e a mizinha principalmente tendia a escapar (pela curvatura da escala ser pra fora). Visando resolver o problema a Fender encurtou um pouco os saddles para 10.8mm e consequentemente essa distancia das cordas diminuiu tbem cerca de 3mm, o suficiente para diminuir os escapes da mizinha. Mas o que isso tem a ver com os captadores? Bom eles originalmente tem distancia entre polos de 52mm mas a Fender não os alterou como os saddles, e por isso parece ficar um pouco fora no braço, principalmente nas cordas Mi como vc observou. Isso acontece também nas Strato Fender com esse modelo de Saddle menor, como a Am Std, Deluxe, Mexicanas e etc. Isso só fica "normal" nos modelos Vintage que replicam o distanciamento original. Alguns fabricantes reduziram um pouco o espaçamento do cap de braço pra alinhar certinho, mas a Fender ainda usa 52mm em todos os seus caps. Eu acho que a alteração no som é mínima , se é que tem alguma alteração. A corda ainda é capaz de sensibilizar o campo magnético do captador . :-)

      Ufa.. ficou mutio confuso? rsrsrs!! Abraço

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    4. hehehehe

      Fiquei não, cara. Explicou bem certinho. Que curioso, isso. Não sabia. Achava que era algum problema do captador mesmo. Inclusive, o da ponte é bem certinho, acho que por conta da inclinação mesmo.

      Sou novato nessas coisas! É minha primeira strato. Sou mais na onda da LP, mas como toco em igreja, peguei uma strato pra usar em músicas com mais groove, ou em umas meio funky e mais ritmadas. Vou ver se a galera da JHS me responde com as specs dos captadores dela, que pedi. E daí depois eu resolvo se vai valer a pena mesmo trocar agora, ou se espero mais um pouco.

      Valeu!

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