terça-feira, 23 de outubro de 2012

Uma Les Paul Boa e Barata? (Vintage V100 AFD)

O que torna uma Les Paul boa? Além de um pouco de sorte e mágica na combinação das madeiras, sua construção, quanto mais próxima do período clássico (1958-1960), maior a chance de ser excepcional... Antes de discutir, aqui seguem as fotos das duas guitarras em questão:

Epiphone Slash "Appetite" Les Paul Standard (cerca de 4.000 reais aqui no Brasil):


Vintage "AFD" Paradise (paguei 1.450 reais no Brasil):


Por favor, chequem as especificações da Epiphone aqui (Clique)
Diferenças óbvias (sem considerar o desenho do headstock e o cutway inferior): Captadores Seymour Duncan na Epiphone e Wilkinson (também de qualidade, alnico, etc.) na Vintage. Pots algo melhores e capacitor Orange Drop na Epiphone. E o resto? Muito, mas muito similar. Por que a diferença tão estúpida de preço? As especificações da Vintage (não é mencionado lá, mas ela tem o braço com long tenon/deep joint) estão aqui (corra até o meio da página, mais ou menos - Vintage V100 Series Paradise)...
Comparem as madeiras, acabamento e construção...

E já que estamos confrontando diretamente as Les Paul Epiphone e Vintage, não deixe de checar o review comparativo entre as versões "Joe Bonamassa Gold Top" Epiphone e Vintage na revista digital "iGuitar Magazine". A Epi ganhou 4 estrelas (de 5 totais) mas a Vintage chegou a 4 e 1/2 :). Siga o link: (CLIQUE)

Next post, vamos às considerações...

25/10/2012:
Bem, não tem muito o que considerar. As especificações de madeira e construção são praticamente as mesmas. Considere que a Vintage especifica o mogno do corpo como sólido (sem câmaras ou buracos de alívio de peso). A minha guitarra pesa 4,1 kg - leve para um corpo de LP sólido com esse preço.

O hardware? Como falei, a diferença está nos captadores - os Seymour Slash teoricamente são melhores, mas isso não justifica de forma alguma os 2.500 reais de diferença do preço.
Esses 2.500 reais a mais pagos por uma guitarra praticamente IGUAL estão provavelmente na ganância humana - começando pela Gibson (que supervaloriza sua submarca Epiphone) e terminando nos exploradores brasileiros, pois o preço lá fora é quase equivalente - pelo menos não há essa diferença absurda.
É uma guitarra com custo-benefício insano, mesmo se comparada com as novas Cort CR280. Nem troquei as tarraxas. Coloquei captadores excelentes - um Rolph 58 na ponte e um Rosar Mojo 13 (custom, com alnico V) no braço. Confesso que foi difícil timbrar o captador do braço, mas isso porque eu gosto de timbre menos gordo e mais definido e estalado nessa posição - coisa difícil de conseguir mesmo numa Les Paul Gibson. O Rosar Mojo 13 customizado pelo próprio Sérgio Rosar, com alnico V resolveu o dilema e a guitarra tá falando uma barbaridade! :)

(Obs: para ouvir essa guitarra, numa comparação com duas Les Paul Gibson, clique aqui)

Claro, não gosto do excesso de brilho do verniz PU das guitarras modernas e estou tentado a mexer um pouco no visual dela, mas isso fica pra depois :)

Aqui, uma foto da cavidade do captador do braço, mostrando a junção profunda/longa do braço com o corpo (quando uma marca em forma de sorriso aparece no meio):


PS: Não confundam esse modelo (Vintage V100 AFD Paradise) com a Vintage V100 comum, que não tem top sólido de maple - apenas mogno e uma folha fininha de maple figurado. Mesmo assim, a V100 ainda é uma ótima guitarra e custa menos que 1.000 reais. Na maioria das V100 o corpo é todo de mogno e o "flame maple" é só uma casquinha, pra dar o visual. Já a AFD e a "Lemon Drop", por exemplo, têm a camada de maple real (maple cap) e por último a folha de maple figurado. Há uma grande diferença sonora entre as Les Pauls (e suas cópias) com (mais aberta) e sem (mais fechada) top de maple.
No site da JHS, quando eles colocam: Body: Mahogany with Maple Cap / Top: Flame Maple Veneer , é top de maple real.
Se especificam apenas: Body: Mahogany / Top: Flame Maple - é só a folha de maple.

PS2: Tava bom demais pra ser verdade... :) No dia 18/8/13 o leitor do blog Isaías Faleiro mencionou que havia uma colagem no braço de sua AFD recentemente comprada. Pedi para que ele enviasse fotos:


Pois bem, o braço da minha recebeu uma quantidade extra - e suspeita - de tinta vermelha nessa região e num papo com meu luthier, o Inaldo, imaginamos que de fato deveria haver uma colagem ali - quase certo que do tipo "colagem espanhola". A foto do Isaías confirmou o truque. Entretanto, isso não necessariamente piora ou modifica o som do braço, mas com certeza aumenta um bocado sua resistência. Como o nome diz, a "colagem espanhola" refere-se a uma técnica (não apenas limitada ao braço) desenvolvida pelos mestres luthier espanhóis e aplicada em violões.
Grandes empresas utilizam essa colagem, bastante comum nas Ibanez, por exemplo. Ela tem duas utilidades: fornecer o ângulo necessário para inclinação do headstock usando um bloco mais fino (economiza madeira) e aumentar a resistência do braço. O método está rapidamente ilustrado aqui (fotos emprestadas do blog do Flávio Gomes):

Bem, não é uma manobra que, na minha opinião, modifica de forma tão perceptível a ressonância do braço. Além disso, se formos considerar a história da verdadeira "AFD" do Slash, a mesma teve uma ruptura do braço próxima ao headstock e uma colagem foi feita durante o conserto. Ao utilizar um truque não pernicioso para economizar, a Vintage acabou criando um detalhe extra de semelhança com a LP original do Slash... :)
Eu não devolveria a guitarra por causa desse detalhe, Isaías. A Epiphone também faz isso frequentemente.

Mesmo considerando essa colagem, ainda acho que a relação custo/benefício da Vintage AFD é a melhor do Brasil.

183 comentários:

  1. Tenho uma Cort CR200, me custou R$800,00 nova excelente custo benefico, com pickups de alnico. http://www.cortguitars.com/en/series/cr-series
    Vale conferir também

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    1. Cara, eu tenho 3 Corts e assino embaixo, mas nesse caso, a Vintage é superior, mesmo à CR 280 - que é a única CR que tem top real/sólido de maple embaixo da folha de maple figurado.

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    2. Eu realmente não posso falar dessa Vintage, pois nunca testei, mas meu cunhado tem uma epiphone Blackbeaty, e comprou uma COrt CR-280, pois adorava a minha CR-200 e é indiscutivel a qualidade a um preço justo. Ele pagou R$3100,00 numa epiphone e R$1400,00 na CR-280, nada justifica a disparidade de preço. Ainda mais agora com mais uma opção de boa qualidade e preço justo. Parabéns Paulo por mais um topico muito bom.

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    3. Matheus, se eu não tivesse a opção dessa Vintage e quisesse comprar uma Les Paul, iria com certeza de CR280. Não posso garantir 100% a qualidade das madeiras, mas TODAS as guitarras Cort que possuo e/ou toquei são muito bem construidas e acabadas, ppte os braços!

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  2. Xará, eu nunca peguei uma Paradise na mão, nem desmontei-lhes os captadores pra olhar, mas as outras V100 vêm com captadores com magneto cerâmico, por volta de 8K braço e uns 13K ponte. Tenho uma V100AW, Arctic White, que converti pra White Beauty (3 pups) e já brinquei de desmontar-lhe os pups, é conhecimento em primeira mão. Troquei os cerâmicos por AlNiCo 5 barra curta, ficou legal - queria testar com AlNiCo 2 e ver como fica, mas não vai ser por agora, tô com preguiça. A Vintage V52 cópia de Telecaster blackguard tbm vem com cerâmicos, a informação no site tá errada.

    Não sei o que explica a diferença de preço, a Made In Brazil importa e vende diretamente a linha da Tanglewood a preço bem competitivo, mas a Vintage vem pela Habro e a Epiphone pela Royal, distribuidoras... lá fora Epiphone, TWood e V100 são equivalentes em preço, aqui as Epi custam o dobro. Tenho cá minhas desconfianças mas melhor não comentar... difícil entender como as Fender mexicanas de USD400-500 chegam aqui a R$ 2600, quando se lhas acha mais barato... Squier Classic Vibe de USD300 a R$ 2000?! oookay.

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    1. É, no Brasil, por alguma aberração, se estiver vinculada à Fender ou Gibson, já rola uns 25% adicionais. É foda

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    2. Tem só um detalhe meu caro Paulo C. Não estou defendendo importadores, longe disso, mas tem que considerar também gastos com frete e despacho aduaneiro, sem contar que abaixo de 500 doletas o imposto de importação é de 60% (sobre produto + frete e incluindo seguro, se houver). Mas acima desse valor já entram outras taxas, inclusive ICMS, no que o valor de imposto já gira em pelo menos 78%. Então se você parar para pensar bem, até R$ 2500,00 é um valor baixo para uma guitarra que nos states custa em torno de 500 dólares. O absurdo é ver algumas Fenders Mexicanas custando mais de 3 mil. Aí é realmente os 25% a mais pela marca, como disse o Paulo May.

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  3. Grande Jack! Adoro este blog! Parabéns pelo post.

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  4. Para mim, essa questão dos preços de grandes marcas importadas de guitarra, como gibson e fender e epiphone tb, deriva do preço pago para representação comercial no Brasil. Só impostos não explicam mais poq uma guitarra de US$ 1.999 chega a custar R$ 10.450 nas lojas da Teodoro! Essas grandes marcar não tem interesse em montar escritório próprio no País e se há um grande representante nacional que feche um pedido anual grande, depois esse representante tirar a margem que quiser aqui.. dai alguns preços realmente absurdos por guitarras medianas/boas dessas grandes marcas... chega a valer a pena importar por conta própria e pagar os impostos...
    Leonardo

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  5. Da até pra pagar em 12x. http://www.magazineluiza.com.br/guitarra-les-paul-eletrica-vintage-v100-vinho/p/2040739/im/iigu/?utm_source=google&utm_medium=cpc&utm_campaign=product-extensions&utm_content=204073900&gclid=CMyL4PermrMCFQf0nAod4k0AmQ&

    Reparem no campo. Alimentação: Não utiliza Energia Elétrica. hahaha

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    1. Mateus, a V100 simples é inferior à essa AFD. Não tem top real de maple e deep joint. Deveria estar com um preço menor - nessa loja e nas Americanas preço de guitarra é palhaçada...

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  6. Paulo, eu tenho uma Vintage Strato com headstock invertido e o pickup da ponte também invertido em angulo. Ele fica mais próximo das cordas graves o que é um ponto bem legal.
    A guitarra tem uma construção muito boa, com corpo em 4,5cm de espessura.
    Difícil encontrar outra Strato como ela e custou 949 reais no Rio de Janeiro.
    Eu recomendo sem dúvida.
    Hardware todo da Wilkinson e os pickups também.
    As Vintage vieram para arrasar no mercado brasileiro. Ótimas guitarras com preços super em conta.
    abraço,
    Roberto

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    1. Assino embaixo. Há nitidamente um cuidado especial dos ingleses da Wilkinson com esses produtos. São chineses, mas...

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    2. Paulo, creio que na verdade sejam Coreanas.
      Eu tive um sério problema quando comprei (alias, ganhei de dia dos namorados, da minha esposa) pois tive que trocar duas vezes.
      Mas entrei em contato com os ingleses que me passaram o telefone e email do importador no Brasil (Habro) que entrou me ligou e foi muito prestativo e atencioso. Tratamento VIP.
      Me mandaram uma escolhida, entre todas do estoque, que está perfeita.
      O problema nas duas primeiras foi com acabamento.
      Uma teve problemas de trastes mal colocados e fazia com que a corda prendesse na parte inferior dos trastes, se eu fizesse um pull-off, por exemplo, no segundo traste até o oitavo ou décimo, não lembro perfeitamente, além de um furo em vazio, vazado ao lado de outro onde há um parafuso de fixação do escudo;
      A outra teve problemas com o braço que veio com o acabamento onde há as bolinhas de marcação na parte superior, com a madeira mal alinhada; uma mancha de sujeira antes do verniz no headstock, o que era muito feio; o último traste veio partido entre a primeira e segunda corda, que com um bend fazia a corda prender, e ainda um escudo mal centralizado na ponte.
      Muito ruim, de se ouvir.
      Provavelmente os ingleses não sabiam o que estava sendo feito pois manter uma verificação na linha de montagem na Coreia não deve ser fácil mas eles adoraram saber minhas observações e me responderam muito bem.
      Após as trocas, tenho uma guitarra absurdamente boa por um preço muito bom, como falei anteriormente. Uma pena você não estar por perto pra vir testá-la.
      Só instalei um straplock e uma correia dessas novas da Fender de Tweed de algodão, que é muito macia.

      Continuo afirmando que são guitarras muito boas!
      Em breve irei testar uma Tele.

      abraço e obrigado por um blog fantástico como esse.
      Roberto

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    3. Se forem coreanas, melhor ainda... :)
      Legal saber do suporte dos ingleses, Roberto. Pelo que tenho lido no site e de terceiros, não me surpreende.
      A minha V100AFD tem o acabamento perfeito (pra não dizer 100%, há um micro borramento na junção do braço) e só precisei fazer um ajuste do tensor - procedimento natural devido ao transporte, etc.

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    4. Aproveitando, Roberto... Também peguei uma v6 jmh mas o encaixe da alavanca está muito folgado! Isso é normal?

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  7. Tenho um grilo sério de ter conhecido as Vintage apenas depois de ter metido na cabeça que ia investir numa lespa genérica barata.
    Comprei uma SX gg1 custom (vinho). Toquei em cerca de 15 gg1 de lojas e escolhi a que mais me agradou de todas. Um ano e meio depois dei a tunada (hardware gotoh e pickup SD alnicoIIpro). Tá bem gostosa... Mas lamento que na época, que comprei a SX, não sabia da qualidade das Vintage e a única loja de Porto Alegre que vendia Vintage tinha preços bem salgaditos.

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    1. Rodox, essa SX também é uma guitarra com ótimo custo-benefício. E tunada desse jeito... Fica melhor ainda. :)
      Eu também só fui me tocar dessas Vintage há pouco mais de 1 ano.

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  8. Jack, parabéns pelo blog!
    Sobre a AFD, o que você achou do braço? Se compara a qual dos tipos Gibson, 50's ou 60's?
    Estou de olho numa dessas mas gosto do braço mais fino...
    Abs!

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    1. Claudio, detesto braço largo tipo "D" Ibanez ou muito gordo, pois não tenho mãos grandes. Esse não é fino como um 60's, mas quase lá. Gostei muito da pegada. Confortável e muito bem feito.

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    2. Maravilha, Jack! Obrigado pela resposta. Acredito, então, que suas impressões sobre o braço vão me ajudar.
      Valeu!

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  9. Olá Paulo. Achei muito interessante esse modo de construção que você citou: Deep Joint. Mas quando você fala "As especificações de madeira e construção são praticamente as mesmas", me surgiu a dúvida se essa Vintage é construída com vários pedações de mogno, sei lá 5/7, foi nesse sentido que você quis dizer? Pela sua análise dessa guitarra quantos pedações de mogno foram usados para construir o corpo? Valeu. Parabéns pelo seu trabalho.

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    1. Obrigado, Rafael.
      As Vintage têm 2 ou no máximo 3 peças de mogno. A minha tem 3, só perceptíveis pelas laterais e a peça central (onde tudo é fixado) é bem ampla. Já vi (e postei) Epiphones com 5 peças.
      Não só a quantidade, mas o aspecto (cor, padrão e figuração) das peças é importante. Nitidamente as peças que compõem o corpo da minha Vintage são de uma mesma árvore.
      Nunca há 100% de certeza, mas depois de tantos anos analisando... :)

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  10. Valeu. Acho que ano que vem vou pegar uma dessas.

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  11. Paulo parabéns pelo ótimo blog!!

    e mais uma vez provando que instrumento bom não necessita ser caro!!

    estou a fim de comprar uma guitarra seizi vision modelo stratocastaer! e gostaria de pedir a sua opinião sobre essa aquisição??
    muito obrigado!

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    1. O mestre Tagima colocou um pouco de sua genialidade nessa linha de guitarras para iniciantes feita na China, Bruno. Mas para manter o preço competitivo, as madeiras não são grande coisa e nem o hardware, incluindo captadores.
      Tente achar uma strato ou tele SX de "American Alder".

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    2. Obrigado pela dica Paulo.
      eu tinha visto essas guitarras na escola de música onde estudo... e quando eu perguntei a madeira eles simplesmente disseram que não sabiam, mas que com certeza eram de madeira boa!
      então pedi sua ajuda e pesquisei por ai então vi que a madeira é basswood o que não me agradou de imediato já que eu já possua uma guitarra de basswood, estou a procura de um timbre melhor...
      obrigado pela sua sugestão da SX de american alder estarei pesquisando e assim que encontrar alguma coisa darei um toque!!

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    3. Sim, elas têm corpo de basswood. Não é uma madeira ruim, mas definitivamente não é a madeira ideal para uma stratocaster clássica.

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  12. Tá velho... só me diz como tu comprou a esse preço hehehe... onde tô pesquisando só vi a uma valor entre 1600-1700 reais. Abraço!

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    1. Na Multisom( http://www.multisom.com.br ) uma rede de lojas do sul do Brasil. Essas Vintage não estão no site. O ideal é ligar pra loja.

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    2. Beleza! Moro em POA e já tava planejando ligar pras lojas locais! Tô procurando uma LP com bom CxB e vou dar uma testada nessa! Abraço, obrigado e parabéns pelo blog!

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    3. POA?
      Estás na boca do leão. Quando chegares na loja, peça para o vendedor fazer uma pesquisa pelo computador no estoque global. Quando comprei a minha, o cara checou e tinham ainda mais duas V100AFD, uma delas na loja de Novo Hamburgo.

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    4. Massa. Faz tempo que comprou?

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  13. Oi brow, achei teu blog faz pouco, fantastico, sou "LPG" tbm e tenho minha coleção. Acabei de comprar uma Ibanez ART320 que me decepcionou com o "mogno" e o top que se revelou quando descasquei a cavidade do captador (1mm). Tu tem fotos da espessura do top dessa sua lespa? E o mogno é o "western mahogany" "nato"... ou um sonhado mogno hondurenho. Abraço Juan.

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    1. Juan, o top tem a espessura padrão da Gibson, mas lembro que além do top de maple sólido, existe a folha de maple figurado (flame) - truque usado na maioria das guitarras de menos de mil dólares. Até aí, tudo bem, o importante é o timbre... :)
      Eu acho essas ART320 lindas, toquei uma numa loja e até gostei da sonoridade (pra coisas de alto ganho). Fico puto da cara quando o fabricante coloca "Flame Maple Top" nas especificações e não especifica se é maple sólido+folha ou só a folha/veneer. É foda...

      Quanto ao mogno, se olhares no mapa mundi, verás que as ilhas Fiji estão quase na mesma latidude que Honduras - razão pela qual americanos (leia Gibson/Epiphone, ppte) e orientais conseguiram, com muito sucesso plantar mudas de mogno hondurenho lá há mais de 15 anos.
      O mogno usado nas guitarras orientais vem daí e da África.
      Hondurenho? Só para guitarrinhas americanas de 1.500 dólares pra cima :)
      Em tempo - ainda tô pra ver um mogno brasileiro bom pra corpo de guitara. Até hoje, só vi/ouvi mogno ultra pesado e com timbre meia boca.

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    2. Eu Tenho 2 teles que são incríveis (uma com 2 P90 - que um diz foi uma squier custom II que troquei o corpo e outra com 2 minis - estilo firebird, que fiz no visual deluxe tbm) e 2 stratos (uma com 3 lispsticks e outra com trio de dimarzio Virtual Vintage, são leves e ressonantes. Esses corpos peguei de barbada do Acre, de um cara que fazia moveis e era meio metido a luthier. Depois mandei fazer outras 2 stratos que deram exatamente o que tu descreveu... Qqr hora até crio coragem de fazer um blog. Com certeza temos muiita pesquisa em comum. Tenho 2 Lespa de mogno brasileiro, uma ótima e uma naba, eheh. Abraço.

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    3. Essas Les Paul de mogno brasileiro são padrão, com top e tudo, Juan?
      Qual é o peso delas?

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    4. Não, ambas são do Josino, uma com Top de embuia que se parece mais com uma PRS SC (um pouco mais fina, com a junção do braço colada mais e lixada "organica", sem os degraus classicos)http://www.preciolandia.com/br/torrando-les-paul-cast-luthier-fender-pr-3ibqip-a.html nessa eu coloquei 2 Prail e outra é uma "black beauty" que é toda de mogno, com escala de ebano (um chumbo) http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-447051016-les-paul-luthier-josino-saraiva-cast-_JM . Eu estava pensando na Cort Z custom, você sabe dizer se o TOP dela é "real" ou pega ratão? Abraço.

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    5. Eu acabei o post e achei esse video http://www.youtube.com/watch?v=B1wp_qY9PB4 olha em 2:20 o cara mostrando o tampo. Essa parece uma bela opção, resta saber se o "mahogany" tem som de mogno. Abraço.

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    6. Juan, não sei se é somente o mogno que temos acesso aqui (talvez lá no extremo norte do país seja melhor), mas o fato é que é tudo muito pesado. Pô, NUNCA vi mogno leve/médio por aqui.

      Quanto à Cort, dê uma lida nesse post:
      http://guitarra99.blogspot.com.br/2011/06/cort-kx-custom-ser-ou-nao-ser-eis.html?showComment=1352587196076#c6590581570674272167

      Esse truque ocorre tanto nas KX custom quanto nas Z - são basicamente a mesma guitarra. Como disse um amigo meu: "Não é mogno com top de maple e sim maple com fundo de mogno" KKKK! É muito maple na relação.
      A Z Custom tem um top MUITO grosso de maple com uma folha de quilted maple por cima. O braço é de maple também, então fica uma guitarra parecida, mas sem o timbre clássico de Les Paul.

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  14. Estou louco para pegar essa Paradise, parabéns pelo artigo. Há um tempo atrás, testei várias V100, gostei de todas mas nenhuma me chamou especialmente a atenção, até que toquei na V100WR, aquela que vem com os mini humbuckers (em alnico !) Fiquei maluco com o som da guitarra e comprei na hora ! Se puder, veja meu blog, abraço !

    http://inicianteguitarra.blogspot.com.br/

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    1. Muito bom o teu blog - vou colocá-lo nos links.
      Sobre a V100WR, caso ainda não tenhas visto, deverás achar interessante:
      http://www.mylespaul.com/forums/custom-shop/178833-refinish-vintage-v100-wr.html

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    2. ôpa, muito grato, vou retribuir a gentileza, não entendo ainda muito bem esses detalhes de Blogs ! Muito bom o link com o gringo ralando a V100WR, assim que a gente aprende, vamos ver no que vai dar !

      PS: muito bom o post da black strat, também monto minhas strats com partes, you are not alone, abç !

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  15. Hoje fui pegar meu amp que eu tinha deixado na assistência técnica. Na hora de realizar os testes no amp o cara me traz uma guitarra dessas (que por coincidência eu já estava com vontade de testar) pra ligar no amp. Pelo amor de Deus! eu já fiquei com uma Epiphone Les Paul Standard durante 1 ano e meio, pude analisá-la muito bem. Essa Vintage tem um acabamento muito melhor do que as Epi, e não apenas em termos de pintura, mas em termos de conforto do braço e corpo, sem falar no shape do braço, que achei ainda gordinho, mas levemente mais fino do que dos braços de Epiphone. Talvez para os puristas de Les Paul não vão aprovar essa característica, mas pra mim achei nota 10 o shape do braço. Quanto ao timbre, deu pra sacar que a guitarra tem um timbre muito bom! não diria que é um timbre de Gibson, até por que pra ter timbre de Gibson teria também que no mínimo ter pickups Gibson. Eu particularmente investiria em pickups melhores, mas mesmo com os pickups originais deu pra sacar que o timbre da guita é muito bom. Particularmente achei melhor do que o timbre da Epiphone Standard com a qual eu posso estabelecer tal comparação.

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    1. Acho que o braço é um meio termo entre uma LP 59 e 60. Ele tem pegada "cheia" mas menos ombros. Bastante confortável.
      Em relação às Epiphones, tenho certeza que essa Vintage é superior sob qualquer aspecto. E isso sem considerar a diferença de preço.

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  16. Eu boto fé!
    Isso que sou puxa saco da minha Epi 99 (como já pode ter visto em outros posts, mas é mais puxa saquismo com as Les Paul do que com a Epi).

    Tem um vídeo no youtube do Ney Van Soria (ex Cascaveletes e dono da Good Music de POA) tocando em uma LP Vintage. Admito, o timbre que ele tirou é muito mais "Gibson" do que os que já vi saírem das Epis, inclusive a minha, que acho ser superiora as atuais. Já pensei várias vezes em adicionar uma Vintage a coleção...

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  17. Paulo me interessei muito pela guitarra, mas gostaria de saber o que você acha da Vintage V100 MRJBM que é inspirada na signature do Joe Bonamassa feita pela Epiphone. Estou na dúvida entre essa e a AFD Paradise.

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    1. Rogério, acho que essa Vintage V100 MRJBM não tem top de maple - o corpo é só mogno. Não é ruim, mas soa diferente das LP com top de maple, como a original do Bonamasssa.
      Estranhamente ela não está listada no site - é lançamento recente?

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    2. Paulo ela está nessa parte:
      http://www.jhs.co.uk/vintageiconguitars.html

      É a oitava guitarra.

      Abraço!

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    3. Correto - o nome completo tá bem pequeno no canto esquerdo :)
      Ainda acho que não tem o top (real, não folha) de maple - quando tem eles especificam. O legal dela é o "relic", mas sem o maple acho que a Les Paul perde um pouco da "mordida" do timbre.
      É questão de gosto.

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  18. Oi Paulo May é primeira vez q escrevo
    então antes de tudo qria dizer q acompanho seu blog a cerca de 2 anos, vc está de parabéns... me ajudou mto com seus posts.
    gostaria de saber se vc já analisou uma Orville by Gibson LPC-90?
    qual é sua opinião???
    abração.

    Aléssio

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    1. Nunca tive acesso a uma Orville, Aléssio. Mas é fato conhecido que maioria das Orville by Gibson têm a mesma (se não mais) qualidade que as Gibson Standard. Foram produzidas de 1988 até 1998 e deveriam ser um meio termo entre as Gibsons e Epiphones.
      Sinceramente, se tivesse que escolher entre uma Gibson Standard 2012 (ou qualquer Gibson com alívio de peso) e uma Orville Standard, eu ficaria com a Orville.

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    2. Oi Paulo tdo bem? então adquiri uma recentemente uma Orville Les Paul Custom(com a escala em ébano e captadores seymour duncam) mas foi poucas vezes q eu toquei com ela plugada, fala verdade comprei mesmo pelo fato de ser peças raras.
      Mas a pegada da guitarra é boa, melhor do q da gibson standard q eu toquei; mas eu não gostei mto do sets de captadores seymour duncan perde mto o som eu achei, mas de resto é uma boa guitarra fabricada em entre 1989~1992 no japão
      até mais...

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    3. Parabéns! Se um dia quiseres negociá-la ou trocá-la, não te esqueça do amigo aqui :)
      A Les Paul Custom original, dos anos 50, não tinha top de maple - o corpo era somente de mogno. Nos relançamentos pós década de 50, a maioria tinha top de maple. Aí é questão de saberes se ela é fiel à original ou não. Particularmente, prefiro as LP com maple.
      Independente disso, é uma excelente Les Paul.
      A dupla de Seymours é a infame JB/59? Terrível. São bons para guitarras ruins. As boas merecem captadores de baixo ganho bem claros e dinâmicos.

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    4. E ai Paulo tdo em paz?
      desculpa a demora para responder é que estou de mudança ai está meio corrido aqui pra mim, então o capitadores são SH-4 e SH-2.
      Falam q é um bom set, mas pra mim o som tava desencorpado, talvez seja por causa das cordas normalmente eu tocava em uma Epiphone LP Standard MIJ mas as cordas era D'Addario XL Chromes 0.11 o som era bem encorpado e na minha Epiphone riviera eu tbm uso as mesmas cordas,quando eu troquei as cordas senti grande diferença mesmo no timbre é outra coisa(até então nunca tinha usado essas cordas)
      por isso q já providencie o mesmo jogo de cordas pra essa guitarra tbm.

      Obs: essa guitarra não quero me desfazer não, mas tbm não sei meu dia amanhã.

      abraço.

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    5. Aléssio,
      O SH-4 é o JB e o SH-2 é o Jazz, praticamente um 59...
      O "encorpado" é relativo. Pra mim é presença e definição nos médio-graves, mas pode significar também som "gordo", "cheio"...
      Tente com as 0.11 então e boa sorte! :)

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    6. E ai tdo em paz?
      então o que vc me aconselha a fazer? mantém esse caps. ou troca por outros?
      Na troca qual seria o set de caps. para som médio-grave?
      até mais...

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    7. Aléssio, não dá pra indicar captador com uma margem razoável de certeza. A sonoridade da guitarra é determinante.
      Pra timbrar legal a posição do braço da minha V100 AFD, só consegui depois de 4 tentativas, 4 captadores/imãs diferentes.
      O SH-2 deveria estar soando com graves fortes. O SH-4, tudo bem, às vezes soa sem vida e magro.
      Tente contato com o Júnior, da JR Guitar Parts (o link tá na coluna no lado direito do blog). Ele já teve contato com mais tipos de captadores que eu e pode te dar uma luz.

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  19. Paulo, comprei a AFD, agora restou esperando chegar. Penso em mudar os captadores dela para os originais do Slash, ou colocar um clássico Burstbucker nela, você acredita que a mudança dos capacitadores para esses Orange Drop 220KPF 600V possa fazer alguma diferença?

    http://loja.multcomercial.com.br/ecommerce_site/produto_15840_4689_Capacitores-Orange-Drops-Series-715

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    1. Se colocares os Seymour Slash, vai ficar igualzinha :) Não esqueça que a Malagoli vende um clone desse:
      http://www.captadores.com.br/loja/produto-34302-1585-custom_ii__ponte

      O capacitor ideal seria um PIO .022uf. Orange drop em LP não é muito comum. Gosto também dos discos cerâmicos - bons e baratos.

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    2. Rogério, onde você encontrou essas guitarras? Estou procurando na net porém só achei a preços bem mais elevados que os comentados aqui. Nem precisava ser a AFD, podia ser a V100 comum

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    3. http://www.playtech.com.br/ch/prod/24014/guitarra-vintage-lp-v-100-afd---ambar.aspx

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  20. Obrigado anônimo, mesmo antes de você postar tinha encontrado o mesmo link também. Parece ser a única loja online que ainda tem ela aqui no Brasil. Já mandei "descer" uma. Embora minha experiência em comprar à distância na Playtech não tenha sido muito "positiva" da última vez, dei outro voto de confiança.
    Obrigado!

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  21. "Por que a diferença tão estúpida de preço? " Porque no caso da Epiphone mesmo ela sendo anos luz inferior à uma Gibson autêntica o cara está pagando pela marca em boa parte do preço e também porque aqui no Brasil o preços das guitarras quadriplica de preço, em boa parte por causa das merdas dos impostos que são nas alturas. Se eu não me engano a Vintage é do criador dos captadores Wilkinson e por enquanto ainda não tem muito mercado por não ser muito conhecida, mas daqui a um tempo vai estar competindo na faixa de preço da Epiphone, creio eu. Uma coisa que seria interessante saber é se uma Vintage dessas tem uma qualidade próxima a de uma Gibson autêntica, aí sim ia ser o bicho.

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  22. Acabei de adquirir duas Vintage V100: a WR (com mini humbuckers) e a GT (com P90).

    Ainda é cedo para fazer um review completo sobre as mesmas, mas de antemão já posso adiantar que estou bastante satisfeito com a aquisição.

    Como já fora dito ao longo desse tópico, o acabamento é espetacular para guitarras desse preço! São pouquíssimas e quase imperceptíveis falhas, mas devo citá-las. Por exemplo: as cavidades dos P90 estão com algumas rebarbas na madeira, o que dá um aspecto um tanto quanto grosseiro, mas nada que se possa enxergar a média distância, é preciso olhar bem de perto para percebê-las. As peças de plástico: escudos, toogle switch, etc. também são mal acabadas, mas isso é besteira. A cor dos knobs das tarraxas é verde, em vez de perolado, uma questão de estética apenas. E, por fim, a inscrição "wilkinson" nos captadores é um tipo de adesivo bem frágil, tive a infelicidade de descolar um deles quando estava limpando as cordas.

    A pegada, como já fora dito, é fantástica(!), só tocando para se ter uma noção exata.

    Sobre a sonoridade: mesmo o corpo sendo apenas de mogno, sem o top de maple, tem me agradado bastante com essas configurações de captadores. Visto que trata-se de P90 e mini humbuckers, com bastante brilho, a meu ver acabou compensando a falta do top de maple. Me satisfizeram tanto que, a princípio, não pretendo trocá-los, vou economizar e investir em outra Vintage (uma tele, strato ou sg, ainda irei me decidir).

    Abraço a todos!

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  23. Pessoal, alguem aí sabe se essas vintage afd paradise vem com cordas .009 ou .010?

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    1. E como funciona esse straplock dela? Me pareceu bem diferente dos outros que já vi.

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    2. Nunca usei straplocks antes, mas como já veio nela... É da própria Wilkinson:
      http://www.jhs.co.uk/guitartech.html#straplocks

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    3. Para mim, os straplocks que vem na V100 AFD são inúteis. Na verdade são da marca Marvel, chinesa (pra variar.
      Paulo, o seu está funcionando normal? Segura mesmo? O meu solta só de olhar pra ele...

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    4. funciona perfeitamente,é engate rápido com esferas independente de ser chines ou não

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  24. Olá, Paulo, tudo bem? Comprei a AFD e estou muito satisfeito, porém desejo trocar os captadores. Curto o som de Alnico V, dos burstbuckers da Gibson, porém não tô com grana pra comprar um par deles? Você recomendaria alguma marca ou modelo nacional? E os pots? Trocou algm na sua AFD?

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    1. Burstbuckers PRO, no caso :)

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    2. Não precisei trocar os pots, Vauto - pelo menos por enquanto.
      Para o braço, se queres uma sonoridade clássica, sem dúvida o Rosar MOJO 13 é o melhor. Foi o que acabei usando. Podes adquiri-lo na JR Guitar Parts - o link tá aqui no blog. Na ponte, depende - um captador de baixo ganho dá um som vintage, mas acho que terias mais versatilidade com um com mais ganho. Novamente, os Rosar são os melhores. Na ordem crescente de ganho: MOJO Hot, Supershred, Rock King.

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  25. Este comentário foi removido pelo autor.

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  26. Tudo bom?
    Estava a procura de uma "Les Paul" razoável até uns R$2000 tinha decidido pela vintage AFD Paradise justamente pelo seu comentário sobre a mesma.

    Acontece que eu só estou achando essa guitarra na faixa de R$1500 pra cima, e encontrei a v100 comum por um preço bem razoável (+-R$1000). Qualidade é importante? Lógico! Mas é bom satisfazer o ego de vez em quando. Sempre tive uma queda pela Gibson Custom Alpine White, e encontrei a V100 Artic White nessa faixa de valores que mencionei acima.

    Esses R$500 de diferença justificam, proporcionalmente, a diferença de qualidade entre elas? Visto que já pesquisei, e tirando o top maple, a construção é a mesma (até o deep joint).

    Esse fato de que o top maple favorece os agudos e o ataque, não dá para ser compensado com um captador, numa guitarra toda de mogno?

    Pergunto porque, como todo bom brasileiro, todo gasto é suado, e para convencer minha mulher da aquisição da 4ª guitarra, fora os violões, não está sendo fácil. E com esses R$500 de diferença (e um pouquinho a mais) eu já ia dar um bom upgrade nela, como caps, elétrica, nut, tarrachas (se não me satisfizerem), blindagem, e push-pull.

    E, se comprasse a AFD, o upgrade já seria para um futuro bem distante...

    Agradeço de antemão.

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    1. Luiz, tem guitarrista que acha que a Les Paul perfeita é a Custom, sem top de maple. É questão de gosto.
      Não dá pra compensar madeira com captador, infelizmente...
      A V100 é uma excelente guitarra, mas particularmente prefiro Les Pauls com top de maple.
      A decisão final é tua - procure por vídeos no Youtube comparando a sonoridade da LP Standard da Custom.

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    2. Agora, outra pergunta...

      Você comentou que a V100 comum custa menos de R$1000.
      Onde achaste esse preço, porque onde eu ia comprar o preço mudou na hora que eu estava fechando a compra e não consegui pegar o bom preço.

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  27. Sobre seus "parênteses" de que a Gibson sobrevaloriza a Epiphone, discordo, cara. Que as Epiphones, de modo geral, são caras aqui no Brasil eu concordo, mas é única e exclusivamente culpa nossa, não da Gibson. Tanto que, lá fora, os preços das Epiphones (das mais básicas às top) são bastante coerentes.

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  28. Paulo que beleza este seu blog, estava atras daquela vintage Telecaster que postasse a pouco tempo, porém não achei a versão sem relic a venda em lugar nenhum, então acabei por adquirir uma desta, e notei algumas peculiaridades com relação a minha Condor LPC (Koreana toda de Mogno). A primeira é quanto ao ganho dos caps, me parece que a Vintage tem um pouco mais, porem testando no mesmo set, a condor tem um som mais "redondo", definido, menos embolado, e ainda neste sentido, mesmo tendo o top de maple ela som mais grave que a Condor, talvez sejam porque as cordas dela são 0.10 e na Condor estão 0.09 (prefiro), assim que trocar vou observar melhor isso, Estou pensando em colocar um Alnico pro II pra sentir a diferença. A Vintage também tem algumas gramas a mais de peso (kg) que a Condor (que sempre achei bem pesada), me levando a crer que na Condor existem câmaras de alívio de peso. Agora quanto ao braço, me tire duas dúvidas, primeiro, o nut não é de osso correto? Segundo me pareceu inicialmente com a mesma espessura da Condor, porem na pegada notei diferenças e me parece que o "ombro" superior é um pouco mais largo, no estilo das Gibson Standart Atuais correto?

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    1. Ontem passei pela loja e, já que o pessoal está mencionando, toquei mais um pouco com ela (na verdade uma segunda loja com outra V52 idêntica).
      O braço é realmente um pouco mais gordo que um Fender atual, por exemplo. E me parece que de fato são os ombros (mas os achei simétricos).

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    2. Quanto a Les Paul, você sentiu muita diferença trocando os caps?

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    3. Qual Les Paul? A Vintage ou a Gibson?
      Ambas melhoraram bastante após a troca, mas achar o captador mais adequado, principalmente em Les Pauls e na posição do braço, às vezes é complicado, demorado e... Caro! :)

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  29. boa noite Jack, parabéns pelo blog!
    conheci ele há mais ou menos um ano
    quando me ofereceram uma tagima 735...rs..
    não comprei..rs. navegando pelo site da multison
    descobri uma paradise a venda, vc que mora perto da
    loja e vai sempre lá, já passou por ela?
    estou pensando em pega-la...será muito arriscado
    pegar uma guitarra dessa sem testar antes?
    novamente parabéns pelo blog.
    Luiz

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    1. Luiz, todas as VFD que vi até agora têm o mesmo padrão de qualidade. Comprar sem avaliar é um risco, mas não acho que seja "grande"

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    2. Luiz. Antes de comprar, pesquise no site reclameaqui. Existem algumas reclamações da loja. Desisti da compra por este motivo. Eles não tem pós venda.

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    3. Bem, eu nunca comprei no site da Multisom porque existem 4 lojas físicas dessa rede só aqui em Florianópolis. Sempre fui muito bem atendido, mas é bom lembrar que é uma rede que vende eletrônicos e instrumentos musicais. Os vendedores não são especializados e têm pouco critério pra fazer um check up da guitarra antes de enviar.

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    4. Obrigado pela respostas Jack e anônimo, vou pensar um pouquinho mais....gostei da sinceridade e objetividade de suas respostas Jack, mais uma vez ..valeu!

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  30. Qual a diferença entre a V100AFD e a V100 normal?
    Eu quero pegar uma boa LES PAUL, não conhecia a Vintage, achava que era uma marca tipo Memphis, mas estou vendo que é boa mesmo.
    Eu tinha em mente a CR250 e a CR280. Essa V100AFD Paradise tem de outras cores?? Eu quero uma preta ou branca.

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    1. Leia no final do post, Caio.
      "AFD" é "Appetite for Destruction", relacionado ao Gun'n Roses, mais especificamente à guitarra do Slash. Não faria sentido ter uma "AFD" de outra cor.
      Teste pessoalmente a guitarra antes de comprar.

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  31. E aí Paulo blz ?? eu perguntei uns dias atrás se valeria a pena trocar minha sx gg1 por uma afd, estive na Multisom ontem a noite e pra minha surpresa tinha uma afd lá por 1239,00, fiquei surpreso pois no site preço era 1450,00, não me segurei e trouxe ela pra casa. Na loja mesmo percebi que o corpo é feito em 4 partes, diferente da v52 que comprei à um mês atrás na Barramusic que são 3 partes, particularmente achei o acabamento da afd superior ao da v52, pelo menos comparando as que comprei, depois vou testá-la ao lado da sx gg1 pra ver a diferença( já percebi que ela é um pouco mais pesada). Abraço, obrigado pela ajuda.

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  32. A Barramusic é no Rio e a Multisom uma rede aqui do sul. Tem Multisom no Rio?
    AFD com 4 partes? É a primeira que fico sabendo. Normalmente 2 partes...

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  33. Acredito que não tenha no Rio, é que esqueci de falar que também sou do sul,
    (Tubarão/SC)a V52 comprei pela net mesmo. São 4 partes mesmo, sendo que uma é quase inperceptível, o corpo tem espessura média de 4,9cm contra 4,6cm da sx...Agora em casa percebi que quando toco ela desligada, tem um ruído como se fosse algo vibrando vindo do headstock, fui segurando as tarraxas e quando seguro as tarraxas da 2ª e 6ª corda, a "vibração" para, aparentemente as tarraxas estão normal, você tem alguma ideia do que pode ser ? Obrigado pela atenção até mais.

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    1. Minha família é de Tubarão :)
      Douglas, tens certeza que é uma AFD (tem "Paradise" escrito na tampa do tensor?).
      Uma V100 pode passar por AFD. Idem a linha Icon.
      As tarraxas são boas mas não excelentes. Cheque os parafusos de fixação e procure por alguma parte solta. Retire a tampa do tensor para checar o interior.

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  34. Então somos praticamente conterrâneos,rsrrs( o seu sobrenome May é o mesmo do vereador Deka May, filho do ex-prefeito Paulo Osny May ? ) .... Paulo acredito que não tenha como não ser a AFD , pois além de ter o "Paradise", o headstock não tem aquela pintura central com um símbolo que nas outras V100 tem, e também veio com o straplock, se você tiver mais alguma dica para uma confirmação é só falar.

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  35. Paulo comprei a minha AFD depois de conhecê-la através desse post no seu site. Ao receber gostei muito da guitarra e percebi que era bem superior a essas Epiphones Standard que encontramos por ai.

    Então comecei a fazer minhas modificações, pode ser fã do Slash, pensava em deixar a mesma fiel a dele. Coloquei capacitores Orange Drops 225p, os mesmos utilizados na guitarra dele. A princípio não gostei da experiência, mas acabei encontrando o meu som depois um tempo com eles.

    Então parti para os captadores, optei por um Burstbucker 3 na ponte e Alnico 2 Slash Pro no braço. Nossa o som ficou incrível, fiquei doido quando liguei o drive, a guitarra gritava e como muito sustain.

    Ainda penso em depois testar ela com capacitores pio k40y pois os tenho aqui. Mas do jeito que está, estou muito satisfeito. Estou doido para compará-la com uma Gibson.

    Depois vou ver se posto uns vídeos aqui. Abraço!!!

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  36. Depois de ler esse post, me reacendeu o desejo de ter uma les paul. Ocorre que agora tenho um problema.. não tem na minha cidade e na internet tbm não acho esse AFD Paradise.. Apenas consegui encontrar o modelo normal V100 no site da playtech.. por 1600.. Vale a pena investir nessa outra? e depois trocar os captadores?

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    1. A V100 só tem uma fina camada de maple, Renato. Não é uma Les Paul "standard" e deve soar mais como uma "Custom", sem topo de maple.
      Mesmo, assim, tá cara por 1600 reais. Os preços subiram demais em 2013!
      Até uns 15 dias atrás, tinha uma aqui:
      http://www.multisom.com.br/guitarra-vintage-les-paul-v100afd-paradise-amb-2107.html

      Bem, eu talvez consiga comprar uma Gibson Custom Shop 59 em abril. Se comprar, devo vender a minha Vintage. Se não conseguires nada até lá... :)

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  37. Olá Paulo, uma dúvida de última hora: Escolher entre uma Les Paul Epiphone, coreana, com caps Gibson '57 Classic, ou uma Gibson Les Paul Tribute 70´s, com mini humbuckers (na linha da LP Studio, mais ou menos). A Epi é bem mais vistosa, com aquele tampo de maple tradicional; a Gibson tem uma aparência menos chamativa, mas é Gibson... E nesse modelo custa 1/3 da Standard.

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    1. Pedro, 95% ou mais dos tampos bonitos das Epis são apenas uma camada fina/veneer.
      A única questão aí é dos mini humbuckers - tem gente que gosta, tem gente que não gosta...
      Mas eu particularmente iria de Gibson, sem dúvida.

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    2. No momento estou tendo um gravíssimo ataque de GAS, não haverá luftal que resolva :)
      É uma Gibson na faixa de preço que mencionei, mas com captadores 490R e 498T , bem clássicos. Não é aquele conjunto impecável das custom ou até da standard, mas mesmo assim extremamente tentadora :)

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    3. Dê uma olhada na garota: http://img526.imageshack.us/img526/5796/gibsontop.png

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    4. É uma Gibson... :)
      Basicamente, uma LP Studio com outro nome. Teoricamente, pode até soar melhor que uma Standard, dependendo da sorte com as madeiras.
      Pena que a Gibson tá fazendo todas essas linhas (Standard pra baixo) com câmaras. Já que o investimento é razoável, o ideal seria tocares antes de comprar, né?

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    5. O complicado pra mim, neste momento, é encarar a standard. Se eu torrar uns 10 mangos numa guitarra, a patroa vai querer fritar mis cojones :)
      Enquanto ainda não posso fazer isso, o único jeito é encarar uma alternativa mais em conta. Abraço.

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    6. É, pra elas é uma loucura pagar tanto por uma "guitarra" :)
      Mas no ML sempre tem algumas ofertas boas. Acabei de ver uma Standard 2000 por 6.000: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-466130604-gibson-les-paul-standard-c-case-original-nao-aceito-troca-_JM

      Excelente ano, ainda não tinham câmaras.
      O foda é comprar sem testar... Moras em que estado/cidade?

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    7. Paulo, sou um gaúcho "desterritorializado": vivo atualmente em Cáceres/MT. As lojas de instrumentos por estas bandas nem cogitam em vender algo do nível que estamos tratando; só por encomenda, com aquele precinho camarada que conheces. Então, compro absolutamente todo meu equipamento no e-bay. Sinceramente, tenho mais medo de falsificações aqui no Brasil do que lá fora.
      Dessa forma, tenho que aproveitar eventuais viagens pra tentar testar algo, ou comprar "no susto", contando apenas com informações que colho na internet, com ênfase para este teu excelente blog.
      Bem, montei uma strato; agora, quero partir para uma tele ou uma LP. Peça a peça, como a anterior... Vou precisar de muita informação, ainda :)
      Abraço

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    8. Gaúcho no Mato Grosso? :)
      LP Gibson é foda, Pedro. Cara demais pra comprar sem testar. Já ouvi LP caras e ruins. Pra mim também é complicado porque não entro em avião...

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    9. Pois é, meus pais vieram pra cá; na época não tive escolha :)
      Apesar de eu gostar muito de avião, falta grana e tempo pra ficar viajando, já que sou funcionário público (TRF1), o que implica em um mês de férias pra resolver tudo (inclusive visitar parentes que moram meio longe de grandes lojas de instrumentos :)
      Vou acabar procurando uma Epi mais antiga; depois me divirto colocando uma elétrica completa nova, pra ver no que é que dá :)

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  38. Estou prestes a comprar uma Vintage V100, igual a esta (http://marinoshop.com.br/ch/product.php?id_product=306), oq acham?? É aconselhável?? Em termos de design achei mto boa, já em timbre e som gostaria de sua opinião!!! Vlw

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    1. O post é bem claro sobre a excelente relação custo benefício das Vintage, Maurício. Tem outro post sobre uma Vintage Telecaster que fala a mesma coisa.
      Entretanto, por serem guitarras feitas na China é SEMPRE recomendável que sejam testadas pessoalmente, pois o timbre pode variar bastante, até em guitarras da mesma linha.

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  39. Paulo, tem certeza que essa madeira do corpo é um mogno africano (Khaya sp.)? Digo isso pq tenho uma tanglewood les paul, muito bem construída por sinal, que eu jurava ser de mogno africano, até descobrir que ela é um tal de MERANTI tb conhecida por LAWAN ou LUAN, madeira chamada de mogno das filipinas, mas que obviamente nem da familia das meliaceas é.

    Agora, isso pra mim não desmerece em nada a guitarra, nem tira o fato de que ela tem timbre de les paul. Estive lendo sobre essa madeira que tem propriedades timbrísticas bem semelhantes ao mogno, e dependendo da forma como for tratada pode até apresentar características sonoras melhores notadamente na região do grave, embolando menos que o mogno.

    Acho que às vezes a gente fica muito vidrado no tipo da madeira e esquece que se for bem cortada e tratada ela falará muito bem. Claro, se eu quero uma LP, não vou usar uma madeira como ash que pode até soar bem mas vai me dar outro timbre.

    Aliás, muito bom esse teu review. Mostra que mesmo em guitarras da mesma marca há diferenças de timbre, entretanto a essência de timbre de les paul permanece em todas. Inclusive na cópia, mostrando ser excelente custo benefício.

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    1. Imagine, Anderson - não tenho certeza nenhuma. Ficamos à mercê dos fabricantes. A Vintage tem um nome à zelar e embora fabrique na China e redondezas, é uma marca inglesa, por isso acredito que seja mogno mesmo, mas só Deus sabe... :)

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  40. Excluiu minha publicação Paulo May?Veja bem: eu não o conheço, e n tenho intenção alguma de ofendê-lo senão tirar dúvidas. Eu como inciante ocasionalmente terei dúvidas ou errarei o nome de algo , de peças etc..Fiz questionamentos com a intenção de suprir o que me falta de conhecimento pra fazer um boa compra. No entanto se acha q sou ignorante demais pra compartilhar informações do blog , sem problemas , então deixo de seguir. até pq trocar uma letra do nome de um instrumento não requer retaliação de sua parte. Respondi a altura da sua resposta apenas , se n gostou então me retiro.Abrç

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    1. Kako, desculpe, cara. Jamais faria isso, acredite. Li a tua resposta e tava tudo ok, em nenhum momento houve tensão.
      É extremamente raro eu apagar posts, mesmo alguns mais reticentes e no teu caso não houve nada de anormal, pelo contrário.
      Normalmente apago os spams e posso ter apagado sem querer o teu post.
      Estranho mesmo...
      Me desculpe novamente pela incoveniência - o blog está à tua disposição.

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  41. Paulo e melhor vc editar este post fui ver hj na playtech no site com esperança de comprar uma tava mais de R$2,000. Infelizmente.

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    1. É... Houve um aumento dos impostos em 2013 e pelo jeito aumentou a ganância dos revendedores também. Se bem que a Playtech sempre tem preços no limite superior da média.
      Olha, eu recentemente comprei uma Gibson R9 e é bem provável que venda a minha AFD. Ainda não decidi, mas é provável. E se vender, será pelo preço que comprei.

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    2. Blz, se quizer vender fala comigo talvez compre, pq nova so achei na playtech mas por este preço.

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    3. Com certeza não será agora, mas como tenho a meta de diminuir a minha coleção até o final do ano, é bem provável...

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  42. Paulo, gostaria de agradecer o trabalho de você nesse blog, pqp, o cara que tá querendo comprar uma guitarra nesse estilo e entra aqui já tem meio caminho andado heheh... Queria te pedir uma opinião, estou olhando os caps malagoli pra colocar numa v100 e estou em dúvida no set custom 57 (com alnico II) e no set custom 59 (com alnico V) o que você me diz?

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    1. Não conheço pessoalmente esses captadores, Ivan, mas podes ter certeza que o alnico V tem mais ataque, punch e menos médios que o II, que é mais suave. Dependerá de como está soando a tua guitarra agora, na ponte e braço. Eu gosto do punch do A5, mas às vezes ele soa grave demais no braço. E acho os médios do A2 perfeitos para a ponte se a guitarra não puxar muito para os médios.
      Como falei aqui várias vezes, é difícil saber com antecedência a forma exata que o captador soará em determinada guitarra.

      É importante observar que o fio clássico dos humbuckers vintage é o "Plain Enamel". O Érico recentemente adquiriu enamel e formvar, mas me parece que ele só está usando enamel no Custom 55. Seria legal checares com ele.

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    2. Acabei de mandar um email pra ele questionando o 57 e 59, no site realmente menciona que apenas o 55 é feito com enamel. A guitarra que estou querendo mexer também é uma v100afd que acabei de pegar. Você está usando um mojo 13 customizado, o site não menciona qual o material apenas o imã, você sabe me dizer se também usa enamel tanto no mojo quanto no heartbraker?

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    3. O Sérgio Rosar só utiliza fio polysol, mas o Mojo 13 foi feito com uma combinação especial de bitolas e bobinagem para soar idêntico ao melhor clone de PAF da atualidade: o Rolph Pretender 58.
      Tem uma sonoridade bem vintage, com bastante estalo e clareza. O Heartbreaker já é mais na linha do Seymour 59, algo mais fechado e com médios mais discretos.
      O único problema do Mojo é que vem sem capinha e é muito difícil adaptar uma padrão - tem que cortar, etc.

      Mas observe que é uma questão de gosto - eu prefiro humbuckers mais claros, sem muita ressonância de graves e com estalo, mais próximos da sonoridade de um single coil.

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  43. Cara eu também busco esse som vintage classico paf e estou seguido seus testes e buscando opções, o seu mojo é alnico v e o original é alnico II por isso olhei os 59. Na ponte o que você deixou definitivo? Outra coisa, a capinha do captador você buscou estética ou modificou consideravelmente o timbre?

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    1. Eu acredito que o Sérgio Rosar tenha calibrado o Mojo 13 para o alnico V e é o padrão agora. Ele tem um sistema de atenuação que faz o A5 soar como A2.
      a capinha é pura estética - ela naturalmente corta um pouco do brilho, mas encaro esse "defeito" porque acho que fica mais bonito com capa :)

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  44. Tenho um les paul SX gg1 que tunei todinha, agora uma coisa que me incomoda é o headstock, vc poderia me mandar o modelo pra pelo menos eu fazer um inlayer e apagar a marca dela, pq afinal de contas, troquei os captadores originais por um par de Burstbucker Gibsons, tarrachas groover, potenciometros gotoh....Sou de Salvador/BA e os luthiers não se interessam de refazer o headstok

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  45. Ola´, achei esse link interessante: http://item.taobao.com/item.htm?spm=a230r.1.10.1&id=13561337977

    Parece que seria a fábrica das ephipocas, mostrando fotos das madeiras usadas.

    Abç.

    http://guitar4geek.blogspot.com.br/

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  46. Cara se você vender a guitarra ela já vem com os sergio rosar.

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    1. Não sei... Ela já está com outros captadores, de teste.

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  47. Paulo andando hoje por Joinville entrei em uma Multisom e vi uma Lespa Vintage VL100MR ( Icon Series). O acabamento é worn. No site da Vintage fala que o top é flamed maple. Será mesmo ou apenas o famigerado verneer? Essa Icon chega junto a AFD Paradise?
    Estava por $1300.

    Abraços

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    1. É só veneer. Me parece que as únicas que têm top de maple real (+ veneer) são a AFD e a V100MRPGM ICON Series. Não tenho 100% de certeza.

      Mas essa guitarra é muito bonita. Tem uma na Multisom aqui de floripa (calçadão) que, em virtude de uma pequeno machucado no headstock, está à venda por 1000 reais.

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    2. É da série Icon também com o relic? Cara e esse preço está muito bom hein? Vale investir para dar aquele upgrade?

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    3. Eu não avaliei mais demoradamente. Tem relic, acabamento envelhecido e parece ok. No site da Vintage tá um pouco confuso - ela parece ser o modelo V100 MRPGM, mas não tenho certeza. Seria legal conseguires o telefone da loja, falar com o gerente - ele me conhece, diga que é o Paulo May do blog e do caso da Tagima - e perguntar o nome/código exato dela.
      Estive lá semana passada e vi o preço baixo em função de um pequeno amassado no headstock. Se for a V100 MRPGM, é um puta negócio.

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    4. Olá Paulo May, comprei uma Vintage AFD também, muito bonita mesmo, com o corpo em três peças, mas o que me chamou a atenção foi o braço, que não é inteiro e a emenda não é próximo do headstock, como é comum, mas mais no meio do braço, posso postar uma foto. Isso pode afetar alguma coisa, timbre, ou até uma regulagem no tensor?

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    5. Interessante - podes postar a foto em algum lugar e passar o link? Obrigado.

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    6. Aí as fotos:
      http://imageshack.us/photo/my-images/856/swt3.jpg/
      http://imageshack.us/photo/my-images/189/db4j.jpg/
      http://imageshack.us/photo/my-images/708/wk4n.jpg/
      http://imageshack.us/photo/my-images/853/tmlt.jpg/

      Eu comprei ontem, então tenho o direito de ir na loja trocar ou desfazer a compra. Eu nunca vi guitarras de marcas boas com emendas de tipo, tenho uma CLP-2 e a emenda do headstock é mais para cima. Pode dar problema ao ajustar o tensor? Isso representa perda de sustain? Obrigado pela disponibilidade, abraço.

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    7. É uma colagem espanhola Isaías - por favor leia a resposta completa que foi acrescentada no final desse post.
      Embora a razão principal deva ter sido por economia, é uma técnica de origem nobre e eficiente, utilizada tanto em instrumentos de baixo quanto de altíssimo custo.

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    8. Bom dia Paulo, muito obrigado pela atenção, fiquei mais aliviado agora. Poderia postar uma foto da tua pra mim ver esta junção? Então a tua é colada em um local semelhante à minha LP? Devo considerar o preço também, afinal paguei 1.800,00, o que não é barato e tem quase o custo de uma Epiphone. Sabe me dizer se todas tem essa colagem ou algumas? O que você a acha dos captadores dela?

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    9. Isaías, 95% das Epiphone tem esse tipo de colagem e arrisco dizer que as AFD tbem. Isso é bem comum em qualquer guitarra que tenha headstock angulado para economizar madeira. Só a Gibson USA mesmo que faz os braços com peça única e é notavelmente conhecida como o calcanhar de aquiles das lesPaul. O ponto do braço que sempre quebra. Não se preocupe.
      Os caps da Vintage são Wilkinsons e apesar de genéricos achei-os melhores que os originais da Epiphone por exemplo. Não é uma troca IMEDIATA com certeza.

      Pra constar, acho que as AFD, as Cort, a LTD todas superiores as Epiphone Standard , tanto em sonoridade quanto em construção.

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    10. Obrigado Oscar, com certeza então não vou incomodar a loja para trocar. Tenho uma Condor CLP-2 também, mas notei uma boa diferença tanto em construção, acabamento, e sonoridade, superiores na AFD. Na Condor tenho réplica do 490R e 4989T do Malagoli, mas achei os caps da AFD Wilkinson mesmo nível ou até mesmo superior aos do Malagoli. Saberia me confirmar se os caps da AFD são de alnico, provavelmente o Alnico II, ou são cerâmicos? Pelo som arrisco a dizer que são de alnico.

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    11. Bem aqui está uma imagem de uma AFD que estava à venda no ML, nesta não é possível afirmar que o braço tenha uma emenda na mesma região que a minha, isto ajudou a me deixar intrigado.

      http://imageshack.us/photo/my-images/706/4rwz.jpg/

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    12. Isaías, relaxa! :-) rsrs! O local da colagem não importa muito mas sim o método de construção. Nem as Gibson e Fender americanas as collagens são exatamente no mesmo lugar. Se ela tem bom som e boa pegada e vc esta feliz com ela excelente!! :-)

      Os caps dela acredito sejam de Alnico sim (O Paulo confirma mais tarde) mas acho que são Alnico V pela clareza do som.

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    13. A minha tem muita tinta nessa região, assim como a da foto, e isso esconde a colagem - obviamente eu já havia desconfiado (ainda na loja) mas realmente não mudou minha opinião sobre ela.
      Os captadores são de alnico V, bons, mas não muito bons. Dá pra perceber que as bobinas são bem simétricas e estão com bastante parafina. Características de captadores modernos e mais silenciosos.

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  48. Olá paulo, Ontem quando fui trocar as cordas da Vintage paradise, vi que tinha escrito abaixo do stop bar um nome cujo é, Sung IL BM002 Korea, mas eu pensava que a ponte era da wilkinson e não dessa Sung IL, você já reparou isso na sua guitarra.

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    1. A Wilkinson não tem fábrica própria na China e arredores. Ela dá as especificações e fiscaliza a qualidade. A Sung IL é coreana e faz peças não só pra Wilkinson mas também pra Floyd Rose, TonePros e outras. Eles tem capacidade e tecnologia pra fazer desde peças ruins até excelentes.
      Alguns chineses, quando querem especificar que suas peças são melhores, ressaltam que têm a marca Sung IL :)
      Dê uma olhada: http://www.sung-il.com/

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  49. Ah, entendi melhor agora, mas será que a ponte da vintage necessita de um upgrade, ou essa da pro gasto ?

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    1. Essa é de zinco e tem um som. As de aço, outro. As de alumínio outro. Nenhuma melhor nem pior. O retentor de cordas/stoptail tbém é importante, talvez até mais. A minha não ficou boa com o stoptail de alumínio e ganhou um pentelho de definição com um de aço.
      Acho que poderias manter essa por enquanto.

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    2. Olá Gabriel, acredito que não há necessidade de upgrade na ponte, também estou satisfeito com a minha.Você viu meus post´s anteriores? Como é a sua AFD, tem emendas no corpo ou no braço? Como está o acabamento, trastes, tudo ok?

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    3. Cara, a guitarra veio regulada não veio trastejando, mais tem aquela colagem espanhola no braço, e uma guitarra bem construída, os caps também são bons, quanto aos pedaços de madeiras colados ao corpo eu não consegui enxergar algum, vou postar uma foto aqui quem sabe você não consegue ver: [url=http://www.4shared.com/download/_iaz833f/DSC00127.JPG?tsid=20130903-164310-5b514824]http://www.4shared.com/download/_iaz833f/DSC00127.JPG?tsid=20130903-164310-5b514824[/url]

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    4. Gabriel, algumas colagens só são perceptíveis olhando pelas bordas/laterais, ppte a traseira.

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  50. Eu, olhei por todos os ângulos não consegui ver nenhuma colagem, mais acho que te, sim seria muita sorte mesmo se eu pegasse uma les paul com 2 pedaços de mogno, A madeira dessa guitarra e o mogno chinês que é o nato?

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    1. Não é nato. O mogno pode ser africano ou mesmo oriental (Ilhas Fiji, etc.)

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  51. Para esclarecer a duvida de todos, muitos pensam que essa guitarra e feita na china, mas pela curiosidade entrei em contato com a marca e eles disseram que a guitarra e feita no vietnã.

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  52. Fala Paulo, excelente o seu blog, parabéns.

    Me dá uma luz.

    Você comentou que essa guitarra v100 paradise é melhor que a CR280. Você teve alguma esperiência com a v100 (normal)? Tô querendo uma guitarra nessa praia e comecei a comparar os preços. A V100 (normal) tá saindo nas lojas por 1500 reais em média, e a paradise tá saindo por mais de 2000 dilmas (o.O). Eu olhei as CR200 (compatível com a v100) e as cr 280 (compatível com a paradise) e os preços estão muito melhores para as Cort.

    Você acha que teria alguma coisa que desabonaria a CR200 em relação a V100 ou a CR280 em relação a paradise quando consigo economizar pelo umas 400 pilas comprando uma cort em relação a vintage?

    Agradeço sua atenção

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    1. Difícil dizer porque não testei pessoalmente essa linha da Cort. E não é que a Paradise seja melhor - ela tem alguns elementos na construção que a tornam mais fiel às Gibson.
      A Cort sempre foi uma empresa digna e de qualidade. Acredito que com a CR280 terás uma boa LP nas mãos.

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  53. Essas vintage paradise tem alívio de peso, porque ontem quando fui trocar os captadores notei que na cavidade do captador da ponte tinha um buraco.

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  54. Acho que não. Mesmo nas piores e mais furadas chinesas, não há furos nessa região central. Podes ter confundido com o canal de passagem dos fios e/ou o rebaixo para os parafusos do humbucker.

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  55. Cara estou querendo comprar uma les paul pra mim, e vi essa Vintage "AFD" Paradise e a Guitarra Les Paul Epiphone Standard, sabe me dizer qual seria melhor ? Em relação a timbre, pegada, fazer solos suaveis, captadores ?
    ficaria muito agradecido por tirar minha duvida e comprar logo ^^
    e a guitarra epiphone standard é sem ser a Epiphone Slash "Appetite" Les Paul Standard que é muito cara 4000 pila,
    valeu!

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  56. Ícaro, o texto está bem claro... Se eu acho a Paradise no nível ou até melhor que uma Epi Slash, fica óbvio que ela deve ser melhor do que uma Epi standard comum. Pode até não ser TÃO melhor, assim, mas com certeza é mais barata.

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    1. Rapaz, esse não TÂO melhor que vc falou é em relação a que ? em comparação a epi ?

      Porque estava pesquisando o preço e uma epi sai custando uns R$ 2200 e a Vintage AFD R$ 2000, ela é mais barata mas não tao assim.

      E obrigado! Gostei muito do blog, parabéns, sempre vou estar dando uma olhada ;)

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    2. Eu paguei 1.500 pela minha, Ícaro. A Vintage AFD é totalmente sólida,o corpo tem geralmente no máximo 3 peças (a minha tem duas) de mogno e o braço é de inserção longa, como nas LPs de 58/59/60. Ainda acho que é mais guitarra que uma Epi standard, mas o ideal seria tocares as duas pra decidir, né?

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    3. humm, entendo, mas o ruim que aqui em joão pessoa não vi ainda a vintage AFD em nenhuma loja fisica, só vi na net na playtech, plalmusic, multisom.
      Aqui só vi a Epi standard, vou la tocar na Epi só pra ver, mas acho que irei comprar mesmo a vintage pela net, vc sabe me dizer se tem algum site mas barato que esses com o frete pra cá sai 1900, conhece outro site confiável e bom ?
      Valeu Paulo.

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    4. Podes falar com o gerente da loja e encomendar uma, nesse caso, o frete é minimizado pois já existe um esquema de transporte... Eu faço isso aqui com a loja Mensageiro Musical. Às vezes a loja em questão não trabalha com o representante da Vintage no Brasil (Habro: http://www.habro.com.br/vintage/historia.asp ), mas deve haver outras lojas em JP...

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    5. Pronto, vou fazer isso então, não tinha pensado em encomendar, ai comparo o preço que o gerente vai me oferecer com o preço do site que vi com o frete para cá.
      Valeu !

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  57. Amigão, excelente Blog. Meus parabéns calorosos.

    Fazendo um comparativo entre LPs eu gostaria de perguntar uma coisa, por acaso vc já testou alguma Walczak?

    Existem vários modelos e inclusive eu tenho uma de mogno maciço, não sei o quanto pesa, mas PESA bastante, dei uma turbinada nela e hoje posso coloca-la lado-a-lado com uma Gibson. Dê uma checada nelas, tente tocar em uma de mogno.

    Guitarra é algo muito pessoal, apesar de existir alguns "pontos comuns" acho que ainda há fatores muito subjetivos. Pode-se tecer uma linha de qualidade entre elas, eu prezo muito pelo custo/benefício, existem guitarras de qualidade excelente a custos muito acessíveis, que de certa forma não justificaria a compra de uma de "grife". Prefiro ter duas Tokai LP Custom do que uma única Gibson LP custom...

    Tem gente que não entende isso, acho que aquela logomarca no headstock vale 1000~2000 reais. Já cansei de ver proprietários de Gibsons de 8000 reais dizerem que "valeu cada centavo", ao mesmo tempo que admitem que uma "Orvile" pode ter um som equivalente.

    Vi em um vídeo no youtube (não lembro quem) que falava da melhor guitarra do mundo, lá pelas tantas a "frase de ouro" foi dita, e desde então é minha opinião firme.

    - A melhor guitarra do mundo, é aquela que você se sente bem tocando.

    A questão é sobre o quão nós nos identificamos com o som dos nossos instrumentos, e o quão conhecemos eles e somos capazes de tirar timbres com eles. Certa feita um amigo meu tocou com minha LP no meu setup sem modificar nada, e soou tão diferente que ambos ficamos impressionados.

    Acho até que o assunto vale uma matéria do Blog não?

    ABÇs

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    1. Bruno, eu nunca toquei numa LesPaul Walczak e acho que o Paulo tbem não. Pelo menos ele nunca comentou comigo! :-)

      Valor, Custo x Benefício e etc é uma questão relativa, pessoal e extremamente extensa que vai muito além do custo monetário. Quando envolvemos paixão e satisfação na equação a coisa fica realmente muito pessoal.

      Mas concordo plenamente com você, a melhor guitarra é aquela que vc mais gosta! :-) Isso sim é universal!

      Abraço!

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    2. Assino embaixo! :)
      Eu já toquei pelos menos 3 Walczaks, duas LPs e uma Tele - todas em loja, onde nem sempre o ambiente é ideal pra testes.

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  58. Paulo May blz?
    Cara tô pensando seriamente em comprar uma vintage afd paradise, como vc já tem essa guitarra já faz algum tempo teria como dizer alguns detalhes com relação a pegada do braço, ele é muito grosso, a regulagem de ação das cordas, nut é de osso. Com relação a parte elétrica, ela faz muito ruído, quando ligado com distorção?

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  59. É uma pena que o preço dela tá um pouco salgado, mesmo assim comparando com outras marcas da mesma categoria, acho que o preço ainda vale a pena pela qualidade da guitarra.

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  60. Sim, só mais uma pergunta. Você já teve algum problema com sua vintage v100 afd?

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    1. Não, funciona perfeitamente. A elétrica é chinesa, mas de boa qualidade. Como não mexo no volume e tonalidade e deixo tudo no 10, não vejo necessidade de colocar pots CTS. A ação das cordas quem regula é o próprio guitarrista - eu prefiro ação baixa. O nut me parece sintético, mas pra mim o importante é que foi bem colocado e ranhurado.

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  61. Opa! aonde me recomendam comprar uma Guitarra Lespaul Vintage V100 Afd Paradise ?
    sou de Cuiabá MT e por aqui os preços Triplicam, um dos fatores é o exacerbado imposto de MT..
    facada mesmo e ainda os superlucradores.. riculo.. no caso teria que comprar pela internet.. alguma recomendação?
    obrigado
    Marcus Vinicius

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    1. A loja onde comprei - Multisom. O resto, teria que procurar também na internet

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    2. obrigado, nesse site está indisponível.... achei num site aqui de Cuiabá com o preço de 1739,00 dilmas no boleto bancário.. por esse valor vale o custo x beneficio?

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    3. Marcus, pela qualidade da AFD, eu acho que ainda vale. Esse preço é ainda quase R$1000,00 menos que uma Epiphone Standard, que no meu ver ( e no do Paulo também) não tem nada que justifique ser mais cara que a AFD!

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  62. Quão distante a Vintage AFD é da sua "irmã feia" (Vintage V100)? Notei que há uma diferença de preços bastante considerável entre as duas guitarras... Enquanto a V100 pode ser encontrada por 1500 a AFD está pra lá de 2000 Dilmas. Compensa ainda a AFD?

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    1. Bruno, se queres a sonoridade de uma Les Paul clássica com top de maple, sim.
      Na maioria das V100 o corpo é todo de mogno e o "flame maple" é só uma casquinha, pra dar o visual. Já a AFD e a "Lemon Drop" têm a camada de maple real (maple cap) e por último a folha de maple figurado. Há uma grande diferença sonora entre as Les Pauls (e suas cópias) com (mais aberta) e sem (mais fechada) top de maple.

      No site da JHS, quando eles colocam:
      Body: Mahogany with Maple Cap / Top: Flame Maple Veneer , é top de maple real. Se colocam apenas:
      Body: Mahogany / Top: Flame Maple - é só a folha de maple.

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  63. Tá a fim de vender a sua vintage afd paradise? Moro em Joinville.

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    1. Odair, nesse momento ela está com o Oscar, em CTBA.

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