quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Rapidinha - PODCAST LPG no "Mundo RG"



 
Oscar Isaka Jr / Paulo May

Há mais ou menos 1 mes atrás o Gilmar (Maninho) nosso colega antigo do Fórum GP nos contactou perguntando se não gostaríamos de gravar um PodCast para o seu blog/canal Mundo RG onde ele aborda diversos assuntos de interesse geral. Combinamos com ele e tivemos um bate-papo informal mas super agradável sobre guitarras e música.
 
O resultado vcs podem conferir abaixo e aproveitar para conhecer o Blog do Gilmar que tem muita coisa bacana! Enjoy!

47 comentários:

  1. E a pergunta que não quer calar após ouvir o podcast: teve algum produto que foi testado e não foi publicado? :D

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    1. kkkk, tem sim mas está na fila para tal :-D

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  2. Oscar como resolveu o problema do captador muito grave no braço?Obrigado!

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    1. Adauto, não resolvi.. rsrs troquei de guitarra pois aquela era grave por DNA. :-)

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  3. Ouvi o podcast e gostei, resumiram bem o foco e objetivo do blog. Fora a mensagem de que bons resultados, como em todas as áreas, vem de estudo, experiências práticas bem e mal sucedidas e claro, intuição. Não conhecia o MundoRG do Gilmar, boa indicação.

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    1. Valeu Marçal. Logo deve vir a segunda parte do PodCast. Foram 3 horas quase de conversa!

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  4. Muito bom.

    Esse PodCast deu um baita resumo na história do blog.
    Bacana que as coisas acontecem sem querer, isto é, na casualidade, e isso reflete bem nas postagens do blog.

    Ah, Paulo, você já trabalhou em rádio AM? Um pouquinho de reverb na voz ia dar um ótimo programa de madrugada...rsrsrs.

    Realmente a junção homem/guitarra proporciona timbres bem particulares. Como você citou o amigo que queria o timbre do Mark Knopfler, a sua Schecter CAR era de corpo de Mogno!!! O album Making Movies foi gravado numa strato em Birch!!! Mas o timbre vem do homem.

    Bacana demais!


    abraço,
    Arthur
    heroisdas6cordas.blogspot.com.br



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    1. Com certeza Arthur. Outro dia estávamos numa loja conversando e testando guitarras. Cada vez que um de nós 3 pegavamos a mesma guitarra no mesmo amp/settings elas soavam diferentes nas mão de cada um. Hand Tone :-)

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    2. KKK! Detesto ouvir minha própria voz gravada :)

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  5. Olá Oscar e Paulo!

    Sou um apaixonado por guitarras. Há um bom tempo acompanho este blog, mas nunca postei nada. Ouvi atentamente a entrevista de vcs e quero dar meus parabéns pela ajuda que dão aos guitarristas, novatos ou não. E principalmente, a forma como abordam os assuntos e deixando bem claro que tudo que vcs postam é opinião pessoal. Tenho 44 anos, comecei tocar guitarra aos 14 anos, a minha primeira guitarra foi uma Tonante Rei (vcs devem lembrar), o meu primeiro pedal foi um Sound com wha-wha e sirene. Nos anos 80, guitarras Fender e Gibson, soavam como instrumentos de outro planeta, coisas que não faziam parte do nosso mundo. Era uma época muito complicada pra quem tocava.

    Bom, o meu grande sonho era uma Fender Stratocaster, que acabou sendo realizado através de um amigo que foi para os EUA e a comprou no início dos anos 90. Gastei o que não tinha para poder comprá-la. Detalhe, eu nunca havia tocado em nenhuma Fender. Na época eu tinha uma Ibanez S470FM, com braço bem fino e corpo mais fino ainda. Eu tinha uma banda que tocava cover de Metal dos anos 80 (Iron, Judas, Scorpions,...). Conclusão... não gostei da Fender. Achei ela pesada, o braço era muito grosso, as cordas trastejavam e principalmente porque não tinha o som das Fender que estava acostumado a ouvir, Hendrix, SRV,... e olha que era uma americana e testei nos mais variados amplificadores com pedal ou não. Foi a maior frustração. Na época não conhecia nenhum luthier e não existia a internet para poder ajudar. Um ano depois acabei vendendo a guitarra e achando que aquele som estalado que estava acostumado a ouvir, era coisa de ficção científica!!!

    O tempo passou e eu sempre comprando e vendendo guitarras. Não querendo mais saber de Fender. Acabei comprando uma Gibson Les Paul Custom, que na minha opinião, beira a perfeição. Mas o motivo de eu estar escrevendo esta história, é que sempre tive vontade de montar uma guitarra do meu jeito, fazer testes com captadores, afinar o braço, mexer na parte elétrica, mas nunca tive coragem, e que através do blog de vcs, acabei fazendo muitas loucuras e para minha sorte, muitas deram certo. Numa delas, peguei uma Jackson Dinky Professional de 1992 (japonesa), a única coisa que mandei um luthier fazer foi trocar os trastes, coloquei Dunlop Jumbo. Afinei ainda mais o braço, coloquei alavanca e tarraxas Gotoh, instalei 3 captadores Seymour Duncan, JB na ponte, Hot Rails no meio e 59 Custom no braço. Instalei um potenciômetro push/pull para defasar o JB e o 59 e uma chave para defasar separadamente o Hot Rails. Meus amigos... não vou dizer que ficou melhor do que a Gibson, mas a variedade de timbres que consigo tirar com ela é demais. Coisa que eu não consigo tirar com a Gibson.

    Voltando a falar da Fender, hoje as vejo com outros olhos e por causa deste blog, estou pensando seriamente em comprar uma novamente. Sabe aquela história de amor antigo mal resolvido... é por aí.

    Valeu e um grande abraço!!

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    1. Obrigado por participar do blog e pela excelente e muito apropriada declaração, Fernando. Ela reflete e sintetiza a essência do nosso trabalho aqui.
      Fico muito feliz e realizado ao ler isso.
      Obrigado!

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    2. Bem vindo ao clube Fernando! rsrsrs!!

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  6. hehe, muito bacana o papo, adorei, fica a sugestão para que o Paulo e o Oscar também produzam podcasts para o Blog, enquanto ouvia o pod, minha mulher perguntou: "vc não cansa de ouvir falar em guitarra não ?!..." NÃO !

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    1. Rsrs valeu Mad. Nós com certeza não cansamos de falar de guitarras! rsrs

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    2. Minha mulher já desistiu. A filha de 9 anos idem. Mas a de 5 ainda acha que vai me convencer... :)

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  7. Que bom que a galera curtiu, logo sai a segunda parte!!! Aguardem amigos...

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    1. Valeu Gilmar, quando sair a segunda parte, por favor anuncie aqui no post que eu atualizo! :-)

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  8. Realmente tem muita coisa louca sobre timbres de guitarra. Por exemplo, ao ver esse vídeo https://www.youtube.com/watch?v=cGugNcIlk-c comprei uma pacifica usada a venda por aqui, depois de trocar os sadles por uns de uma ponte wilkinson (pois nos comentários o cara disse que trocar os saddles pelos de aço da guitar fetish fez diferença, e os caps pelos Custom David Gilmour da Malagoli, a minha não chega perto desse timbre. Que timbre foda. E não to falando do amp, dá pra ouvir a 'alma' da strato no som da guitarra. Ainda vou fazer mais testes com a minha antes de desistir dela. Depois eu posto um audio aqui do som dela.

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    1. Rs Daniel, timbre é uma charada eterna sem resposta. Tudo faz diferença e vc sempre quer experimentar tudo. Eita cachaça! :-)

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  9. Vocês me contagiaram com a GAS!! Hahaha, eu, como um guitarrista de 18 anos que começou a pouco tempo agradeço MUITO pelo blog e pelas postagens. Venho lendo há mais ou menos um ano e já lí quase tudo. Posso afirmar que esse blog vale ouro! Muito obrigado Paulo e Oscar!!

    E sobre o podcast, eu por exemplo tenho uma SX strato, american vintage de Alder e ela soa linda com os pots do amp no lugar certo, dá até pra tirar aquele som de Slow Dancing In a Burning Room e Gravity (só falta o sustain absurdo da Black 1) e ela é toda como veio de fábrica, nem pra luthier regular foi, quem faz (muito pouco) sou eu mesmo..
    Mais uma vez parabéns!! Aprendi muitíssima coisa boa aqui.

    Um abraço!

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    1. Rs Obrigado Gustavo. O timbre do Mayer é um ponto fora mesmo... O Paulo não é muito fã, mas eu persigo aquele som há uns 2-3 anos!! rsrs! Um dia eu chego lá!
      Abraço!

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  10. Novamente parabéns, meus caros! Para mim tem dois pontos muito importantes e que me atraem para esse ótimo blog:
    1 - Há um senso de perseguir o melhor, a excelência, dentro de cada situação possível;
    2 - Um sentido de dignidade, antes de tudo, uma isenção real, no caminho errático desse amor louco por um instrumento que parece vivo mesmo! Sem descartar o mojo ou mesmo a negação dele!
    Sucesso sempre!

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    1. Obrigado Alex! Tudo faz parte desse nosso universo não é mesmo? Até o Mojo e lendas urbanas contribuem para o interesse!! :-) Abraço!

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    2. Obrigado, Alex. Vindo de ti, o elogio vale por dois, no mínimo! :)
      E o MOJO, identificado ou não, quantificado ou não, é o que deixa a vida mais interessante :)

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  11. Olá Oscar Jr. e Paulo, venho acompanhando seu blog há anos, muito bom mesmo. Queria que vocês fizessem uma postagem, se possível é claro, sobre as Fender Highway One, onde eu queria ver as suas opiniões.
    Eu tenho uma Highway, mas a questão é porque são guitarras muitos desvalorizadas, não sei o motivo, pois já comparei com Fender american standard 1985, 1990, 1994, 1999, e a Highway obteve um timbre um pouco melhor do que essas outras. Eu sei que o acabamento é mais fraco, a ponte é de 6 parafusos, o braço é mais largo, mas eu queria saber o real motivo dessas guitarras sem tão desvalorizadas. Desde já agradeço.

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    1. Obrigado Victor.
      Achoq ue as Highway não são "desvalorizadas", mas sim feitas pra terem um melhor custo que a American Standard. Só isso :-). Eles conseguem isso usando peças mais baratas na ponte tarrachas e etc e não incluem aquele case SKB, além do acabamento mais simples como vc mesmo disse. Fora isso é uma Fender Americana tal qual a Am Std, mas feita pra ser mais barata mesmo, e por alguma razão elas chegam no BR com um preço muito melhor que as Am Std. A ausencia de case talvez ocupe menos espaço no transporte de importação? Sabe deus.. rsrsrs! O fato é que assim como ocorre com as Mexicanas, elas podem sim ser melhores que algumas Am Std mais caras sem sombra de dúvida, mesmo sendo modelos mais em conta.

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  12. Estive pensando outro dia, toquei em uma Seizi e não gostei (todas as Seizi são basswood), embora tenha gostado bastante do acabamento e do headstock. Como não gosto muito do som da minha Squier California, que também é basswood, e já li todos os posts desse blog, concluí que só pode ser a madeira mesmo, pois as Seizi tem captadores de alnico (já postei até em um comentário um som que fiz comparando alnico com cerâmico). E porque o Seizi não tem um único modelo com outra madeira que não o basswood? Vai entender. Daí agora vou dar uma olhada no site da Music Maker e vejo que eles estão com vários modelos em Basswood. Porque será? Basswood é uma madeira muito comum na Ásia, porque fabricar guitarrar nos Brasil com basswood? E não estamos falando das Seizi de R$ 800, mas de guitarras de R$ 5.000!

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    1. Daniel, o Basswood não é uma madeira "inferior" pra tudo, aliás muito pelo contrário. Ela é usada aos montes pela MusicMan, Suhr, Tom Anderson entre outros com muito sucesso para timbres modernos. A nova EVH por exemplo é feita de Basswood com top de maple e o próprio Eddie declarou que é o holy grail do timbre. No entanto, como é abudante, barata e relativamente facil de trabalhar, ela tem sido usada por diversas marcas para Stratos/Teles e etc com configuração classica de 3 singles. Nessa configuração ela realmente soa muda se comparada ao calor e detalhe do Alder ou personalidade mais arisca do ASH. Com isso criamos essa imagem que o Basswood é uma madeira genérica de guitarras baratas, o que não é bem o caso. :-)

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    2. Pegando carona: mas não há a questão de existirem basswoods e basswoods? Eu mesmo, pra fazer um "tira teima" sobre aquela guitarra do John Suhr que o Jeff Beck usa há bastante tempo, parecer ser de basswood. Peguei um corpo de basswood comprado no Ebay com um braço de maple/rosewood da Mighty Mite e realmente não soou tão bem com captadores mais na onda vintage 50s e começo dos 60. Mas com os Lace Sensor Gold e os Fender Hot Noiseless, que tem características bem diferentes dos singles vintage, ficou muito interessante e rica a textura dos timbres. E se não me engano ambos usam magnetos cerâmicos...

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    3. Alex, com toda certeeve ter como em qualquer madeira. Pelo que eu pude ouvir já, o Basswood não destaca nenhuma faixa de frequencias específicas como o Mogno, Alder e ASH fazem por exemplo, e soa mais FLAT. Isso favorece sonoridades com mais ganho, e consequentemente, mais compressão pois não vai ter excessos. O EVH acrescentou o Maple Top justamente p[ara dar um pouco de personalidade e parece que acertou na mosca. O Guthrie Govan que era fã declarado dos médios quentes do mógno, agora usa a mesma combinação na sua Charvel. Por issoq ue eu sempre digo, que pra timbres "velhos" a nossa referencia esta muito sacramentada com o Alder/Ash/Mogno, então o Basswood tende a não soar bem. No entanto pra essa praia mais moderna ele parece ser até uma unanimidade! :-)

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    4. Sei que o basswood não é uma madeira 'vagabunda'. Muitas boas guitarras são feitas de basswood ou outras madeiras (eu tenho uma Cort em aghatis que soa bem legal, mas longe do som de strato, inclusive ela era minha guitarra principal até bem pouco tempo atrás). Mas definitivamente não é uma madeira pra se obter o timbre característico da strato. No site da Music Maker vi modelos de strato em basswood, achei bem estranho.

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    5. Há guitarristas que preferem o som do basswood ao do alder e ash para teles e stratos, principalmente aqueles acostumados com guitarras com humbucker. É uma opção inquestionável.

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    6. Vi no site da gang uma G&L Tribute Legacy, fui no site da G&L checar e vi que é uma salada esse modelo. Tem corpos em swamp ash e basswood (ash nos modelos translúcidos), e braços com escala de maple e rosewood. Até aí tudo, bem, meio louco tanta mistura em um único modelo, até que achei esse vídeo:
      https://www.youtube.com/watch?v=RM5PkXYihYo
      nunca ouvi uma guitarra de basswood soar assim! Fiquei agora meio encucado se o som que ando procurando realmente vem da madeira do corpo.

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    7. Não tem jeito, acho que cada peça de madeira soa de forma diferente mesmo entre guitarras feitas do mesmo material. Neste outro vídeo já está bem mais 'cara' de basswood.
      http://www.iguitarmag.com/magazine-editions/guitar-interactive-issue-20/reviews/gl-tribute-legacy/
      Nesse outro o som foi legal, mas também com mais 'cara' de basswood.
      https://www.youtube.com/watch?v=LFuimhOXMUI

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    8. Podemos ter uma "idéia" sobre como a guitarra vai soar pelas madeiras. Algumas variam pouco como o Alder e essa tarefa fica facilitada, mas o Basswood, o Mogno, e o ASH por exemplo variam muito . É difícil saber como vai soar antes de montar e plugar no amp :-)!

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  13. Perfeito, Oscar! Uma opção de sons modernos com qualidade, calor e complexidade. Vira uma espécie de sequência do tradicional, criando espaço para uma nova combinação, um "clássico atual".

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    1. Concordo também. O pessoal acha que eu detesto basswood, mas é porque tenho preferência por timbres e caps vintage. Numa guitarra de alto ganho com caps cerâmicos, o alder e o ash podem até incomodar...

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  14. Muito bacana! To esperando a segunda parte! Cadê?! hahahahah

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    1. Aliás, vou aproveitar a oportunidade pra dizer o quanto o blog tem me ensinado nos últimos anos! Quero agradecer por todo o tempo investido aqui e por todos os conhecimentos compartilhados! Faz toda a diferença quando vou numa loja pesquisar sobre guitarras por saber o que tenho em mãos, saber o que procuro, e não me deixar levar por conversa de vendedor. Lembro quando fui comprar uma les paul epiphone (da indonesia) há uns 3 anos e o vendedor comentou que ela seria uma melhor escolha sobre outra marca porque o corpo era feito (pasme) em uma peça única de madeira. Não acredito que tenha sido má fé do vendedor. Acho que talvez foi apenas ignorância dele mesmo, já que a epiphone era especificamente o que eu estava procurando e o comentário foi apenas por curiosidade. Hoje sabendo identificar com as dicas do blog, percebo umas 7 partes diferente de madeira no corpo! hahahah

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    2. Obrigado, André. É pra isso mesmo que o blog existe! :)

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  15. Olá pessoal, parabéns pelo blog. Venho aqui quase todo santo dia pra ver se tem atualização. Tenho uma fender strato e sou louco por guitarra, também gosto muito de tecnologia. Gostaria apenas de sugerir a vocês a conhecerem se ainda não conhecem o software bias amps, tenho muita curiosidade de saber a opinião de vocês, apesar de saber do gosto de vocês pelo vintage, acho q é inegável que a tecnologia estará cada dia mais presente no mundo dos guitarristas também, como não tenho oportunidade de testar vários amps como vocês não sei avaliar muito bem esse software, ja ouvi dizer que é o melhor simulador de amps que existe, por isso a curiosidade de saber a opinião de vocês, mas é apenas uma sugestão. Abraços e estou ansioso pelos próximos posts.

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    1. Obrigado Ricardo,
      Não conheço ainda o BiasAmps, mas vou dar uma pesquisada. Nós usamos (com ótimos resultados) o Amplitube 3 para simulações. O post sobre a Roland também mostra que a tecnologia está aí pra ficar, cada vez mais :-)!

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    2. Eu vi o post da roland, tenho uma gr55 e gosto muito dela, se você gostou do amplitube, acho que vai gostar mais ainda do bias, tenho os dois pra ipad eu nem consigo usar o amplitube, achei interessante também aquele novo amp de guitarra da line6 chamado amplifi, é muito legal a idéia deles, é um amp que teoricamente pode simular qualquer amp. O bias tem uma função que clona o som de um amp, tipo voce manda o som do amp real pro software e ele identifica as características do amp e simula ele, é bem interessante, nunca testei na prática, eu também partilho desse gosto pelo vintage mas acho que o casamento dos dois pode ser interessante. Obrigado pela resposta Oscar.

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    3. Interessante, vou ver o BiasAmp pra iPAD pois o amplitube bom é só no PC/MAC mesmo. As versões mobile achei mais fracas tbem. A GR55 é muito bacana (acabei comprando uma também pelo post do Paulo :-) ) e as possibilidades são infinitas com aquele treco. rsrsrs!! Ultimamente tenho me impressionado com as novas tecnologias tbem. O Kemper Profiler, o AXE FX2 são excelentes por exemplo!

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  16. E eu que acabei comprando feliz uma guitarra Fender/Roland GC-1 pra substituir a partscaster que eu havia montado pra usar com meu Roland GR-55! Excelente mesmo ela!
    Então, é isso mesmo, o Amplitube para iPad é quase um brinquedo perto da versão para PC. Já os Apps da Positive Grid (JamUp & Bias) são outro nível! Vale à pena uma testada!
    Uma coisa lamentável no GR-55 é não ter a possibilidade de ser Class Compliant, ou seja ser um plug'nplay sem necessidade de drivers. Assim não dá pra usar direto no iPad pelo USB camera kit.Mas tem um jeitinho de usar o MIDI OUT do GR-55 pra controlar os synthes e sequencers do iPad, é só comprar um desses cabinhos MIDI-to-USB! Mas essa possibilidade de ser também Class Compliant poderia bem ser implementada num próximo update do Firmware...

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    1. Alex, infelizmente a roland é um pouco limitada, sinto falta de jogar pcm's de amostragem para criar meus próprios timbres, também o software de edição de bancos oficial não presta, tem um não oficial q é excelente. O controle midi dela deixa um pouco a desejar quando tento controlar um software sintetizador por exemplo, vaza muita nota fantasma, diferente de quando se usa os programas midi internos dela, a gi-20 é melhor nesse quesito, tive uma. O que estou curtindo no ipad para controlar é o irig blueboard, bom e barato, usar ele com o loop hd por exemplo é show, e estou gostando bastante também do tonestack da yonac, em alguns aspectos supera o jamup. Tenho curiosidade de testar essa guita da fender com gk embutido, na minha tive q por externo. Abraço.

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