quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Perseguindo um timbre!! The "Mid Scoop Strat Tone" e o Sérgio Rosar CBS 64

Oscar Isaka Jr.

         Alguns amigos me perguntam como eu faço pra chegar nas conclusões sobre os equipamentos e etc. Da onde vc tira essas idéias? Da onde vc imagina que o bloco da Strato vai fazer essa diferença toda?
A resposta é que eu nunca imagino nada, rsrs, mas vou juntando pecinhas e tentando deduzir as coisas com base em muita pesquisa, em fóruns e tudo mais que você possa imaginar. Muitas vezes as conclusões não estão prontinhas lá pra você sair implementando. Muito teste e montagem de quebra cabeças tem que acontecer até que a gente entenda as variáveis de um timbre. Quem acompanha o blog sabe das nossas odisseias.

         Eu sempre fui um fanático em perseguir o timbre do John Mayer. O chamado timbre "Mid-Scoop (médios escavados)" (que de mid-scoop não tem nada rsrs) característico do DVD ao vivo "Where the Light Is" estão pra mim no top 3 de timbres de strato e eu queria a todo custo entender como ele conseguia aqueles sons cremosos com extrema definição e clareza. As stratocaster dos anos 60 têm esse DNA, mas o som que Mayer tira é diferente, tem uma cremosidade e equilíbrio, com ataque contundente e definido que a strato normalmente não mostra de maneira tão polida. Como? Mãos à obra!
         A primeira variável que vem em mente quando falamos de timbre são os captadores. Começando a ler sobre o assunto, a primeira informação que se acha é que ele usou por muito tempo uma strato SRV Signature com Texas Specials. Ok, faz até um certo sentido, uma vez que captadores um pouco mais "hot" de fio Enamel (como o TX Specials) tem agudos redondinhos e mais graves. O "problema" é que qualquer single com mais de 6.5k começa a desenvolver uma linha de médios que entopem o som e tiram o ar do timbre mais clean. Quem conhece o TX Specials sabe que ele é um ÓTIMO captador pra tocar com um Tube Screamer ou qualquer drive, mas ele tem médios estranhos, um pouco graves demais no clean, e ele soa qualquer coisa menos arejado e bonito nesse setup.

Depois de já ter pesquisado muito sobre construção de captadores, feito muitas experiências com o Sérgio e etc., a gente sabe que o fio Enamel tem uma característica menos aguda mesmo pois cria uma capacitância na bobina que 'limita' os agudos. Fez todo o sentido pegar meus TX Specials feitos de enamel e desenrolar algumas voltas, o que teoricamente removeria médios e graves e colocaria um pouco mais de agudos e brilho de volta .
O resultado foi legal, mas ainda não era aquilo que eu ouvia. Ainda faltava o ataque preciso e a dinâmica.


          Os captadores mantinham-se como o caminho mais óbvio pra mim já que tinha chegado perto com os "Texas Specials Underwound" e eu resolvi ir atrás dos captadores da Fender stratocaster John Mayer Signature. Descobri os famosos Big Dippers bombando nos fóruns gringos e no ebay sendo vendidos pela bagatela de U$ 450,00.
Fiquei com pena de pagar a quantia alta e fui pesquisar o que tinham, do que eram feitos e etc. pra saber se eram os principais responsáveis pelo timbre do nosso amigo. Descobri que o timbre que eu gostava veio depois do álbum Continuum (de onde saíram Gravity e outras) e ele já não estava usando mais a sua SRV. Fez sentido novamente, pois os sons do registro ao vivo "Any Given Thursday" bem anterior ao Continnum, são normais e eu ouvia o texas specials claramente. Bastante graves, e uma linha de médio agudos que chega a soar como um brilho cristalino quase vítrico (ressaltado pela escala de Pau-Ferro) dependendo do amp e regulagens. Ótimo para drives, mas é a razão pela qual os Texas Special geram relações de amor e ódio....
  
       
          Bem, de posse dessas informações e tudo mais, fui testar as coisas. Empunhei minha strato (Alder, Maple e Rosewood) com um set de Rosar Fullerton, meu Egnater Renegade no clean e toquei usando um Tube Screamer Clone como um boost (ganho baixo). Verifiquei que o pedal realmente deu uma diferença no som, atuando como um leve compressor e arredondando tudo. Os agudos não sobravam tanto, os graves ficaram bem redondinhos e o médios idem. O som veio cheio, bonito, detalhado,  mas ainda longe do som do nosso amigo Mayer.
Pensei: "lógico, eu quero fugir de médios e o Fullerton foi desenvolvido pensando justamente no ataque de médios"... Percebi que o captador tinha sim um papel importante naquilo tudo e comecei a experimentar. Tinha trocado alguns modelos sem sucesso (Seymour SSL-1, Fralin Blues Specials, Sérgio Rosar Blues, Sérgio Rosar Vintage Hot), quando consegui um set de (Fender) Custom Shop 69. Instalei já meio sem esperanças e quando liguei tudo o som que ouvi foi algo próximo do que eu esperava: Redondinho nos graves, médios meio ocos (olha o scoop mid aí...) e agudos bem comprimidinhos e percussivos.

Claro, como eu pude esquecer de um captador super popular da Fender que atendia aos requisitos que identifiquei lá no começo? Enamel, fraco, bobinamento regular, timbre anos 60. Tinha tudo pra soar melhor que meus Texas Specials desbobinados, obviamente!
Depois disso eles ficaram um bom tempo na minha guitarra e eu tocando e experimentando, sempre chegando nos 60% do som, mas algo ainda faltava. O timbre da posição 2 (caps meio e braço em paralelo) de Gravity ainda não estava lá. Cheguei a ler que os Big Dippers tinham sido inspirados numa Strato Vintage anos 60 que o Mayer tinha e que ele gostava muito, mas nada me dizia exatamente o que rolava... Era bem claro pra mim que a sonoridade era Fender 60's CBS, mas resolvi tirar o escorpião do bolso, aproveitar que uma amiga estava nos EUA e comprar os malditos Dippers (foto abaixo).


Deixei toda a parafernália de lado (por hora) e esperei chegarem. Quando os recebi pareciam um set de Texas Specials. Como eu imaginava, fio Plain Enamel e perto de 6K de resistência. Estava pronto pra me jogar do 10º andar se soassem igual aos Custom 69 ou os Texas desbobinados que eu tinha feito, mas não, UFA! rsrs.
Quando instalei-os na minha Strato o som veio diferente do que eu já havia ouvido nos últimos meses de pesquisa e busca. O ataque mais firme e percussivo, graves sequinhos mas bem presentes, e agudos redondinhos estavam todos lá. A clareza das notas e dinâmica também estavam presentes e de maneira nenhuma ele soava embolado. Mas qual a diferença dele pro Texas e pro Custom 69? Os médios!! :-) Mid-Scoop é uma percepção, pois no Big Dipper eles estão lá presentes, mas tunados numa faixa mais alta da EQ (médio agudo) que no Texas por exemplo e isso faz com que ele tenha o som gordo e redondo dos caps um pouco mais fortes sem o corpo de médio graves que faz com que esses soem mais fechados e entupidos. O som deles ligados no amp direto era um pouco mais próximo do que eu ouvia no CD e por isso os Dippers e a Fender John Mayer Signature são tão cobiçados. O som clean soa grande e presente, com muita dinâmica e ar, e o com drive é definido e firme também.
Claro, não temos a cristalinidade dos sons de Strato dos anos 50 (nem pense em Sultans of Swing com esses) mas pra sons de Blues com muita dinâmica, esse é o captador e o mais legal que obtive respostas semelhantes com praticamente qualquer amp valvulado.
Na mesma semana mandei pro Sérgio Rosar analisar tecnicamente e clonarmos os Dippers. Várias barreiras foram quebradas e técnicas descobertas nesse árduo processo, mas depois de uns 3 meses de testes e uns 8 protótipos chegamos no modelo final. Com algumas técnicas novas desenvolvidas durante o processo, o Sérgio conseguiu replicar as nuances dos Dippers usando o material moderno e acertou a curva de ressonância dos originais.  Nascia aqui o (Rosar) CBS 64.

 

A loja não está mais no ar e não tive tempo de editar o vídeo. A guitarra é uma Castelli ( www.dicastellis.com.br ) feita pelo meu amigo Tom com corpo de Alder, braço de maple e escala em Jacarandá. Uma Strato clássica!
         Os Big Dippers entregam o som com o DNA do timbre do Mayer prontinho, sem muita pestana com praticamente qualquer Strato de Alder/Maple/Rosewood plugada num amp valvulado com características Fender. Acredito que a Fender tenha pensado exatamente nisso quando desenvolveu os Big Dippers pra equipar a guitarra assinatura do Mayer (Acho que o que ELE MESMO usa é coisa diferente e molda tudo com pedais e amps, mas isso é pra um próximo post :-) ). Os CBS 64 do nosso estimado Sérgio Rosar alcançam o mesmo objetivo por uma fração do preço, além é claro de serem fabricados aqui em SC. Todas as pessoas que usam e/ou já usaram o CBS 64 ficaram extremamente satisfeitas com resultado. Não me canso de falar bem do Sérgio pois tendo trabalhado com ele tanto como lojista bem como desenvolvendo captadores, pude contemplar sua seriedade e competência para entregar nada menos que o melhor possível a seus clientes sempre procurando aprimorar e esculpir os pickups, por um preço justo!
Nós todos agradecemos!
Abraço!
Júnior

115 comentários:

  1. Bom dia,
    Realmente, em algum ponto todo guitarrista fica obcecado em conseguir aquele timbre especifico - passei horas tentando conseguir aquele som aberto, gritante e meloso da versão de estúdio de the thrill is gone...
    Uma pergunta meio off-topic: a jr guitar parts está fora do ar, e eu estou à caça de um supershred - alguma loja onde eu possa comprar?

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    1. Bom dia Caio.

      Vou confessar que essa caça do timbre é uma cachaça e o resultado (e a intenção) sempre é muito aprendizado pra incorporar no seu som.

      A 4Garage tem a grande maioria dos produtos do Sergio com ótimos preços! :-)

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  2. Oscar, que post hiper interessante amigo! Eu sempre tento chegar em timbres que gosto mas sempre esbarro em algo e logo desisto rsrs Tenho de aprender a insistir mais. Recentemente, estava atrás do timbre do Satriani e acabei comprando uma JS1200, os pedais VOX signature dele, amp Marshall (atualmente ele usa) mas, enfim, nada de proximidade rsrs Mesmo executando trechos de suas canções buscando mesma tecnica (obviamente das mais fáceis rsrs) mas, enfim, acabei estressando rsrs
    Vou aguardar por seu post sobre o que o Mayer usa (pedais e outros) para ter o timbre que vc conseguiu com o Sérgio Rosar CBS 64.
    Prabéns pelo post!
    Abs!!!

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    1. Rsrs, é mais ou menos por ai Alexandre. O Timbre do Satriani do Chickenfoot é incrível.. concordo com vc !! Se eu não me engano, os Marshalls dele novos são modificados, e não os normais que vc pode comprar.. O importante eu acho é você saber "o que está faltando" ? É ganho? Médios? Agudos? Transparência? Assim muitas vezes você consegue compensar os fatores e conseguir o DNA do timbre. :-)

      O outro post está em construção ainda pois não concluí tudo ainda. Mas assim que terminar eu posto!
      Abraço e obrigado !

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    2. Pois é...o marshall dele é bem alteradão e CARO! rsrs Esse eu não tive como comprar rsrs Comprei um half-stack JCM 900 (achei com preço bom rsrs) e desde então fiquei tentando. Vou tentar procurar como vc orientou (saber o que está faltando...ganho...Médios..Agudos..Transparência [essa eu não captei rsr])...
      Sobre o post em contrução, vou aguardar!
      Abs e obrigado novamente!

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    3. Eita, o JCM 900 não tem essa característica do JVM dele Alexandre :-)! É um Marshall anos 90 com um som mais "metal" e agressivo e não tão tradicional. O som do Stach está bem Redondo e polido, o JCM 900 deve soar meio ardidão ! rsrs!!

      Quando disse transparência, quis dizer com relaçào ao ganho. Alguns amps quando saturam demais viram uma massa de distorção e não se consegue perceber o som da guitarra e da dinâmica por trás. Vem um monte de saturação e pronto !! Alguns amps, apesar de terem bastante ganho, ainda preservam o timbre da guitarra, digo uma Strato soa como strato e etc. essa é a transparência a qual eu me refiria! :-)

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    4. É ardidão mesmo rsrs Cortei os agudos e ainda coloquei um equalizador no loop (gostei mais dele no loop do que no input) pra ajudar pois senão seria impossível usá-lo rsrs Fora esse JCM, tenho um Mesa Dual Rectifier...será q o Mesa seria mais "fácil" que o JCM na busca por um timbre meio Satch?

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    5. Oscar, tomei coragem de pegar o JCM (além do preço que estava muito bom) depois de ver este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Kmt_TuajWLA
      Esse timbre é mais mérito dessa R9 (é R9 mesmo?rsrs), do gabinete Bogner ou da técnica desse alemão? Ou a soma ou parte dos três? Ou então, esse timbre é um lixo e eu tô equivocado? kkkk

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    6. Alexandre, o Dual Recto é excelente, mas não pra timbres do Satch! :-) Muito agressivo!

      Esse video do JCM900 está melhor mesmo mas atente a dois detalhes:

      1- O gabinete com V30s (a maioria dos Bogner tem V30s) e Closed Back deixa o som menos agudo com certeza; O falante certo é incrivelmente influente no som!

      2 -o Master Volume está alto (11-12 horas), adicionando um pouco de compressão da valvula do Power e engorda o som tbem.

      Mesmo assim é possível ouvir um pouco do médio-agudo meio vítrico do JCM 900 que faz a galera não gostar muito dele.

      Saca só a diferença.. rsrs
      Escute como os médio graves são mais cheios e os agudos não trituram tanto. O som todo é mais redondo e polido! Mesmo com 1 tonelada de ganho!

      http://www.youtube.com/watch?v=9dQ8xHJpnjs

      Nesse video da pra sacar bem o lance da "transparencia" que eu te falei. O setting 3 e 4 da pra perceber bem que mesmo saturado o som macio mas cortante da PRS aparece bem na cara e mantem tudo polidinho! :-)

      http://www.youtube.com/watch?v=EJ6D-k0khrk

      Acho que o seu som do Satch esta nesse amp! rsrs

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    7. kkkk Com o JVM satriani Signature é bem provável de chegar perto dos 40% (60% é mão do satch)!

      Mas infelizmente, um amp desses está fora dos meus planos..prefiro uma boa R9 ;)

      Vlw pelas dicas e pelos videos!

      Abs!!!

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    8. Eu nem sabia que a Marshall tinha lançado ja o JVM JS, mas sim no caso do Satch o som dele é guitar+amp+delay. Acabou! Alias que Marshall show de bola esse!

      E sim, prefiro uma boa R9 tbem!! rsrs

      Abraço!

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  3. Parabéns por mais um ótimo post! Eu realmente não tenho essa idéia de "pegar" o timbre do outro cara, mas com certeza sempre almejamos certas características dos timbres de outros guitarristas, principalmente daqueles que gostamos. Também não acredito no timbre "definitivo" de Strat, podemos ter vários timbres dessas guitarras, com construção, pickups, hardware, etc. Isso sem falar nas combinações infinitas entre guitarras, amps e pedais! De qualquer forma também fui seduzido por esse timbre do JM, com os tais médios esculpidos. Casualmente vi um anúncio do set de captadores Lollar Blonde (eu adoro os pups do Jason Lollar) por um preço razoável e os adquiri. Qual não foi minha surpresa quando os instalei numa Vintage V6, que entre outras coisas tem um bloco de sustain de "brass" feito por um inglês conhecido meu do fórum "Strat-Talk". Grande parte do tal timbre JM surpreendentemente estava ali! Esses captadores usam pole pieces de Alnico 2, não 5. o fio usado não é explicitado, as resistências DC são N 5.6k, M 5.8K e B 6K. Também notei que o S-5 da Klein, anunciado como "mid scooped" também usam os pinos de Alnico 2, Plain Enamel e resistências um pouco mais altas apenas. Experimentei um pouco com alguns pinos de Alnico 2 que havia comprado no Ebay e realmente há uma direfença interessante com essa liga.

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    1. Alex, eu faço essas "sagas" meio que por esporte e pelo aprendizado mesmo, não nescessariamente pra tocare com o timbre do JM. No processo tem tanta coisa bacana que a gente aprende e incorpora no nosso som. Esse é o legal pra mim! :-)

      Essa sua combinaçào dos Blonde com o block de Latão realmnete deve deixar a coisa toda mais cremosa.

      O Alnico 2 tem menos graves e menos agudos equilibrando as coisas com os médios. Jerry Donahue por exemplo só usa Alnico II nos caps das suas guitarras! :-)

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    2. Oscar, foi perfeita a sua colocação, não pensei de outra forma, na verdade eu queria reforçar esse aspecto. De qualquer forma é de muita precisão o nome desse espaço, "Louco por Guitarra", pois alguns ainda vão achar maluquice ou preciosismo essa paixão pelos detalhes desse instrumento mágico. E eles realmente fazem toda a diferença. Eu fui capaz de perceber duas coisas com o uso de Alnico 2 no lugar do 5: Menos médio agudos, graves presente, porém amarradinhos, agudos nítidos e o ataque mais "esponjoso", na falta de uma expressão melhor...rs. Como fiz o teste em captadores genéricos, com bobinas de plástico e fio Polysol, e mesmo assim o resultado caminhou para essa idéia geral dos "médios esculpidos", deu vontade de persistir nesse caminho... Obrigado pelo espaço e pela gentil resposta. Um abraço e mais sucesso!

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    3. Com certeza. Pra mim o resultado ter sido a criação de um produto tão legal quanto o CBS 64 já value a pena. rsrs Entender as nuances desse mundo todo e tão detalhista é minha melhor cachaça. :-) Apareça sempre pra tomar uma gelada aqui no blog!

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  4. Belo post Oscar ! Não conheço os caps do SR ainda, vou acabr encomendando um set desses ! O CS69 é muito bacana, uma das melhores strats que eu já toquei foi uma Hendrix Tribute equipada com eles, vou te falar, o som dessa guitarra não tem comparação (qual a real influência do reverse headstock ?? Tá aí uma boa sugestão para a dupla de mythbusters do blog !), realmente incrível. Quanto ao underwound, sempre pensei nele como uma maneira de simular a desmagnetização dos pólos de alnico, abç.

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    1. Olá, MadGuitarMan!

      Seu post me fez lembrar um detalhe... como o Hendrix tocava com a guitarra ao contrário, o captador da ponte fica no angulo inverso à guitarra da maneira normal. Acredito que isso influencie mais ainda no timbre do que o Headstock invertido.

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    2. Mad e Raphael,

      Ambas as suas colocações são perfeitas e SIM tanto o headstock invertido quanto a posição do captador influenciam no som. Quanto? Boa pergunta! :-)
      Tanto que alguns Pickup Makers oferecem sets "Hendrix" com o escalonamento dos polos (stagger) invertido pra "similar" que o guitarrista esteja tocando ao contrário como ele mesmo fazia. O Joe Perry diz que as vezes prefere Strato com headstock virado pois faz com que a "mizona" (com mais comprimento de corda esticada) tenha mais estalo e a "mizinha" (com menos) soe mais macia ! Taí uma boa pra testar um dia!

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  5. Belissimo Post, Oscar!

    Mas acho que ninguem disse o fundamental para o timbre JOHN MAYER... A mão dele!!!! rsssss. Força, ataque, angulo da palhetada, sustain dos dedos, etc... São tantas variáveis.
    Mas adorei o post, me serviu para me reanimar a procurar esse timbre com os CS69 da fender. Confesso que já me decepcionei MUITO com vários captadores, entre eles os TS, Noiseless (SCN, Hot e Vintage) e os Lace Sensors (Holy grail e Gold).
    Minha strato atualmente está com 1 malagoli custom alnico na ponte (saida de 7k) e 2 tagima decada de 80 rebobinados com enamel e saída de 5.25k e 5.05k (meio e braco), respectivamente. Esta configuração foi o melhor timbre de strato que cheguei, e lembrando que é o meu gosto de acordo com as experiencias realizadas.
    Curiosidade, quanto custa um set de Rosar 64????

    Abracos!!!

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    1. Obrigado Raphael.

      Com certeza a mão dele é 60% do timbre! Estamso focando nos outros 40% aqui!! rsrs! Como vc disse as variáveis são tantas que é quase impossível chegar 100% lá e por isso temos que saber o que estamos procurando nessas sagas malucas! rsrs!! Pra mim especificamente a cremoisidade e delicadeza, com definição e ataque percussive ao mesmo tempo que existe nos sons que o JM tira foram o que me deixaram perplexo. Era isso que eu estava procurando. A primeira lógica é "ok, ataque mais Redondo, captador mais forte, mas entope nos médios. Menos médios, captador mais fraco, mas abre os agudos..." Entende o pq da minha intriga? rsrs!! Entender esse equilibrio foi oq ue me fez vir atras desse som.

      Não sei hoje quanto esta saindo um trio de CBS64, mas acredito que a 4garage tenha em estoque!

      Abraço

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    2. Grande Oscar!

      Sim, entendo perfeitamente o que lhe "intriga". Rssss. Também sou assim... desde o dia que tinha 2 Les Pauls identicas e não soavam iguais. Esse foi o ponto de partida...
      Como amante de boa música e do Blues, é inegável que o timbre do Mayer é maravilhoso, por isso fiquei interessado nesse set clone do Dippers.

      Abraços e continue colocando a pulga (ou a mosca) atrás de nossas orelhas!!!!

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  6. Opa, muito bom esse post.
    Ótimo como sempre são. Ôh Oscar, me diz uma coisa, você tem alguma referência de quantas voltas mais ou menos se deve tirar pra chegar a mais ou menos 1k a menos? Tenho um cap que tem tudo pra ser ótimo, mas creio que a solução seja tirar umas voltas até baixar 1k.

    Abração.

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    1. Depende muito do fio, mas eu começaria com umas 600-700. Considerando que um cap Fender vintage de 5-6k tem 6-7 mil espiras. Vá tirando e medindo com o multímetro. Foi assim que eu fiz com esses Texas do post!

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    2. Ahhhh, beleza, Oscar!
      Eu achava que teria de ser assim, mais prático do que matemático, mas vc já ajudou bastante com essa referência.

      Abraços

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  7. Tenho uma duvida. Eu adoro o som da minha guitarra desplugada, é uma strato, me amarro ficar tocando com ela assim rsrs. Que tipos de captadores deixaria mais fiel o timbre natural da guitarra ?

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    1. Dificil dizer qual é exatamente esse som que vc está querendo ouvir Marcio, mas eu começaria com captadorea tredicionais de Strato, de baixa saída. Eles seriam os que melhor traduziriam a sonoridade acústica da sua guitarra.

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  8. Parabéns por mais essa saga Júnior. Bom demais. Senti até uma leve saudade da strato. Por falar nela, a quantas anda a menina?

    Abraços

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  9. Demais! Também sou fascinado pelo timbre do John Mayer! Tive a oportunidade de tocar com aquela fender signature dele numa Guitar Center, e acho que nunca toquei uma strato que tivesse um som tão característico. Esses big dipper são fantásticos. Mas esse modelo signature é baseado nessa guitarra do video do Any Given Thursday, o timbre da Black One ainda tem algo a mais que eu não sei dizer o que é.

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  10. Excelente post Oscar!
    Entretanto tem um vídeo no youtube de uma demo da Fender Mark knopler em que é citado que ela é equipada com os Texas Special. Percebe-se a sonoridade característica do Mark Knopler com o texas Special.
    https://www.youtube.com/watch?v=oDXCceqg9gw

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    1. Sid, acho que o Jr referiu-se à guitarra que o Knopfler "gravou" Sultans of Swing, que era uma Strato de 1961, alder/maple/maple... Provavelmente num Fender Vibrolux.

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  11. ok,Paulo!
    Só queria lembrar que os pickups Texas Special também tem um clean cristalino e estalado com aqueles toques de sinos, como se pode ver na demo.
    Abraço!

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  12. Excelente post Junior. Vc ajuda a vida de inúmeros guitarristas com a tua dedicação e busca pelos timbres... não tens idéia da grandiosidade da tua colaboração em parceria com o Paulo aqui do Blog.

    Eu não teria a mesma disposição que vocês, mas sou grato pelo que vocês fazem e pelas estradas que vocês trilham para nós, os leitores...

    Estou muito poético hoje, hahah... abração!

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    1. Obrigado pelos comentários Cícero! :-)

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  13. Sidney eu concordo com vc, eu tenho uma American Special, corpo e braço vibram firme mesmo, o corpo eh em duas peças de alder e a escala e braço maple/maple, eu nao troco o som dos special ali, aquilo é um sonho !!! Mas eu fiquei vidrado no som dos caps apresentados, eu custumo dizer não é pior nem melhor, são apenas diferentes, no caso era a busca de um timbre especifico e em momento algum um foi mais qualificado que outro. Eu tenho uma Standard tbm com os samarium cobalt Hot Noiseless, aquilo ali é estralado e definido e tem gente que nao gosta, mas é simplesmente gosto.

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    1. Paulo,
      A sua experiência com as suas Standard comprovam o fato de que o captador interagem com as madeiras o que faz com que haja variações no timbre; Dessa forma, um pickup não soara da mesma forma em outra guitarra.
      Abraço

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    2. Correto, Sidney. Eu diria que esse é o primeiro dos "10 Mandamentos do Timbre" :)
      BTW: Tu não és o "Sid" do fórum, né? Na primeira resposta achei que eras.

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  14. Gostaria de enviar as fotos da Cort M600 que tenho, para que voces vissem mais precisamente a parte de dentro onde mostra o tampo de maple, pois tem um post muito bacana sobre os tampos de maple usados em algumas guitarras, como faço para enviar ? Lá rolou uma discussão e por incrivel que pareça a que possuo tem um tampo de maple que nao é só o filler

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    1. Luiz, poste as fotos em algum servidor - existem centenas (Photobucket, 4Share, Skydrive, etc.) - e depois passe o link. Como eu falei, não existem certezas nas guitarras chinesas, mesmo nas Cort. :)

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  15. oscar: parabéns pelo post! muito bacana! mas observo que duas coisas são muito importante para o timbre da guitarra - e gostaria de ouvir teus comentários e do paulo: 1. altura das cordas (ação); 2. distância cordas-captadores. eu tenho uma fender strato com um trio de CS54 e uma gibson SG com classic 57 plus e classic 57, nas quais estou sempre fuçando (não resisto a ficar mudando o tempo todo altura de cordas e de captadores, para soar como eu quero que soem num dia específico!!! coisa meio obsessiva...) e já notei que: 1. cordas altas dão muito mais corpo para a guitarra; 2. a altura dos captadores afetam muuuuito mais do que volume (saída) - alteram o timbre mesmo. se não for pedir muito, adoraria ouvir vocês quanto a isso, e também saber qual é a altura de cordas que vocês usam, e qual a distância de captador de que vocês gostam, tanto para humbucker como para single coil. no meu caso, agora que estou com minha fender à mão, hoje (amanhã acho que já terei mudado... rsrs) estou com as seguintes medidas: ação: MIzão 2,2mm, MIzinho 1,8mm (no traste da 17ª casa); captadores (cordas pressionadas na última casa): 3,1mm na MIzão para todos, 2,6mm na MIzinho para a ponte e o meio, e quase 3,0mm para o braço. ufa! abraços!!!

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    1. Marcel, já deixei há muito tempo de medir as distâncias, mas geralmente utilizo os (bons) captadores bem próximos das cordas, já que a maioria é de baixo ganho.

      Nas Telecaster a inclinação (lado agudo mais alto) é muito grande, mesmo com as .09 que utilizo. Média nas stratos e pequena ou ausente nos humbuckers (porque nesses prefiro trabalhar nas alturas dos parafusos).

      Eu ligo a guitarra no amp de referência e vou ajustando as alturas, de preferência sem olhar muito.
      Cordas altas dão mais graves/corpo porque os captadores conseguem captar mais a amplitude da vibração, mas há uma perda inerente de definição de médios. Cordas mais próximas podem soar ásperas justamente pela maior captação das vibrações rápidas (frequências agudas).

      Portanto, existe um "hot spot" em toda e qualquer guitarra, onde a relação de frequências agrada mais nossos ouvidos. Com um pouco de experiência e fé na intuição, chegamos lá :)

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  16. Grande post, Oscar!

    Também sou fan das misturas do John, ele é incrível. Já tinha visto esse vídeo no site do Rosar... Tava pesquisando captadores por lá e fiquei encantada quando ouvi Slow Dancing hahah

    Som maneiríssimo!
    Bjs

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  17. Também sou muito fã do Mayer, e um dia eu pego esse CBS64 hehehe. É importante falar do ampli... fora os Fender, ele tem o Two-Rock signature dele, uns Dumble Steel String e Overdrive Special, e esses entregam um timbre mais característico. Sei lá, acho engraçado que no canal drive a guitarra meio que "grita", não sei explicar. E é perceptível esse som mais redondinho, cremoso... me lembra o 2º solo dele em "Belief" no DVD.
    Dá uma olhada nesse vídeo, é o equipamento dele ali por 2009, 2010. http://www.youtube.com/watch?v=F6POSqjjrIA
    Abraço!

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    1. Esse video foi oq ue me deixou mais intrigado ainda sobre o REAL equipamento dele e o responsável por aquele som do DVD... Estou terminando testes e tem mais um post inteiro sobre isso vindo rsrsrs.
      Os Big Dipper entregam o DNA 90% do som dele mas ainda falta alguma coisa, e com certeza os Dumble tem a ver com essa sonoridade. Alias ele não usa drive do amp.. é tudo pedal! :-) O Steel String Singer, o Two rock dele e o Fender BandMaster são todos amplis limpos de 1 único canal!

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    2. :O como assim cara?
      Eu já ouvi uns Dumble (na verdade Dumble mesmo só um, ouvi alguns clones) no canal drive e tem um som muito semelhante ao que John tira... é tudo pedal? Jurava que era válvula fritando! OMG, bateu a confusão mental agora hahahah >.<
      E já vi outros vídeos (com o próprio John) mostrando gavetas e mais gavetas de pedais, MUITOS pedais. É difícil afirmar qual o equipamento dele.

      Sim... agora também estou muito intrigado com isso.

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    3. Pois é Phil. Eu tbem achava que os Drives dele vinham doe dumble mas não.. Ele usa basicamente o Klon Centaur, Marshall BluesBreaker (ambos como Boost acredito) e o Tube Screamer TS10 pros drives mais fortes, o que pode ser visto no video tbem.

      Agora é complicado testar isso mesmo. Um Klon original não sai por menos de 1200 dolares (se achar) e o Bluesbreaker por menos de 250 dolares... rsrsrs!! eu montei os meus CLONES deles... vamos ver como fica tudo...

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    4. Jr. Quando vc falou do Marshall Bluesbreaker, é o ampli ou o pedal? Tem um link da foto desse?

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    5. Cicero, é o pedal que a Marshall lançou junto com o GuvNor, DriveMaster e ShredMaster nos anos 80. Estamos falando do primeiro, aquele da caixa grande e preta e não do BluesBreaker novo (bb-2) que é outra coisa.
      http://4.bp.blogspot.com/-bi7bM8h8pZU/TrPNml0YDcI/AAAAAAAABKE/RK4avybGnlo/s640/Original%2BMarshall%2BBlues%2BBreaker%2BPedal.jpg

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  18. Junior/Paulo,

    Gostaria de fazer um pedido/sugestão.
    Sempre leio vocês falando em graves soltos,comedidos, sequinhos, agudos sequinhos..... bom, são vários adjetivos para falar das frequências. Gostaria de pedir maiores esclarecimentos sobre o que são esses adjetivos comumente aqui descrito. Seria possível isso colocando links de sons com essas características? Ou simplesmente links com sons sem graves, sem médios ou agudos de sobra. Desculpe a ingenuidade mas acho pior carregar a dúvida. Kkkkk

    Abraços

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    1. Traduzir sons em palavras é complicado, Rafael. Eu e o Júnior lançamos mão de adjetivos e principalmente metáforas pra isso. Acho que especificar frequências é mais difícil pra maioria dos leitores. Por exemplo:
      Quando falo em "agudos ásperos ou irritantes" me refiro a um excesso na região entre 1,5 e 2,5kHz. Já "agudos sibilantes" provavelmente estão acima de 3 ou 4k. Se são muito exagerados, mudo para "agudos cortantes"! KKKK.

      Sobre os médios, acho que esgotei minhas metáforas nesse post:
      http://guitarra99.blogspot.com.br/2013/05/telecaster-butterscotch-relic-de-marupa.html

      Descrever o meu timbre preferido de tele é quase um exercício semântico:
      "Dinâmica ampla e metamórfica, graves metálicos, estalados e redondos, médios vibrantes, arrogantes e ultra definidos e agudos celestiais"

      Só piorei a coisa, né? :)

      Abraço!

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    2. Bom fiquei sinda mais perdido. ...kkkkkk Bom, alguma possibilidade de ilustrar essas frequências com link de áudio? Sei que pode ser chato mas pode esclarecer muitos dos leitores do blog como eu, que não tem tanto conhecimento teórico, técnico e prático. Quando você referiu de faixas de frequências, teria ajudado muito se eu tivesse conhecimento para tal...rsssss

      Abraços

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    3. É difícil ilustrar isso Rafael assim de maneira tão clara. Essas metáforas a gte acaba "assimilando" a medida que associa elas aos sons que ouvimos. Um exemplo, "cremoso" é normalmente associado a sons macios em que o ataque não é tào forte como o som do John Mayer. Esse por sua vez é diferente do som agressivo do Stevie Ray.
      "Médios arrogantes" que o Paulo gosta de usar significa um pouco mais de agressividade no ataque, como uma tele ou um P90.

      O complicado disso tudo é que podemos colocar um som onde sobram agudos aos nossos ouvidos e você ouvir e dizer que gostou, que está tudo no lugar entende?

      Colocar sons em palavras é algo complicado!! mas divertido! rsrsrs!!

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  19. Jack/Junior, já testaram os captadores da Guitar Garage (POA)?

    Dizem as más línguas que são muito acima da média!!


    Para strat sou fã incondicional dos Lollar Blackface e Bareknuckle Mother's milk.

    Abraço!

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    1. Nunca testei Ivan os Guitar Garage Ivan, mas ouvi nada além de coisas ótimas deles! :-) O Solon conhece Strato como ninguém!

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  20. Amigos, fora o MOJO e o CBS 64, quais outros captadores vc´s, de alguma forma, ajudaram o Sergio Rosar e outros, a conseguirem colocar um produto novo em nosso mercado?
    Abs!

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    1. Alexandre, o Fullerton também foi obra do Paulo junto com o Sergio. Os outros nos só ouvimos o resultado já pronto! :-)

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  21. Oscar, parabéns pelo post! Tenho uma Fender Strato Ash/Maple/Rosewood e estou querendo dar um up nos caps. Na sua experiência quais caps combinam bem com esse conjunto de madeiras?

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    1. Ivan, isso depende, qual o som que vc quer dela?

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    2. Cara eu busco um som mais vintage. Gosto tanto dos guitarristas que tem um som mais pros anos 50 quanto os caras que vão mais pros anos 60 como o Joh Mayer. A questão é que a minha strato é ash/rosewood e tem um pouco dos dois mundos ai to meio perdido nos caps que vou comprar, não sei o que vai acabar dando, sacou?

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    3. A Strato ser ASH/Rosewood nào tem tanto problema. Mas vc precisa definir o que quer dela antes de querer mudar os captadores assim. Dar um up no que? por que? O que te falta? qual o som que quer chegar?

      Sugiro você dar uma pesquisada em modelos de captadores single por ai. Os Fender Texas Special, Custom Shop 54, Custom Shop 69, Seymour SSL-1 são famosos e tem muitas demos por ai pra vc escutar e ter pelo menos uma direção do som que vc quer/gosta mais. Depois como vai ficar é só instalando e testando pro seu ouvido dizer se ficou bom ou não. Aqui mesmo no blog tem varias referências pra vc tomar como base!!

      Desculpe se a minha resposta é meio "genérica" mas prefiro não especificar sem que vc saiba o que quer.

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    4. Ai é que tá, não tenho tanto conhecimento pra escolher... A questão é que minha strato tá com caps modernos mais fortes, o som limpo não to achando muito legal e fica difícil chegar naquele som "crunchado". Entre os sergio rosar true vintage e fullerton, quais as maiores diferenças?

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    5. :-)

      O True Vintage é um pouco mais fraco que o Fullerton que tem menos agudos um pouco e um ataque um pouco mais aparente. Se você esta procurando som limpo acho que o Fullerton é uma ótima pedida! Sons cristalinos de Strato e ele ainda se comporta bem com um pouco de drive!

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    6. Valeu cara, acho que é por aí... Você sabe onde encontro esses fullerton? Procurei no google e não achei pra vender...

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    7. Tem uma loja on line chamada 4Garage. Eles normalmente tem a linha toda do Sergio.

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    8. Uma combinação interessante, pra quem usa o captador da ponte de strato mais para bases e solos saturados, seria um par de Fullertons para o meio e braço e um Rock/Surf 43 (ou Blues 43) na ponte. A linha "43" do Rosar tem menos agudos e médios tipo "Telecaster", compensando a magreza comum dessa posição.

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  22. Jr,

    Outro post com resultados conseguidos com muita propriedade, experiência, paciência e acima de intuição. Somos privilegiados por você compartilhar isso tudo aqui no blog.

    Apesar de conhecer pouco o trabalho do John Mayer, inegavelmente ele é um fora de série e o timbre que consegue produzir é interessantíssimo. Pena os captadores serem apenas uma pequena parte responsável por todo esse som.

    Para mim uma boa strato com caps de qualidade tem que produzir um timbre dinâmico, cheios de nuances e equilibrado.

    Tem que ser cristalino no clean, ter médios marcantes, agudos definidos mas não ardidos, e os graves tem que ter boa presença. Só não pode embolar o som no drive porque senão perde a graça dos singles.

    Essa combinação que o Paulo passou dos Fullerton e Rock/Surf 43 parece ser bem legal. Lá no fórum como falamos no tópico da strato Hot Rod, gostei muito dos Fender vintage 57/62, parecem ter o equilíbrio que citei acima.

    Até mais.

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    1. Com certeza Marçal. O Rock Surf 43 de ponte fala parecido com o Seymour SSL-5, famoso por equipar as guitas do mestre Gilmour! Eu comparei os dois já e gostei mais do Rock Surf 43 pq ele mantém mais o ataque de Strato que o SSL-5 que tem mais grave e pode embolar um pouco dependendo da guitarra.

      O Fullerton tem um som um pouco mais Cristalino que o 57/62, mas com médios um pouco mais presents. É um misto do 57/62 com o Custom Shop 54! :-)

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  23. Oscar: tentei postar lá num outro comentário e não consegui. Belo post! John Mayer é incrível e uma incógnita. O que me diz dos vários Kelley Katana que ele usa? Se fossem ruins o cara não usaria até três no mesmo set! Valeu!

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    1. Fabio, o Keeley Katana é um boost normal baseado em dois JFETS em cascata. Sem entrar muito no técnico da coisa, JFETS são os transistors mais usados pelos melhores fabricantes de pedais que desejam timbre de valvulado (o Brian Wampler adora usa-los assim), então acredito que o Mayer os utilize pra dar aquele empurrãozinho a mais e saturar um pouco mais as valvulas do pré. Faz sentido, pois os amps dele são todos super limpos com muito headroom !:-)

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  24. Esses Rosar CBS 64 realmente são bem legais. O timbre da guitarra que montei ficou muito bonito com eles...

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  25. Oscar, um pouco fora do post mas nem tanto... seria bacana um post dedicado a SRV citando que tipo de madeira... captadores Sergio Rosar... teste com cordas 0.11 a 0.13 Enfim, tudo que pudesse ser citado para aproximar ao som dele mas dentro de "um possível" em termos de comprar e localizar. Parabéns pelo trabalho acima.

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    1. A revista digital GI Magazine, por coincidência, acabou de publicar uma edição centrada no SRV. Num dos tópicos, Michael Casswell mostra como aproximar-se do timbre do SRV usando uma Vintage V6 com captadores baratinhos da Wilkinson :)

      http://licklibrary.ceros.com/iguitarmag/stevie-ray-vaughan-guitar-interactive-magazine/issue20/page/1

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    2. Klaus, o som do SRV é muito mais simples do que parece. Cordas de calibre grosso e afinação em Mi bemol (meio tom abaixo) já garantem por si só um som mais gordo. Experimente um dia comprar um set de cordas 0.11 instalar na sua Strato com praticamente qualquer captador'tradicional de baixa saída e afine meio tom abaixo pra vc ver o estrago. :-)

      Adicione nesse "mix" um tube screamer (TS-808) e um amp fender valvulado e voi-la, estará a 50% do som dele. Os outros 50% vem das mãos e jeito de tocar. SRV tinha uma pegada que poucos hoje conseguem. Ele soava da mesma forma com qualquer guitarra que ele tocasse.

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  26. Blog sensacional, já devo ter falado isso anteriormente.. Parabéns!!

    Vi que você mencionou já ter instalado o california set da Seymour Duncan (ssl1)
    Tenho muita curiosidade sobre esse set, ainda mais depois daquela lenda de que John Frusicante "descobriu" acidentalmente que tinha esse set instalado em uma das suas principais stratos pré CBS.. O cara jurava que a guitarra era toda original, até que um dia foi dar uma geral na elétrica da guita e teve essa surpresa. Sou muito fã do timbre de strato que ele tem. É realmente o som de strato que quero alcançar.

    Procurando mais sobre esses caps no youtube, vi um video de um cara tirando um timbre de strato incrível apenas com a guita plugada num vox transistorizado. (se não me engano é o primeiro resultado p/ essa busca) Porém, quase todos os outros vídeos desses pickups me desagradaram bastante... Timbres realmente pobres na minha opinião... A coisa só piorou quando descobri ontem que tinha um modelo da Tagima que vinha com esse set de fábrica.. Não sei se é porque tenho pé atrás com a Tagima, mas vi uns caras tirando uns timbres realmente bizonhos... Tinha um sem noção que timbrou o set dele puxando pro high gain, e começou a fritar daquela forma porca, o resultado não podia ser pior rsrs..

    O que eu queria saber de você, são as suas impressões pessoais sobre esse set?! Em vista do conhecimento e característica "tone chaser" que vc mostra ter no blog, acho que não poderia receber opinião mais confiável sobre esses captadores... Se puder me ajudar nessa perseguição de timbre eu te agraderia bastante. rsrs

    Vlw cara, Abraço!
    Caio.

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    1. Obrigado Caio! :-)

      O SSL-1 é talvez um dos mais versáteis captadores de Strato do mercado. Tem ganho médio (perto de 6k) para um captador single mas mantém a sonoridade tradicional com um Q de anos 60. Não é a toa que o Frusciante tinha um em sua 62 e nem percebeu!

      A diversidade de "qualidades" nas demos refere-se ao fato que timbrar uma Strato BEM não é tarefa muito simples e a resposta tbem depende de outros fatores como ponte, saddles e etc como já mencionamos inúmeras vezes aqui no blog, mas se vc tiver uma BOA Strato e um trio de SSL-1 dificilmente vai ficar ruim! Tenho vários amigos que simplesmente amam esses caps, e com razão!

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  27. Que post sensacional! Apesar de achar as musicas (principalmente a voz) do John Mayer um saco, adimito que ele tira um timbrão das guitarras! Você chegou a experimentar esse captador em uma guitarra de alder + maple? Fiquei curioso sobre como eles se sairiam! Comparando os do Rosar com o CS69 da Fender, quais as principais diferenças que vc percebeu? Obrigado, um abraço!

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    1. Não cheguei a experimentar, mas a principal diferença do maple pro rosewood é a velocidade do ataque que no Maple é mais rápido dando a impressão de menos graves ressaltando os médios! O CBS64 tem um ataque um pouco maior que o CS69 que é bem percussivo e "magrelo" nos graves na sua própria característica.

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  28. agora a parte "triste"... tente conseguir comprar um captador desse... desde o dia 12 de setembro (já sao 17 dias) que tentei contato com a empresa, com o facebook (retornaram só hoje, 17 dias depois), com o msn , e ate um site que abriu lá , que entendi como se fosse da empresa pra vender online... nem este site me respondeu... Nesse ponto, tenho que dar nota dez para a Malagoli que responde prontamente... uma lástima, pelo jeito não vou poder testar o sonhado captador! Mas quem sabe um dia dou sorte! excelente post!

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    1. Leo, o Sérgio não faz vendas diretas ao cliente. A 4Garage é uma das lojas on-line que vende os produtos Sérgio Rosar. Normalmente eles tem em estoque grande parte da linha dele, incluindo os CBS 64 ! :-)

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  29. Se alguém daqui tiver e quiser vender, por favor entre em contato através do leopereira.com@hotmail.com

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    1. Aqui, Leo:
      http://www.guitarplayer.com.br/forum/index.php?/topic/1979-compra-venda-e-troca-de-equipamentos/page__st__20?s=dd845013f57c0c9d3d8965b7a6892093
      O vendedor é amigo nosso.

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  30. Paulo / Oscar pretendo pegar uma strato e utilizar esses CBS do Rosar. Em termos de uma strato de nível médio quais vocês indicariam? Uma Squier Classic Vibe 50 ou uma Vintage Thomas Blug?

    Abraços!

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    1. As duas devem estar no mesmo nível, e se estiverem na mesma faixa de preço, eu pegaria uma Classic Vibe porque prefiro o desenho original Fender nos headstocks.

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    2. Lembrete: a Classic Vibe tem o bloco da ponte ruim - deve ser trocado.

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  31. Oscar o que você acha dessa Fender do John Mayer com os Big Dipper pra tocar Jimi Hendrix?

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    1. Com certeza Ivan! O som dos Big Dippers é Fender 60s com um leve "twist" (mais graves). Fora isso, a John Mayer é modelada em uma típica Strato 60s clássica. Rory Galagher, SRV, Hendrix, Frusciante, etc, tudo cai nessa mesma cesta de DNA Strateiro! :-)

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    2. Bacana cara, o som que quero tirar é exatamente esses caras que você mencionou. To te perguntando porque estou olhando pra comprar uma Fender American Vintage 60's, mas também olhei a Signature John Mayer e estou na dúvida. A American Vintage é bacana porque vai ser bem versátil pra esses sons 60's, tem acabamento em nitro, porém o que não me agrada é o raio da escala e os trastes vintage. Já a Fender John Mayer não tem acabamento em nitro mas o raio da escala é mais moderno e os trastes são 6105. Qual sua opinião?

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    3. Ivan, falando em American Vintage eu as consider o MELHOR que a Fender USA pode oferecer fora da Custom Shop. Simplesmente todas as guitarras da Série American Vintage que eu tive o prazer de tocar são excelentes! Tudo é mais selecionado nelas, corpo leve, braços etc etc. A John Mayer é basicamente uma American Std com ponte vintage e os Big Dippers (que são o diferencial dela). O ideal pra vc seria achar uma American Vintage Hot Rod 62, que tem toda a qualidade da American Vintage com raio 9,5 e trastes maiores!

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    4. Oscar, eu estive pesquizando no google e o ebay e vi que tanto o corpo quanto o braço da John Mayer são baseado nos anos 60's. Da pra saber pelas fotos do corpo, que tem os cortes dos captadores SSS, diferente das Std que tem corte HSH. O braço tem shape C 60's, e além disso ainda vem os Big Dipper. Acho que vale cara.

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    5. Então já está resolvido Ivan! :-) Parece que a John Mayer é o que vc procura mesmo !! É uma ótima guitarra com certeza!

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  32. Olá! Parabén pelo blog!
    Preciso de uma dica, sempre usei humbuckers...
    Estou montando uma strato, quais captadores singles tu me indicaria, já que sou "strateiro" de primeira viagem?

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    1. Obrigado Guga, Se você ler pelo blog existem várias referências de captadores de strato com gravações inclusive para vc ouvir e decidir onde começar. Use a busca e vc vai achar muito material aqui sobre o assunto. O mundo da Strato é vasto e quando começar é oura diversão! :-) Abraço

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  33. Fala Oscar! Conheci recentemente os produtos do Sérgio Rosar através do Boteco e aqui no blog. De fato são excelentes, digno de muito esforço e competência. Parabéns pela dedicação, prazer e empenho nas pesquisas junto ao SR. O som do CBS 64 me pareceu ótimo. Tenho uma Tele, mas já estou com a mão no bolso para pegar a minha primeira Strato, justamente por conta desse timbre que o JM vem popularizando. Valeu!

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    1. Valeu Rômulo!! :-) Agradeço de coração!

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  34. Acho curioso, Oscar, você comentar que o som do CS69 é "magro" nos graves. A referência oficial do site da própria Fender diz 5 grave /4 médio /5 agudos, e quase todos os outros captadores Fender tem 4 ou 5 de grave. O CBS64 tem quanto de grave/médio/ agudo ?

    A minha fender tem os Texas Especial e quero troca-los pelo CS69, pra ter menos médios e agudos. Mas pelo seu post to querendo ir pro captador do Sérgio Rosar. Abraços e parabéns pelos Blog.

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    1. Obrigado Bruno, discutir sonoridades em palavras é um desafio no mínimo!! rsrs

      Os Texas pra mim tem tudo meio BOOSTADO, graves médios e agudos tudo soa extremamente na cara. Isso é bom pra quem toca Heavy Blues e sons com TS ligado o tempo todo, mas não favorece que gosta de cleans bonitos de Fender. O CS69 é bem mais fraco que os Texas o que deixa os médios e graves bem menos na cara e o fio de Plain Enamel ajuda a atenuar os agudos. Acho que essa relação de graves/medios/agudos é mais pra mostrar isso. O CS69 soa mais saquinho e percussivo , enquanto o CBS é mais macio e amplo. Ambos tem características mais ou menos parecidas nos médios que são bem transparentes, mas pra decidir entre os dois, a principal característica é o ataque, mais presente no CS e mais macio no CBS.

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  35. olá Oscar!!
    tenho o big dipper original middle e bridge, mas nao tenho o neck... o q recomenda q eu faça?? achar ele pra vender em separado no ebay é dificílimo... será q posso usar o texas special ou o 69 (por terem a construção 'parecida')?? será q a posição 2 soaria legal? abraço!

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    1. Oi Fernando. Cara que dilema!! rs, eu acho que ambos ficariam "estranhos" pois são bem diferentes dos dippers. Talvez o Texas seja o mais perto mas vc vai sentir um agudo mais forte no Texas e o CS69 é bem mais magrelo. Acho que a melhor opção pra vc seria o Klein S-5, que é um clone famoso do Dipper. Eles vendem separado e são excelentes!

      http://www.kleinpickups.com/p-77-s-5-scooped-mid-range-stratocaster-pickups.aspx

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  36. Oi Oscar! Parabéns pelo blog, você Paulo e todos os colaboradores! Os posts são todos muito interessantes e nos motivam a entrar cada vez mais a fundo nesse mundo da guitarra que é um vício. Muito show! Sobre o post, não vi ninguém citar os "Fat 50s". O que você acha deles? Fiquei impressionado com este vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=Tpj3YC-b-YE
    Quando penso no timbre do JM é algo muito próximo desse som. Fantástico! Também penso que o amplificador pesa muito! O que você acha?

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    1. Luiz, eu nunca testei a fundo os FAT50, só toquei brevemente testando as novas American Std. O amplificados é 70% do som do Mayer. Os TwoRock e Dumble que ele usa tem um timbre muito característico e peculiar que somados a guitarra e as mãos dele dão esse resultado que perseguimos. Ainda não cheguei lá, mas estou quase! :-)

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  37. Olá Oscar, tenho um trio de Captadores Malagoli Alnico 50 na minha Strato, são bem agudos e não ficam bem com Drive. Estou pensando em colocar um CBS64 pra equilibrar o som.
    Na tua opinião, qual posição é interessante colocá-lo?
    Abraço! (-;

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    1. Joallysson, depende do que vc quer.. Se vc acha que todos estão agudos, o CBS64 em todas as posições vai sem dúvida equilibrar isso. Ele é bem polido nos agudos!

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  38. Oscar, tenho uma dúvida, meu captador da ponte e meio tem orientação magnética norte, já o do
    braço é sul, e oque está pegando é que na posição midle/neck o som ta saindo bem baixinho, como quase o som da guita desplugada.Saberia me dizer oque pode ser?

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    1. Provavelmente estão fora de fase Cristiano. Experimente inverter os fios do captador do braço. Solde o terra na chave e o que esta na chave no pot para fazer o terra. Deve resolver seu problema ! :-)

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  39. Oscar, e os captadores Lenny Tone, da Malagoli, você já testou? Abraço!

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  40. Bom Dia!
    Oscar, qual o cap humbucker que "casa" com esses CBS64? na ponte...
    Abç

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    1. Samy, de preferencia um de ganho bem baixo como o HeartBreaker do Sérgio ou mesmo um Mojo. O CBS é um single de ganho bem baixo, então mesmo que vc coloque um humbucker fraco ele ainda vai ficar BEM mais forte que eles ok?
      Abraço

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  41. Eae cara blz? Muito boa a a história de sua busca pelo timbre SRV, John Mayer!
    Eu também sou fã desse timbre limpo, estalado, equilibrando agudos, médios e baixos.
    Eu descobri que o Malagoli da captadores.com.br desenvolveu um cap chamado LennyTone que é baseado na guita do Steve e do John. Depois dá uma olhada lá e faz uma matéria a respeito.
    Forte abraço aí e bom som!

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    1. Conheço o captador mas nunca testei! Anotado

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  42. Parabéns pelo blog Oscar, é sempre muito bom vir aqui e ler tanto conteúdo de excelente qualidade. Comprei um set dos Texas Special pra por em minha Fender Mim, espero que fique bom, mas com tempo vamos aprendendo com as experiências!
    Abraço!

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  43. SOU OBSSECADO POR ESSE TIMBRE COMO VOCE ESTOU LOUCO PARA INSTALAR EM UMA GUITARRA, POREM APENAS A POSIÇÃO BRAÇO E MEIO, MAS A MINHA GUITARRA É EM FREJÓ(MADEIRA BRASILEIRA PROXIMA AO MOGNO) E O BRAÇO E A ESCALA É EM MAPLE, PEÇA ÚNICA, NA MINHA GUITARRA SOARIA MUITO DIFERENTE DO SOM DO JOHN MAYER?

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    1. Freijó não soa semelhante ao alder, na minha opinião. Está mais para o hard ash, mas eu diria que tem uma sonoridade própria, com bastante ataque de médios graves e uma pequena falta de finesse nos agudos.
      Digite "freijó" na busca do blog - já foi citado em alguns posts.

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